VT? Com Jaque em alta e Sheilla apagada, Brasil vence outra



Ao ver a vitória do Brasil sobre a Itália (25-21, 25-16 e 25-15), neste sábado, highlights da estreia contra a China, na sexta, povoaram minha mente. Principalmente graças às atuações de Jaqueline e Sheilla.

A ponta mais uma vez foi bem, assumindo o protagonismo no ataque, um fundamento que nunca foi seu forte. No total foram 16 pontos, a maior anotadora do Brasil, sendo 14 deles no ataque.

Já a oposto, que deveria ser a principal opção para definição dos pontos, marcou apenas quatro, muito pouco. Comparando, Monique, a reserva, que entrou apenas em inversões do 5-1, teve três acertos.

Incomum tal repetição diante de chinesas e italianas. O lado bom da notícia é ver Jaqueline, depois da temporada de inatividade da atleta e da ausência nos amistosos contra os Estados Unidos, sendo peça-chave na engrenagem ofensiva da Seleção. Neste aspecto, vale lembrar ainda que Fernanda Garay, maior pontuadora na estreia, também foi bem ofensivamente (13 pontos, todos no ataque), minimizando a atuação ruim de Sheilla.

Zé Roberto sabe que para ir longe, principalmente no Campeonato Mundial, precisará da oposto em outro estágio, chamando a responsabilidade e sendo decisiva, como já se acostumou a fazer na Seleção. Não é motivo ainda para alarmismo ou pensar em uma substituição. Apenas uma constatação neste início de trabalho.

Pela Azzurra, mais notícias ruins do que boas para Marco Bonitta. Sem Lucia Bosetti, que se lesionou na estreia, a responsabilidade para definição ficou para as experientes Piccinini e Centoni. A dupla somou 22 pontos, mas sentiu falta de ajuda. Ferretti acionou pouco as centrais Arrighetti e Chirichella, enquanto Del Core esteve apagada. Assim, o Mundial em casa pode ser bem decepcionante para a Itália.

Por fim, vale o registro que os seis pontos somados pelo Brasil diante de China e Itália, rivais diretas, são importantíssimos para a classificação entre os quatro melhores para a fase final do GP.

 

 

 



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