Vaivém: O futuro do Brasil Kirin



Vice-campeão da Superliga na temporada passada e semifinalista na atual, o Brasil Kirin viverá um momento de incerteza no início do “mercado de contratações”.

E o motivo é atípico: o Cade. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica precisa aprovar a compra da Brasil Kirin pela Heineken, gigante do mundo das bebidas. Existe uma contestação no órgão das “concorrentes” Ambev e Petrópolis sobre o negócio, algo que trava o anúncio oficial.

Enquanto isso não for sacramentado, o time de Campinas não poderá ter o “sim” sobre a renovação contratual, já que a Brasil Kirin não tem mais autonomia para aprovar patrocínios enquanto a Heineken não assumir o controle da empresa.

Brasil Kirin é semifinalista da Superliga (Divulgação)

Brasil Kirin, de Dileo e Bruno Temponi, é semifinalista da Superliga (Divulgação)

Paralelamente, os gestores do time já adiantaram a renovação com os co-patrocinadores MRV, Unimed e Supermercado Paguemenos. É uma forma de não ficar totalmente depende da atual parceira principal do projeto.

Uma das certezas para a próxima temporada é o desejo de manter o argentino Horacio Dileo no comando. Ele é apontado como um dos pilares do bom trabalho do Brasil Kirin na atual Superliga, com muita ascensão sobre os atletas e uma forma de trabalhar “comprada” pelo grupo.

Já uma das maiores dificuldades será manter o campeão olímpico Maurício Souza no elenco. O central está na mira de times italianos e brasileiros para a temporada 2017/2018.



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