Vitórias que dão um certo alívio



Fala, pessoal! Tudo bem?

Antes de tudo, uma explicação para quem não me segue no Twitter. Na quinta-feira, passei todo o dia no 1º Encontro de Jornalismo Esportivo das Américas, o que me impossibilitou de ver a vitória do Brasil sobre a China e consequentemente atualizar o blog.

E admito ser um alívio voltar a escrever aqui após duas vitórias brasileiras na fase final do Grand Prix. O triunfo de hoje sobre Cuba, em sets diretos (25-17, 25-12 e 25-14), foi categórico e emblemático.

Categórico pelas parciais, que deixam claro o domínio sobre as caribenhas. Como dito na fase anterior, Cuba tem um time forte fisicamente, como faz parte de sua escola, mas bem pior tecnicamente e que erra demais em comparação às gerações vencedoras das décadas passadas. Hoje não foi diferente (veja números abaixo).

Emblemático por ter acontecido após Zé Roberto modificar a equipe titular. Fernandinha jogou no lugar de Fabíola, Adenízia entrou na vaga de Fabiana e Garay substituiu Jaqueline. As três antigas titulares realmente deixaram muito a desejar em alguns jogos, marcados pela instabilidade em quase todos os fundamentos. Já as ex-reservas tiveram atuações bem mais regulares contra as cubanas.

O fundamento que funcionou com perfeição foi o saque, com 12 pontos. Adenízia marcou cinco deles, Fernandinha, três.  Importantíssimo também o número de erros da Seleção nos três sets: apenas quatro. Para comparar, Cuba deu 28 pontos de graça para o Brasil.

Zé ainda foi além nos testes. Apenas uma líbero em quadra: Fabi. Mari, Dani Lins e Juciely foram titulares no terceiro set. A oposto, por exemplo, fez quatro pontos, um a menos do que Sheilla, que atuou nas primeiras parciais.

O Brasil ainda está na briga pelo título com as reservas americanas, que mais uma vez mostraram força e venceram a Turquia, de Marco Aurélio Motta, por 3 a 1. Porém, ainda bato na mesma tecla: tirar as dúvidas que restam para Londres e encontrar um time titular serão os maiores legados deste Grand Prix.



  • Luiz

    A perda deste titúlo só tem um culpado. E ele se chama Zé Mané Guimarães. Ele demorou uma eternidade para ver que a seleção NÃO PODE CONTAR COM A JAQUELINE DE TITULAR. ALGO QUE ATÉ QUEM NÃO ENTENDE DE VÔLEI JÁ SABIA. QUE PENA!!!!!

    • Carlos

      Qual título perdeu? ainda não perdeu nada. ô meu pai, dá.nos paciência p os pais e mães Dina´s da vida

      • Luiz

        Você já viu a pontuação? Não é ser mãe Dina, é simplesmente contar com a verdade.

        E mesmo que os EUA percam um jogo e a seleção brasileira vença o Grand Prix não apaga a falta de coragem do Zé Roberto. Ele demorou demais para mudar o time.

        • Carlos

          então não se deve tentar recuperar as pessoas? quer dizer que somos todos descartáveis Luiz? O objetivo é Londres e lá o ZRG precisa de uma equipe e não apenas de 6 jogadoras!!
          O ZRG sabe o que faz, foi ele e não nós que ganhou 2 ouros olímpicos. Tem calma.

      • César Castro

        Tirou as palavras da minha boca!

        • se algum dos leigos e palpiteiros de plantão tem mais de duas medalhas de ouro olimpica, fale agora ou se cale para sempre, zé roberto é o melhor tecnico de volei do mundo. por favor deixe ele trabalhar. o zé nunca teve o melhor material humano com Usa, Russia, Polonia é Cuba volei n é só material humano, é treino, tatica, equilibrio,determinação, garra, vontade de vencer é o principal de todos um grupo muito unido, vamos torcer unido também. vamos fechar a latrina é so torcer, Brasil, Brasil, Brasil…

    • André

      Gostaria de ser um “Zé Mané Guimarães” e ter dois ouros olímpicos, uma Champions League, camp. italiano, turco, superliga feminina, Grand Prix, Liga Mundial…

      • César Castro

        Minha sábia mãe diz que quem fala demais fala besteira. Quem comenta demais…..

