Vôlei na TV aberta. Eba! Mas com veto ao nome dos patrocinadores. Uhhhh!



Uma ótima e uma má notícia para quem gosta de vôlei. O Esporte Interativo, rede de TV aberta (canal 36 UHF em São Paulo e parabólicas por todo o Brasil, além da TV fechada: Oi TV (canal 515) e Via Embratel (canal 48), começará a transmitir neste sábado a Superliga. O primeiro jogo será Pinheiros/Sky x Cimed. Agora a parte ruim. Por contrato, o canal não poderá citar o nome dos patrocinadores. Assim, no sábado você verá Pinheiros x Florianópolis.

Quem acompanha este blog (e sei que muitos não concordam) sabe que defendo uso do nome dos patrocinadores. Os motivos são: eles  pagam a conta, contratam os craques e merecem ter a exposição na mídia. Simples assim. Ou alguém se lembra do Rexona como Curitiba, quando Bernardinho lançou o projeto vencedor no Paraná? Ou alguém já esqueceu do Banespa, empresa que por anos bancou um time profissional e uma das principais categorias de base do país? Ou para os mais antigos, dos tempos de Pirelli, Atlântica Boavista, Supergasbrás…

O Esporte Interativo sublicenciou o direito de transmissão junto à Rede Globo. Além da Superliga, irá transmitir as principais competições das Seleções (Liga Mundial, Grand Prix e Copa do Mundo), além do Circuito Mundial de vôlei de praia. Infelizmente para os patrocinadores, os nomes não poderão ser citados.



  • Paulo

    é mais uma palhaçada da dona globo!!! ja chama a red bull de rbr na f1 e enche a tela com a cara dos jogadores pra nao aparecer os patrocinadores no painel ao fundo. isso é ridiculo e mesquinho demais!

  • Daniel

    Não sei qual o verdadeiro motivo, mas gostei, torcer para pneu e desodorante sempre achei sem sentido, não cria laços. As duas noticias são boas.

    • Neto

      Vc é muito burro cara….”torcer para pneu e desodorante”…vai se informar…Burro

      • Claudinei

        Quero ver quando Pneu e desodorante pararem de patrocinar as equipes,para quem vc vai torcer… Se liga!!!

      • anderson kozama

        Como voce pode ser tão alienado,geração globoesporte que matou times tradicionais como Pirelli e Banespa que se não fosse esses clubes o voley não existia.

    • Wellington

      Não acho ruim essa proibição, como o Daniel disse, é muito estranho torcer pra pneu ou desodorante e realmente, não cria laços. Imaginem no futebol, como seria estranho, ao invés de torcer pro Flamengo, eu teria torcido vários anos pela Petrobras, e agora estaria torcedo pela Batavo, assim como os demais times.

      • Daniel Bortoletto

        Como já respondi antes, não dá para comparar futebol com os demais esportes. Um é baseado nos clubes, muitos já centenários. No vôlei, fora Pinheiros e Minas, os demais times são ações de prefeituras ou patrocinadores. Nunca irá existir uma relação direta com o nome dos clubes de futebol.

    • Luis Claudio

      Não é o melhor dos mundos, mas enquanto Corinthians, Palmeiras, Flamengo, Vasco, Cruzeiro etc não abraçam o esporte alguém precisa pagar a conta a continuação das equipes depende muito do patrocínio. A briga maior não é essa, mas sim destacar a cara-de-pau da emissora, que omite a informação e desestimula outras empresas a investirem no esporte. Não é por ser mais famosa e mais tradicional que Ferrari deixa de ser uma marca, mas ninguém a chama de Equipe Itália ou outro absurdo do gênero.

    • William

      kkkkkkk também concordo com vc!

  • Goiabex

    Que legal o EI estar investindo em outros esportes, gosto mto deste canal. Pois eles tb passam judo, seleções de base, amistosos internacionais, etc
    Agora com todos os jogos de volei (Campeonatos Nacionais + Competições Internacionais) estão dando um “salto” na TV aberta.
    Valeu EI.
    O chato fico com a questão dos patrocinadores, que bancam quase que totalmente as equipes.

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  • Leonardo Martins

    Torcer para a Unilever ou para o Rio de Janeiro?? estranho…

  • Marcilio

    Enquanto a Red Bull for RBR, a Unilever for Rio de Janeiro, o Sollys for Osasco e assim por diante, devemos nos referir a TV plim-plim como RGTV.

  • Anderson

    Isso é muito interessante, quando as empresas desmancham os times, a imprensa, politicos e demais reclamam que não há incentivo das empresas privadas ao esporte, mas é claro que não incentivam, os mesmos não podem ter seus nomes mencionados nas transmissões, vou continuar assistindo na sportv pelo menos falam os nomes dos patrocinadores.

