Vaivém: A situação do novo time do Sesc



Herdar uma vaga na Superliga ou estrear no cenário nacional na Superliga B em 2016/2017?

Esta é a situação do Sesc, novo projeto no Rio de Janeiro no vôlei masculino (relembre aqui: Novo time no Brasil).

Já é discutida a segunda opção, atualmente a mais viável. Explico:

Não existe a possibilidade de o Sesc virar patrocinador de um time já existente, por exemplo, Juiz de Fora ou Castro, ambos com vaga garantida na elite na próxima temporada. Isso é contrário ao regulamento das instituições do Sistema S (Sesi, Sesc, Senai, Senac), que precisam investir a partir do próprio CPNJ, sem associação com outro. E isso impede que o Sesc patrocine qualquer time existente. Tentei ser o mais simples possível para que compreendam o cenário.

A CBV já adiantou que não abrirá uma vaga nova para o Sesc na elite, situação que foi comum anos e anos atrás. Então, a chance que restou para o Sesc disputar a Superliga é esperar por alguma desistência e assim herdar uma vaga aberta, com aval da entidade. Mas isso pode demorar, algo que impediria a montagem de um supertime, o planejado inicialmente. Com a divulgação do ranking, que tem verba definida para o ano já está no mercado. Tanto que Bruninho era um dos alvos, mas acabou acertando com o Sesi.

Pessoas ouvidas pelo blog garantem que a entrada via Superliga B não faz o Sesc pensar em abortar o projeto. Entraria no primeiro ano com um orçamento mais modesto. E, conquistando a vaga na elite, voltaria ao desejo inicial de investir bastante.



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