  • Afonso RJ

    Desde o início foi bastante comentado que esse Grand Prix não valia nada, a não ser como uma espécie de laboratório para os jogos olímpicos. Me desculpem os fãs do volei feminino cubano, mas essa seleção atual não está jogando nada. Por ser uma equipe jovem, ainda pode ter muito a evoluir, mas a bem da verdade, atualmente está uma porcaria. Não é à toa que não se classificou para os jogos olímpicos. Da mesma forma, a seleção chinesa, pricipalmente sem a Bebezão, não vem jogando nada. Fraquíssima. Excessão honrosa: a ponteira Hui. Turquia é uma incógnita, mas eu diria que ainda sem bagagem em competições de alto nível. Taiwan é potência de segunda categoria. USA com seleção B. Nos bons tempos, a seleção brasileira principal ganhava essa competição sem perder um set.

    É bem verdade que a seleção vem apresentando progressos, mas essa competição meia bomba não é parâmetro para nada. Muitas das grandes forças do vôlei feminino nem se dignaram a dar as caras. Estou me referindo a Itália e Rússia. Isso sem falar no Japão, que sempre dá trabalho e nos venceu no último mundial, e uma Coréia, que com a Kim inspirada também pode complicar.
    Assisti aos jogos contra a China (VT) e contra Cuba (ao vivo), dois adversário no mínimo pífios.
    Concordo que houve avanços, mas ainda falta muito daquela constância, agressividade e técnica apurada que caracterizaram nossa seleção de quatro anos atrás.

    Sem querer dar uma de Cassandra, mas mesmo que a seleção vença a Turquia e consiga o segundo lugar nesse Grand Prix, não se iludam; ainda estamos muito longe de ter um time com reais condições de lutar pelo pódio, que dirá pelo título olímpico.

    PS: Todo dia rezo para estar errado e que com a maior alegria tenha que engolir todas essas minhas previsões catastróficas 🙂

    • Diego

      Onde é que assina? Disse tudo, nada a declarar. Por ser um admirador da Jaqueline, a vejo muito inconstante neste time, tarde foi a percepção do Zé (ou não) de tê-la mudado logo e colocado a Garay. Esta mudou a cara da seleção quando entrou no jogo contra a China, ficou claro que Garay é superior no passe do que a Jaque, bem como no ataque. Apesar da “evolução” de todo o time, repito suas palavras: “ainda estamos muito longe de ter um time com reais condições de lutar pelo pódio, que dirá pelo título olímpico.”

    • Logan

      Concordo contigo,

      O GP deste ano, ao meu ver, vale para expor o quanto a seleção está ruim. Há quatro anos, a seleção voava nesta mesma competição. Deu no que deu: ouro olímpico. Mas a seleção vem de um ciclo olímpico irregular com poucas inovações e muitas teimosias. É assustador ver os comentarias do esporte exaltarem as vitórias e identificarem evoluções diante de adversários pífio, como as atuais gerações de Cuba e China. “Fabiana fez a melhor partida…” Contra quem? A mesma seleção chinesa derrotada hoje pela Tailândia e que não teve nenhum resultado expressivo nas competições realizadas neste ciclo olímpico: Copa do Mundo, Mundial e o próprio GP. Vai exaltar vitória sobre isso? Ainda mais perdendo set?

      A mesma história no jogo de Cuba. O outro comentarista lá disse que a seleção voou. Voou contra quem? Um timeco que cometeu um set inteiro em erros.

      Exaltar boa atuação de fulana e ciclana contra essas equipes é muito simplório e irreal. É obrigação de Fabiana jogar bem contra uma China sem força. Ou da seleção passear em cima de uma Cuba juvenil.

      Para mim, a única coisa digna de análise é a derrota para a seleção americana RESERVA. E isso precisa ser destacado. A força máxima brasileira perdeu para as reservas yankes. E o que falou alto naquele jogo: estratégia bizonha de revezamento de líberos, levantadoras ineficazes, Sheilla sobressaindo mais na técnica do que na potência. Teimosias, teimosias e teimosias.

      Enquanto as outras seleções do mundo fazem laboratórios no GP, o Brasil evidencia problemas de uma geração envelhecida em que as novas (e em melhor forma) parecem ter de implorar para atuar por alguns minutos.

  • Londres 2012

    Ufaaaaaaaaa finalmente JAQUELINE NO BANCO já era ++++ do que a hora, Mari tem q ser titular nesse time sempre. JAQUELINE não tem ataque e os cometáritas “formadores de opinião” que acham que ela de fundo de quadra, não sabe nada.

