Vivo/Minas e Vôlei Futuro atropelando na reta final



A coluna Saque, sempre publicada aos domingos no LANCE!, é sobre os dois times que estão “on fire”, como gostam de chamar os americanos: Vivo/Minas, no masculino, e Vôlei Futuro, no feminino. Confira:

Sabe aquele cavalo que passa a prova no meio do pelotão e atropela todo mundo na reta final, deixando alguns favoritos para trás? Na Superliga, Vivo/Minas, no masculino, e Vôlei Futuro, no feminino, despontam como os dois puro sangue que já tentam ficar cabeça a cabeça com os líderes da competição.

Os mineiros conquistaram, ontem, a oitava vitória seguida no returno. Em Belo Horizonte, 3 a 2 na vice-líder Cimed, que claramente sente a falta do levantador Bruninho, lesionado.

No papel, o time do Minas é bom, mas demorou para se acertar. O levantador Marlon chegou ao clube após o Mundial. Na Itália, no ano passado, ele viveu um drama pessoal, correu o risco de ser cortado e só se recuperou para jogar os últimos jogos. Agora, está novamente mostrando toda a sua categoria. Nas demais posições-chave, velhos conhecidos da fanática torcida de BH: o oposto André Nascimento, o ponta Ezinho e o central Henrique, que já conquistaram a Superliga pelo clube. Junte o americano Russell e tenha um time competitivo, cada vez mais no espírito do técnico Marcelo Fronckowiak.
Na classificação, o Vivo/Minas ainda está em quinto, mas pode roubar o quarto posto do BMG/Montes Claros para ter o mando de quadra nas quartas de final. Nas rodadas finais, o time de BH encara Fátima/Medquímica/Sogipa e Volta Redonda, já eliminados, fora de casa. O rival mineiro jogará em Santa Catarina contra Soya/Blumenau e Cimed.

No feminino, o badalado Vôlei Futuro, mesmo ainda sem a levantadora americana Alisha Glass, bateu a líder Unilever e o vice Sollys/Osasco nas duas últimas rodadas. Os resultados permitem ao time de Paula Pequeno e Fabiana sonhar até com a liderança, apesar de precisar contar com mais duas derrotas das cariocas comandadas por Bernardinho diante do Pinheiros/Mackenzie e do Sollys.

Ainda que termine em terceiro, a equipe de Araçatuba começa a provar o que na teoria já era falado antes até de a Superliga começar: tem força para encerrar a hegemonia dos rivais de Rio de Janeiro e de Osasco.

Os playoffs prometem páreos muito equilibrados. Apostas?



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