Zé fala ao blog sobre Mari, Natalia, Fernandinha e os jogos em São Bernardo



Depois de um dos treinos da Seleção feminina, na quinta-feira, conversei por telefone com José Roberto Guimarães.

Em pauta, assuntos que vocês têm comentado aqui: Mari, Fernandinha, Natalia, a escolha das 12 atletas que irão para Londres…

O técnico coloca em prática, neste fim de semana, mais uma etapa de testes visando a definição do grupo.  Vai dar chances para jogadoras que não estiveram em Lodz (POL) e vai segurar aquelas que estiverem com qualquer problema físico. Fernanda Garay, por exemplo, sentia dores no ombro, ontem.

– A briga está legal, bacana de ver entre elas a competição acirrada. Assim, o nível de todo o time se eleva. O nosso ponto forte é o grupo e isso pesa. Lá na Polônia foi altamente proveitoso, com as jogadoras que tiveram oportunidade respondendo positivamente. E isso deixa todas as outras jogadoras com os olhos abertos. Se antes uma ou outra podia pensar “sou titular”, agora precisa correr pela posição.

Ele também admitiu que atualmente tem um pouco mais de dúvidas para fechar o time olímpico do que tinha às vésperas dos Jogos de Pequim.

Abaixo, a opinião de Zé Roberto especificamente sobre algumas atletas:

MARI

– Ela não esteve bem nos primeiros jogos, mas foi muito melhor no terceiro. Teria 100% de aproveitamento no ataque se o árbitro não tivesse errado em uma marcação. No começo, ela estava ainda segurando um pouco o braço (sentia dores no ombro direito). Depois foi ganhando confiança. Nos três jogos aqui no Brasil, ela vai ter oportunidade.

O técnico ainda revelou que Mari continua treinando passe, apesar de estar jogando como oposto.

FERNANDINHA

– Ainda falta conhecimento maior das atacantes, algo que faz diferença. Mas eu imaginava, sim, que ela iria responder bem aos primeiros testes.

Zé disse também que Fabíola, atual titular no levantamento, deve começar jogando em São Bernardo do Campo.

NATALIA

– Ela está liberada para saltar desde quarta-feira. Agora cada organismo reage de forma diferente. Neste momento, é preciso observar a queda, o impacto após os saltos. Aos poucos, vamos aumentando a carga, mas sempre seguindo o protocolo médico.

Perguntado sobre prazo para definir se ela seguirá no grupo, o técnico foi claro: “Até quando der. Ainda não tenho uma data fechada para definir o grupo. Ela é extremamente importante e vou esperar o possível”

 

 



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