  • Darci

    O rendimento da seleção contra China e Cuba, nessa fase, foi bem melhor do que o obtido na etapa anterior.

    Achei a disputa contra a China bem agradável de se assistir, apesar da escorregada no segundo set. Mil vezes os 3×1 de agora do que os 3×0 da partida anterior contra a China, que, no confronto mais recente, também apresentou um vôlei de melhor nível. Defesa mais concentrada e belas jogadas de velocidade no ataque. São jovens e parecem ter futuro.
    Contra Cuba, o Brasil fez agora o que já deveria ter feito no jogo anterior, pois se trata de uma equipe inferior. O mais interessante foi a alteração da equipe no terceiro set não ter desorganizado o nosso jogo.

    Ponto comum aos dois confrontos: jogamos melhor com duas ponteiras que atacam.

  • Rodrigo Brum

    Jaqueline mereceu ir para o banco no Gran Prix . Teve muitas chances de confirmar sua fama de “fundamental” para o time, mas decepcionou até nos fundamentos nos quais era “supostamente” impecável. Agora, espero que tenha acabado essa sua posição de “intocável” junto à comissão técnica.
    No mais, gostei das mudanças no conjunto (só faltou a Camila no lugar da Fabi). E gostei muito de ver a Mari atuando no terceiro set e botando a Sheilla no bolso. Se a loira tiver mais chances no Gran Prix é bom a Garay abrir o olho, pq bem capaz de o Zé voltar com ela de ponteira para a olimpíadas…e de titular.

    • Luiz

      Também espero que Jaqueline fique no banco. Só entrar se alguma ponteira estiver em dificuldades. Só assim.

  • tuliobr

    Confesso que me entristeceu ver em quê se transformou o voleibol feminino de Cuba. Reflexo da situação do país, uma ilha-prisão vítima de uma ditadura anacrônica e odiosa. Seu jogo está obsoleto, e as melhores jogadoras fogem do país na primeira oportunidade que surge. A partida de hoje não serviu para nada. Em três sets, Cuba deu vinte e oito pontos em erros! Perderia para um time de cones da Companhia de Engenharia de Tráfego.

  • rogerio

    FABIANA TITULAR.

  • André Felipe da Silva

    Algumas considerações.
    Apesar de não ter visto o jogo, reafirmo o que já havia mencionado há algum tempo atrás no blog: o fato da Fernandinha assumir a titularidade desse time é (ou era) apenas questão de tempo. Fabíola é insegura, imprecisa nos momentos mais importantes e não tem bola pra ser titular numa olimpíada. Espero que a comissão técnica tenha finalmente visto isso. A Adenízia já faz chover no block há muito tempo e deve barrar a Fabiana: Olimpíada é isso, joga quem está melhor, o nome já era, quem vive de passado é museu. Pra mim, a melhor seleção para Londres seria essa: Fernandinha, Fabíola, Sheila, Mari, Garay, Paula, Jaqueline, Adenízia,Thaísa, Fabiana, Camila e Sassá (Natália no lugar da última,se realmente apresentar condições de jogo o que acho muito difícil). O que achas Daniel?

  • Afonso RJ

    ALGUMAS REGRAS PARA SE FAZER UM COMENTÁRIO IDIOTA:

    1 – Encha-se de empáfia, suba no alto de um pedestal e afirme aos quatro ventos que você entende mais de vôlei que o Zé Roberto Guimarães, que afinal de contas tem apenas dois títulos olímpicos. Diga que você enxerga melhor que ele quem está jogando bem, quem deveria entrar, quem deveria ser titular, quem está em melhores condições físicas e técnicas. Enfim: demonstre que você faria um trabalho melhor que o dele.

    2 – Seja dogmático quanto ao desempenho das atletas: fulana não joga nada, beltrana amarela na hora H, sicrana é de longe melhor (ou pior), essa ou aquela só sabe jogar na Superliga. É bem verdade que uma ou outra jogadora pode estar atravessando um mau momento, mas adorei quando a Mari esfregou o amarelo do ouro na cara dos que a rotularam de amarelona.

    3 – Seja “dono da verdade”, e que a sua opinião é a que vale, e não o que ela realmente é, ou seja: mais uma opinião. E por ser melhor ou pior embasada, pode ou não corresponder à verdade. Humildade, afinal é para perdedores otários, né?

