Zebraça na areia (ou lama) de Guadalajara



A zebra passeou com tudo nesta terça-feira, em Guadalajara. Os campeões do mundo Emanuel e Alison perderam para os cubanos Gonzalez e Piña, por 2 sets a 0, parciais de 21-19 e 21-10.

Agora, os brasileiros precisarão vencer na próxima rodada os desconhecidos dominicanos Ventura e Cuevas para evitar uma surpreendente e precoce eliminação.

O jogo foi marcado por várias provocações dos caribenhos, que até dançaram após vitória no primeiro set.

– Eles foram muito bem, não erraram quase nada, e a gente errou muito, principalmente nas jogadas de ataque. Eles são muito fortes, saltam muito. Mas é só o começo, temos mais um jogo pela frente e vamos tentar vencer para classificar para as quartas de final – disse Emanuel à TV Record.

Até então, a coisa mais importante que havia acontecido no vôlei de praia pan-americano era a qualidade da areia, se é que podemos chamá-la assim. Na verdade, com atletas suados, o material se transforma em barro ou lama, e fica grudado no corpo. As duas fotos da agência Efe explicam melhor do que minhas palavras.

Em 2003, estava em Santo Domingo e presenciei o mesmo descaso com o vôlei de praia. A Feria Ganadera, o local dos jogos, era uma arena de touros, adaptada para o evento. O piso era muito duro, com pedras, inclusive. Até pesquisei aqui e achei uma citação do COB sobre o assunto.

– O chão atrapalhou muito mesmo, principalmente para os brasileiros. Aqui não se jogou o vôlei de praia que estamos acostumados, se a competição fosse na areia mesmo, na areia de praia, acredito que o resultado poderia ser diferente. Queríamos o ouro, lutamos para isso, veio o bronze e temos que comemorar – comentou Marcelo Penner, técnico de Ana Richa/Larissa, após o bronze da dupla.



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