Virada mantém vivo sonho de liderança do Sesc



A noite de quinta-feira foi marcada pelo interessante duelo entre Sesc x Vôlei Renata, na Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro. De virada, o time da casa venceu os campineiros por 3 a 1, parciais de 13-25, 25-23, 25-23 e 25-23.

O resultado manteve o Sesc em segundo lugar, agora com 28 pontos (nove vitórias e uma derrota), dois atrás do líder Sada/Cruzeiro 30 pontos (dez vitórias e uma derrota), já na Polônia para a disputa do Campeonato Mundial. Na rodada final do turno, o time comandado por Giovane Gávio enfrentará o Sesi, quarto colocado com 20 pontos. Triunfo em São Paulo dará o título simbólico de campeão do turno aos cariocas.

João Rafael foi o destaque da partida no Rio (Luciano Belford/Divulgação)

Uma campanha a ser comemorada pelo Sesc em seu primeiro ano de Superliga. Até agora foram apenas sete sets perdidos, por exemplo. Mais do que números o time tem jogado bem. Thiaguinho imprime muita velocidade ao ataque, João Rafael voltou após uma lesão na panturrilha e já foi eleito o melhor em quadra contra o Vôlei Renata (18 pontos marcados), Maurício Souza é bola de segurança pelo meio. Ontem, o Sesc sofreu, principalmente no primeiro set, com a ausência do líbero Tiago Brendle, com lesão muscular. Alê, o substituto, demorou para encontrar o melhor ritmo no passe. Mas compensou com bom desempenho na defesa.

E olha que o Sesc foi testado, já que a atuação do Vôlei Renata, oitavo colocado, também foi digna de aplausos. Leandro Vissotto anotou 28 pontos e certamente ganharia o Troféu VivaVôlei Cimed caso os equilibrados sets finais tivessem terminado com triunfo dos paulistas. Pela atuação de ontem, ficou claro para mim que o Horacio Dileo pode ter no returno uma campanha bem melhor do que a atual: 11 pontos, oitavo lugar, após quatro vitórias e seis derrotas. É um elenco “curto”, como dito no meio do esporte. O time titular precisa funcionar quase na plenitude o tempo todo. E por ter jogadores mais veteranos o custo é mais alto, mas que já deu provas de competitividade.

– Nosso time trabalha duro, tem um caráter legal, é um grupo bacana, mas sabemos que temos algumas limitações. Por isso, temos que jogar sempre no limite, fazendo o nosso melhor e um espaço qualquer que damos complica. Quanto mais contra um time de qualidade como o Sesc RJ, que tem bastante volume, com campeões olímpicos, jogadores de seleção, não pode dar vacilo. Mas o time está de parabéns. Lutamos e jogamos bem – analisou o campeão mundial Vissotto.



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