    4 – Utilize a palavra “FATO”, quase como interjeição. E de preferência assim mesmo: em caixa alta.

    5 – E falando em caixa alta, abuse desse artifício para enfatizar termos ou expressões, e, porque não, aproveite para fazer o comentário inteiro em maiúsculas. Afinal parece que a maioria das pessoas não escuta bem, e você precisa gritar para que seja ouvido por esse bando de surdos.

    Essas são as que eu me lembro agora, e creio haver muitas mais. E de antemão peço desculpas se eu próprio num momento de maior emotividade eventualmente seguir uma ou mais dessas regras. Afinal, ninguém é de ferro. 🙂

    • Carol

      hahaha falou tudo. Há cada comentário!!! tentam chamar o Zé e o Bernadinho de retardados, o povo tem que entender que não brotam talentos todo dia, que as pessoas não são descartáveis e que toda renovação tem altos e baixos. Nenhum técnico campeão abre mão assim de um Ricardinho, Mari, Fabi, Giba e Fabiana.
      Eu ainda acredito em medalhas em Londres, seja de qual cor for, o importante é voltarem com medalhas.

      • Darci

        Com freqüência, afirmam que o Zé não tem coragem de renovar. Não contam com o fato de que foi esse mesmo técnico quem levou as muito jovens Mari e Fabizona para Atenas/2004, competição da qual Paula Pequeno (22 anos) só não participou por causa de uma lesão.
        Também foi ele quem modificou praticamente toda a equipe a partir de 2005 e quem convocou a central Thaísa, hoje com 25 (vinte e cinco) anos, para Pequim/2008, competição disputada por uma equipe composta de atacantes e meios-de-rede de raro talento e pouca idade.
        O problema, para mim, é que de 2008 para cá, diferentemente do que ocorreu a partir de 2004, não surgiram novas atletas como as citadas: altas, fortes, extremamente talentosas e aptas a disputar os jogos olímpicos com tão pouca idade. O mais próximo que temos disso, hoje, é Natália.
        De um modo geral, creio que insistência do Zé em manter as jogadoras experientes que aí estão se deva muito menos a sua gratidão pelos serviços por elas prestados e muito mais à falta de uma boa safra de novos talentos, que pudesse ser preparada a tempo de disputar estas olimpíadas.

        • Afonso RJ

          Magnífica colocação!!!

    • César Castro

      Huahuahuahua.

      Esse AfonsoRJ agora acertou em cheio.

    • Fabio

      Amigo, se existe um campo chamado “Deixe um comentário”, está subentendido que cada um tem liberdade para expressar sua própria opinião. Era da internet é isso.
      E que bom que tem muita gente comentando, significa que o povo brasileiro se interessa por vôlei.

      Se você prefere consumir informação da forma antiga, é muito simples, os comentários só aparecem se você clicar no link. É só fingir que ele não existe.

      • Afonso RJ

        Amigo, se existe um campo chamado “Deixe um comentário”, está subentendido que cada um tenha liberdade de expressar a sua opinião (o qua não quer dizer que que essa mesma opinião não possa ser idiota). Era da internet é isso (muita gente fazendo comentário idiota).

        E que bom que TENHA muita gente comentando, o que significa que o povo brasileiro se interessa por volei (o que não justifica que muitos só apareçam para fazer comentários idiotas).

        Eu gosto de consumir informações de todas as formas disponíveis. Está no meu direito e não vou abrir mão de clicar nos links por causa da existência de alguns comentários idiotas. E se existem coisas que me incomodam, não vou ser passivo ou covarde ignorando a sua existência.

        E você perdeu uma ótima oportunidade de ficar calado.

      • Andrei

        Concordo plenamente contigo. Podemos não concordar com as opiniões alheias, mas devemos respeitá-las. Taxar pessoas como idiotas por divergências de pensamentos, soa no mínimo arrogante e intransigente. Há uma grande diferença entre um conselho reflexivo e dar lições de moral.

