Visita dos campeões mundiais de vôlei de praia



Alison e Emanuel (foto de Alexandre Loureiro)

Emanuel e Alison estiveram na redação do LANCE!, no Rio de Janeiro, no início desta tarde.

A ressaca pela conquista do título mundial passou, tanto que eles já reiniciaram os treinos físicos e nesta quinta-feira voltarão a treinar com bola, na Praia do Leme. Ainda não tiveram muito tempo para curtir a família, já que os compromissos publicitários e entrevistas tomam conta da agenda. Mas eles sabem que o sacríficio é válido após o ouro.

De posse da reluzente medalha conquistada em Roma, eles fizeram um balanço do período em que jogam juntos  e, com a pontuação que já somam no ranking da Federação Internacional, já iniciam um planejamento olímpico mais consistente.

Paro por aqui para não entregar tudo o que será publicado na edição do LANCE! de amanhã.

 



  • Justin

    Bem que o Alison podia posar na G Magazine!!! Eta homem lindo, parece um Hércules!!! Ia ser um estouro…

  • tigrao

    È uma pena que os EUROPEUS e ASIÁTICOS conhecam E RESPEITEM mais os CAMPEOES MUNDIAIS: EMANUEL e ALISON que os proprios brasileiros: A QUANTOS ANOS NENHUMA TV ABERTA NAO TRANSMITE NENHUM JOGO DE VOLEI DE PRAIA? O VOLEI DE PRAIA É O ESPORTE QUE MAIS TRAZ MEDALHAS PARA O BRASIL A NIVEL MUNDIAL, A ultima vez que vi um jogo de VOLEI DE PRAIA na TV ABERTA foi no PAN/2007, 4 anos atrás!!!!
    O JAPAO, por exemplo, nao ganha nada no volei de praia e investe mais que o BRASIL em termos de patrocinio.

    • Afonso (RJ)

      Concordo plenamente, Tigrão.

      Tirando o futebol, a história do esporte brasileiro é mesmo uma história de abnegados. Tem atletas de alguns esportes que passam até fome para no fim nos trazerem vitórias maiúsculas. Têm seu momento de glória enquanto ajudam a mídia a faturar, para serem quase que imediatamente esquecidos e relegados ao ostracismo. Quem ainda se lembra do Diogo Silva, ouro no Taekwondo no Pan de 2007?

      Na minha opinião, falta é uma legislação que incentive mais a divulgação dos esportes. A TV aberta (assim como praticamente toda a mídia) visa apenas o lucro como qualquer empresa capitalista. Quem se omite é o poder público que não cobra pelo seu evidente papel social exceto quando é em interesse próprio, com o famigerado “horário de propaganda política”.

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