Vaivém: Selecionáveis repatriadas pelo Vôlei Nestlé



O Vôlei Nestlé vai confirmar nos próximos dias os primeiros reforços para a temporada 2017/2018: a levantadora Fabíola e o ponta Mari Paraíba, que estavam no Volero Zurich, da Suíça.

Dois nomes para, ao menos, manter o nível da equipe vice-campeã nacional. Duas jogadoras com experiência internacional, passagens recentes pela Seleção Brasileira e bagagem para suportar a pressão de um projeto grande com obrigação de conquista de títulos. Ajudarão a formar com Tandara e Bia a espinha dorsal do time-base.

O salto de qualidade da equipe de Osasco, porém, pode ser dado com a escolha das duas estrangeiras. E neste ponto o Vôlei Nestlé precisa repensar os nomes escolhidos. Nas últimas temporadas várias gringas acabaram no banco de reservas. E minha crítica para qualquer clube brasileiro com orçamento para contratar estrangeiras é esse: se é para investir em nomes de fora o tiro deve ser certeiro. Fazer apostas é um risco. Adaptação, pouco tempo para mostrar serviço, idioma… Os obstáculos acabam sendo grandes e muitas vezes o investimento não dá retorno. Malesevic, Bjelica, Sanja Malagurski e Caterina Bosetti, por exemplo, passaram sem deixar tantas saudades. Lição aprendida para a próxima temporada? A ver!

 



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