        • Afonso RJ

          Quando postei esse comentário, sabia que apareceria um monte de gente com um monte de argumentos para justificar comentários idiotas. É que a carapuça serve 🙂

  • SÉRGIO ROSWELL

    Ganhar de Cuba, DESSA CUBA AÍ é como BATER EM BÊBADO…
    Ganhar da China também num é nada disso aí não…
    TOMARA QUE A JAQUELINE VOLTE A JOGAR UM POUQUINHO…DESENHEM A CARA DO PÉSSIMO MURILO NA BOLA…QUEM SABE A DRA “JACK” SE TRANSFORME NUM ÓTIMO “MR. HIDE”…DANDO PORRADAS NA BOLA…
    TOMARA QUE A SENHÔRA MARI FAÇA ALGUNS PONTINHOS…
    TOMARA QUE A SENHÔRA MARI NÃO SAQUE NA TORCIDA….(OU REDE)…
    TOMARA QUE A SENHÔRA MARI RECEPCIONE (A BOLA) DIREITO, DE VEZ EM QUANDO…
    TOMARA QUE A SHEILLA PENSE MAIS NA SELEÇÃO DO QUE EM CONTRATOS (como todo mundo, certo, mas as RESERVAS querem jogar também).
    ENFIM, TOMARA QUE A MARI JOGUE BEM.
    ENFIM, TOMARA QUE A JAQUELINE JOGUE BEM.
    ENFIM, TOMARA QUE A PAULA PEQUENO JOGUE BEM
    ENFIM, TOMARA QUE TODA A SELEÇÃO JOGUE BEM.
    MAS NÃO SÓ CONTRA TIME DE BÊBADO…

    • Sergio

      Tomara que tu pares de incomodar. E o Moreno tá bem? Qdo vcs vao jogar bola? Beleza então, abraço Xará

  • Welmer

    Daniel, que canal transmitirá a Yeltsin Cup????

    • Felipe

      Ja é oficial que o Bandsports vai transmitir !

  • CMA

    Daniel não se iluda, o time de Cuba é simplesmente horroroso. não da para ficar muito confiante. vale lembrar que elas não estarão em Londres.

  • Jailson

    WOMEN´S CHAMPINONS LEAGUE 2012/2013

    Grupo A
    – RC CANNES (FRA)
    – Vakifbank ISTANBUL (TUR)
    – Volero ZÜRICH (SUI)
    – Uralochka-NTMK SVERDLOVSK REGION (RUS)

    Grupo B
    – Atom Trefl SOPOT (POL)
    – MC-Carnaghi Asystel VILLA CORTESE (ITA)
    – Rabita BAKU (AZE)
    – Agel PROSTEJOV (CZE)

    Grupo C
    – Unendo Yamamay BUSTO ARSIZIO (ITA)
    – ASPTT MULHOUSE (FRA)
    – Dinamo Romprest BUCURESTI (ROU)
    – Galatasaray ISTANBUL (TUR)

    Grupo D
    – Eczacibasi VitrA ISTANBUL (TUR)
    – Tauron MKS DABROWA GORNICZA (POL)
    – DRESDNER SC (ALE)
    – Azerrail BAKU (AZE)

    Grupo E
    – Dinamo KAZAN (RUS)
    – 2004 Tomis CONSTANTA (ROU)
    – SCHWERINER SC (ALE)
    – Robur Tiboni URBINO (ITA)

    Grupo F
    – Crvena Zvezda BEOGRAD (SRB)
    – Dinamo MOSCOW (RUS)
    – Lokomotiv BAKU (AZE)
    – Bank BPS Fakro MUSZYNA (POL)

    Fonte: Blog Vôlei Sem Fronteiras

    Lembrando que o Fenerbahçe não venceu o Campeonato Turco e nem foi convidado,por isso Mari e Paula não jogaram a Champions league.

    • Jailson

      Correção: ”Mari e Paula não JOGARÃO a Champions League”

  • Matheus

    Meu quando elas perdem todo mundo reclama,agr que elas ganham todo mundo fica criticando mesmo assim,vamos dar uma moral pra elas,elas jogaram muito bem, só tiveram 4 erros.A mari jogou muito bem,mas para mim ela n deve ir para Londres,nem sempre ela joga bem,Zé sempre tem que muda a posição dela para ela se senti mais confortável,Sheilla tem que se titular e p mim sua reserva tem que se Tandara!!!

  • lucas

    Dani Lins e Fernandinha; Mari e Sheila; Ade, Juciely e Thaisa; Paula, Fernanda Garay e Jaque; Fabi e Camila. O time que Zé deveria levar pra Londres! Time jogando solto demais, sensacional! Deram uma aula contra Tailandia!!!

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