  • léo

    Cara, vc tá louco! Depois perguntam pq só o futebol tem espaço na mídia. Lugar de patrocinio é, no máximo, na camisa. Como tornar um clube tradicional se a cada contrato de publicidade o nome do time for alterado? Ridículo…

    • Claudinei

      Você saberia dizer quantos destas equipes que jogam a Super Liga são Clubes?
      Rio de Janeiro é clube? Osasco é Clube? Florianópolis é Clube?

      • Daniel Bortoletto

        Clubes mesmo são Pinheiros e Minas, que possuem várias modalidades esportivas, são sustentados por sócios e possuem estrutura de primeiro mundo.

      • Pelo que eu pesquisei na internet (e por mais incrível que pareça) a Unillever é registrado na CBV como Rio de Janeiro Vôlei Clube e o Sollys Osasco como Osasco Voleibol Clube. Até aí tudo bem, mas o maior problema é que quase ninguém informa o telespectador sobre estes fatos e (pior que isso) a ação fica clara que é por motivos comerciais quando omitem o nome da Cimed (sim, Cimed é registrado como clube: Cimed Esporte Clube), da Medley (registrado como Brasil Vôlei Clube e que vem fazendo um ótimo trabalho de peneiras para jovens), da Sada (que também é clube e joga junto em parceria com o Cruzeiro) e de outros casos de 2004 para cá (recentemente a Unisul E.C., a Finasa, a Brasil Telecom e o E.C. Banespa retiraram seus clubes do campeonato ou deixaram de patrocinar times argumentando este ser um dos motivos). Mas entendo que a culpa não é somente da Globo, da Band ou da Esporte Interativo (ou qualquer outra mídia que transmita vôlei) como muitos pensam. Também tem muita culpa a CBV, os clubes e empresas que patrocinam ou montam clubes (Cimed, Banespa, Bradesco, Pirelli, etc…) que começaram aos poucos a baixar as cabeças e as vozes e exigirem menos seus direitos como os astros do espetáculo e exercerem o poder de barganha deixando a tudo a vontade da Globo para fazer o que bem entender (fazendo inúmeras alterações em dias e horários de jogos, jogo único na final, entrevistando o atleta fechando a imagem na cara entre outros absurdos), os tratando no final das contas como os “bobos da corte” do espetáculo. Claro que a Globo tem o direito de fazer a política comercial que achar que deve fazer, mas omitir uma informação que já é de conhecimento público, criando confusão naqueles que acompanham e desestimulando outros a investirem é, no mínimo, um abuso ao esporte brasileiro. pena que quem deveria se importar fingem que estão todos em um ambiente suave e tranquilo com aquilo que recebem.

        • Alguns poderão dizer que se um patrocinador sai, o clube fica. Em termos, isso é verdade. Mas quando isso acontece, em muitos casos, será que os clubes terão times para o próximo campeonato e será que arrumaram patrocinadores a fim de bancar um time sem serem valorizados da maneira que deveriam. Isso a CBV deveria ir atrás, os clubes e empresas também. Mas poucos (ou quase nada) fazem para mudar o panorama. E continuam recebendo as migalhas da Globo, achando que é a salvação do esporte brasileiro. Uma pena. E o legado para o futuro??? Será que a Cimed, o Banespa, a Pirelli serão citados assim ou simplesmente chamados de “Florianópolis”, “São Bernardo”, “Santo André” entre outros adjetivos??? O Esporte brasileiro precisa de mudanças já!!!

    • Daniel Bortoletto

      Não dá para comparar futebol com qualquer outro esporte no Brasil, Léo. Sem TV e sem citar os patrocinadores, ninguém vai investir um centavo no esporte olímpico. É simples

  • Anderson

    Bom era o tempo que tinhamos no volei a Pirelli, Banespa, Colgate, Supergasbrás, no futsal era GM, Bradesco, Perdigão, no basket a Microcamp, Unimed, Cica/Dino Salvador, BCN/Piracicaba, Minercal, Leite Moça/Sorocaba e Seara/SP bons tempos que não voltam mais, eramos recheados de craques e a emissora mandatária no esporte brasileiro quer atrapalhar mais ainda.

  • Felipe Lima

    O problema da história do “nome” do time é simples: Quem montou o time foi o patrocinador, o time é dele de direito; a cidade-base não é definitiva. É semelhante às franquias dos times da NBA, por exemplo. Antigamente, os Hornets eram de Charlotte, agora se situam em New Orleans (acho que é isso). Exemplo aqui no Brasil nós temos o do Rexona que saiu de Curitiba e foi pro Rio, mas o dono da equipe é o mesmo ainda (Unilever). Só mudou de casa! Mais um exemplo: o Grêmio-SP, que saiu de Barueri e agora fica em Pres. Prudente…
    Resumindo: a equipe é do patrocinador e ele vai procurar a melhor casa pra ele se hospedar até que surja outra melhor ainda!

