William aprova provocações e vê exageros na arbitragem brasileira



A rivalidade crescente entre Brasil e Rússia pôde ser claramente comprovada na partida entre Sada/Cruzeiro e Belgorod, nesta quarta, aqui em BH. Em vários momentos, jogadores trocaram provocações na rede após a marcação de pontos mais longos ou que tiverem ataques mais potentes. O cubano Leal, por exemplo, deu duas encaradas em Muserskiy, no meio do terceiro set, após vencer o bloqueio gigantesco em dois ataques consecutivos. Coincidência ou não, foi o momento que o time brasileiro cresceu no jogo. Algo exagerado ou que mereça uma reprimenda?

Não, nas visões da arbitragem, que não distribuiu cartões, e na do levantador William.

– Faz parte do jogo, eu gosto. Quando você faz um bonito ponto sobre determinado jogador, tem que encarar mesmo. Tem uma rede pra separar e ninguém vai sair na porrada. Acho bonito olhar mesmo, instigar o outro jogador – comentou o capitão cruzeirense.

Ele, porém, reclamou da arbitragem brasileira, que estaria exagerando na Superliga ao tentar impor disciplina aos atletas:

– O único lugar que não pode olhar pro outro lado é o Brasil.   Aqui estamos um pouco atrás neste ponto. Qualquer coisa e você já é punido com cartão aqui. Perde um pouco da rivalidade, da provocação sadia – analisou o jogador.

 

 

 



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