Zebrinha no Sul-Americano



Em edições anteriores eu fui questionado sobre a ausência de posts durante um Sul-Americano qualquer. Expliquei que não escrevia pelo falta de competitividade dos adversários do Brasil até a chegada na decisão, quase sempre a mesma. Neste ano, no Chile, para exemplificar, a estreia do time de Renan Dal Zotto contou com um 25-4 (?!?) sobre o Paraguai.

Dito isso, fui obrigado a descumprir minha promessa na semifinal, já que a decisão entre Brasil x Argentina desta vez não acontecerá. Os hermanos foram derrotados pela Venezuela no tie-break, na noite de ontem, em Santiago. E olha que Julio Velasco usou boa parte de seus melhores nomes à disposição na atualidade: : Cecco, Solé, Poglajen, Nicolás Bruno…

Brasil em ação no Chile (Felipe Andaur Suárez)

Brasil, com sua base titular, em ação no Chile (Felipe Andaur Suárez)

Os mesmos venezuelanos já foram vencidos pelos brasileiros na primeira fase, com parciais de 25-10, 25-16 e 25-14. Ou seja: o 31º título em 32 edições do Sul-Americano (o único vencido pela Argentina aconteceu em 1964, quando o Brasil se ausentou) pode até ser garantido com mais tranquilidade do que o imaginado.

O real valor do Sul-Americano é a classificação do campeão para o próximo Campeonato Mundial.



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