  • alexandre

    tudo tem um lado bom e um ruim, o bom como todos estao dizendo mais esportes diferentes de futebol na tv, deviamos fazer uma campanha para o basquete tambem!!!!!!!! o ruim é que quem banca tudo parece que nao banca nada, precisamos acabar com isso ou o esporte vai acabar com a saida dos patrocinadores, alias que saudade do time de volei do banespa e da pirelle, quantas vezes fui ao ginasio do ibirapuera ver esse classico. um abraco.

  • Tiago

    Não haverá transmissão pela net mesmo?

    • João Vitor

      Thiago a resposta é Não. Concordo com o Daniel, os patrocinadores são quem bancam as equipes.

      http://esporteeesportistas.blogspot.com/. Acessem meu blog sobre esportes. Basquete, com a NBA e o NBB, Fórmula 1, Moto GP, Tênis, Natação, Vôlei, Handebol, NFL, Rugby, MLB, NHL, MMA, Judô e muito Futebol. Principais campeonatos nacionais, Champions League, Europa League. Acessem, divulguem e comentem.

  • antonio carlos

    sempre a globo quando será que as outras emissoras vão da um chega prá na globo!!!!!

    • Felipe Lima

      Com o poder de alcance da “poderosa”, fica difícil disputar qualquer contrato de transmissão.

  • Alberto Maciel

    Galera ..

    Qual é o horário que passa os jogos??

  • anderson kozama

    Tem uns idiotas que são globistas futebol clube que não entendem que os times são os patrocinadores.

    imagine o corinthians ser chamado de tatuapé,palmeiras de perdizes,são paulod e morumbi,flamengo de gavea,fluminense de laranjeiras f.c,botafogod e niterói f.c.

  • clebson

    pelo menos agente vai poder ver o melhor que é o jogo não é
    e eu adoro o võlei…
    pega leve globinho…

  • Alguém sensato

    Vcs ja imaginaram no futebol o Flamengo ser chamado por décadas de “Petrobrás”? Ou o Fluminense de “Unimed”? Acho que vcs estão confundindo duas coisas diferentes, uma coisa é a empresa criar do nada um clube, com razão social sendo o nome da própria empresa, e levar esse time a Superliga.

    É o que acontece no futebol por exemplo com o Sendas FC ou Estácio FC, que são clubes criados por uma rede de supermercados e uma universidade. Se eles chegarem um dia na primeira divisão, a Globo vai ter que engolir e falar o nome deles.

    Outra coisa completamente diferente é a empresa simplesmente patrocinar e por isso querer impor seu nome ao do clube.

    • Anderson Kozama

      Flamengo,Fluminense ,Santos,Corinthians e outros clubes de futebol são empresas,vendem suas marcas,por que a globo nao chama o flamengo de niteroi?…fluminense de laranjeiras,Santos de praia FC e Corinthians de tatuapé?.
      O que a globo faria se tivesse dois Times de Voley do rio de janeiro e dois times de voley de Osasco?
      Digamos que o que ela faz é não apoiar o esporte amador e quem realmente sustenta o voley no Brasil e ainda fica cobrando resultados em olimpiadas,outra coisa… a record vai passar as olimpiadas de londres,veremos se realmente a globo vai apoiar.

  • Alguém sensato

    Minha opinião é parecida com a do Roberto Barreira, os clubes devem ser chamados pela sua razão social. Rio de Janeiro VC deveria ser sempre Rio de Janeiro, nunca Rexona, Unilever, Rexona-ades, imagina cada ano a empresa resolve promover uma marca e o time muda de nome?! Sem noção.

    Por outro lado o caso do Cimed é um pouco diferente, ele é registrado como Cimed mesmo, então assim deveria ser chamado.

  • Olá Alguém sensato. O que disse comentário acima é que Uilever e Sollys/Osasco tem em seus registros na CBV esses nomes (Rio de Janeiro e Osasco, respectivamente). Mas defendo sim que o time seja chamado pelo nome de competição (afinal como a CBV e os times fazem a divulgação de seus trabalhos, não é pelos nomes de competição???) desde que haja bom senso na parte comercial (por exemplo, não botar uns três, quatro nomes de patrocinadores junto ao nome do clube, o que acho pavoroso). Antigamente, o Vôlei era transmitido com destaque na TV Aberta, sem essas posturas ridículas e hipócritas por boa parte da mídia. Quem bancava era respeitado e ponto final.

    E hoje o que acontece??? Como disse o Daniel, quem banca os times são últimos a receber os créditos (e isso quando recebem é claro).

    Abraços.

  • Werlison Moraes

    Simplesmente parabéns Daniel, você está coberto de razão. E para os que são contra a exposiçõa do nome dos patrocinadores, entedam que não seríamos campões olímpicos hoje, se não fosse por eles.

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