Vaivém: O fico de Thaisa



Está confirmada a renovação de contrato da central Thaisa com o Molico/Osasco.

Com a permanência dela e da levantadora Dani Lins, o vice-campeão da Superliga segura suas jogadoras com pontuação máxima no ranking, tendo mais tranquilidade para mexer em outras posições mais carentes.

O sim de Thaisa tem algumas análises possíveis. A primeira, sem clubismo envolvido, é não ver mais uma titular da Seleção jogando fora do país. É bom para o produto Superliga. Envolvendo o clubismo, certeza de que o torcedor do Molico/Osasco aprovou a notícia, já que perder uma das principais estrelas nunca é bacana. Outra forma de ler a notícia, pensando no aspecto  individual da jogadora, certamente é mais polêmico. Já não seria hora de a central atuar numa Liga Russa ou Turca? Não faria bem para o jogo dela? Neste caso, acho que as respostas para as perguntas seriam “sim”. Em algum momento da carreira, acho importante para qualquer atleta enfrentar uma aventura diferente, buscar novos desafios, outras dificuldades e motivações. Quase sempre o crescimento pessoal e profissional acontece. Mas ela disse não às propostas que recebeu do exterior e talvez pense que pode continuar evoluindo jogando “em casa”. Então é respeitar a decisão e deixar para analisar na próxima temporada.

 



  • Marcod

    Difícil evoluir em um campeonato tão fraco.

    • Marcelo Souza

      Mas sem nunca ter jogado fora do pais ela é bi-campeã olímpica 2008/2012.

      • fernando

        Sem evoluir aqui já foi: campeã da superliga…. campeã mundial de clubes.. campeã sulamericana.. campeã copa do brasil.. campeã de olimpidas.. campeã paulista… vice campea mundial…agora imagina senao evoluisse aqui????

      • jose herbert arujo

        Fechou Marcelo. Era o que eu ia dizer: SEM JOGAR FORA DO BRASIL, É UMA DAS MELHORES DO MUNDO E É SIMPLESMENTE BI-CAMPEÃ OLÍMPICA. SIMPLES.

        • jose herbert arujo

          E tem mais. alem de ser bom para a superliga, o exterior vê e observa que o vôlei brasileiro é tão forte quanto o russo, italiano e turco. Já pensou se Thaísa, Dani Lins, Fabizona e outras vão para o exterior buscar “evolução”. “Evolução” pra ser melhor, ah me poupe.

          • jose herbert arujo

            E tem mais, o exterior vê e observa simplesmente que o Brasil é uma potência sem ter suas jogadoras espalhadas pelo mundo, pois temos uma superliga forte e de ótimo nível. Valorizemos pessoa nossa superliga. Veja a Sheilla, qual a evolução ela teve na Turquia? até agora não ganho u nada. Jogar no exterior só é bom para a evolução pessoal, como se vc trabalhase em qualquer segmento e fosse transferido para outro país. Mas em termos de técnica o Brasil tem treinadores de sobra para fazer essas atletas “evoluírem”.

    • Edu

      Ela ganhou MVP de Copa do Mundo, do Top Volley e a melhor da posição no Mundial de Clubes.Contra as melhores jogadoras do mundo conseguiu se destacar e recebeu uma oferta de tal nível do Fenerbache para a primeira temporada que dificilmente não se colocaria para uma jogadora de campeonato fraco.Acho que até maior do que a Sheilla foi ganhando nesta temporada.

  • klaus

    Se ela evoluir será por mérito e esforço próprio por que com o Luizomar impossível isso.Olha a Samara , jogou bem no Pinheiros e foi só voltar e vimos no que deu.Até a Ivna foi melhor no Sesi e o que dizer da Dani Lins? Olha a diferença dela para o Sesi.E Adenízia que simplesmente estagnou.Enfim, é isso.

    • Rafael cruzeiro

      Quem reclama do luizomar, não sabe do esforço deste rapaz para manter o projeto nestlé aceso, ano após ano. Pode não ser um bernadinho, mas quem está no mesmo nível do bernardo? Na minha modesta opinião, somente o ZRG.

      • Sergio Roberto Santos

        São duas coisas diferentes. Uma coisa é a capacidade do Luizomar como empreendedor do vôlei. Outra é como técnico.
        Ele já viveu seu dia de Bernardinho quando venceu com o Flamengo, superando o Vasco que tinha um elenco superior.
        Mas realmente o Luizomar, que é competente, precisa refletir. Perdeu 2 superligas com o melhor elenco e agora montou um time equivocado com algumas jogadoras muito fracas

        • Sergio Roberto Santos

          Você esta certo que esta mentalidade existe. Não acho que uma jogadora precise sair para evoluir, não é uma condição necessária.
          Como as pessoas não podem questionar o Bernardinho diretamente, partiram para desqualificar a superliga.
          O Brasil possui o melhor vôlei do mundo e vários fatores mostram isso:

          1) O nível dos comentários nos blogs;
          2) 3 finais olímpicas consecutivas no masculino;
          3) Um bicampeonato olímpico no feminino;
          4) Os dois melhores técnicos do mundo;

      • klaus

        Sim Rafael, eu entendo o seu ponto de vista mas acho que isso não pode mais servir como desculpa pelo fracasso que o time tem tido.Então nesse caso ele nunca poderá ser demitido visto que correu atrás de patrocínio .Eu sinceramente não gosto dele como técnico .Acho que falta visão.

  • Léo

    Tava indo tão bem o post Daniel, mas permita-me discordar da parte “Já não seria hora de a central atuar numa Liga Russa ou Turca?”.
    Tenho muita preguiça desse tipo de opinião de país colonizado de o que vem de fora ser melhor do que é nosso. Desde a cerâmica portuguesa (do Brasil colonial) até a Superliga nacional.
    Ah nem! Será que isso nunca vai mudar gente?

    • Daniel Bortoletto

      eu acho o nível do Campeonato Turco e do Russo melhor do que o da Superliga.
      simplesmente isso.
      sem essa de achar que o Brasil é historicamente ruim

      • rogério

        E NEM TANTO PELO VOLEI TURCO OU RUSSO SER MELHOR, É MAIS POR GANHAR EXPERIENCIA MESMO, RODAGEM..EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL A MAIORIA DAS JOGADORAS QUE FORAM JOGAR FORA VOLTARAM MUITO MELHOR MAIS EXPERIENTE…CONCORDO COM VC DANIEL.

        • jose herbert arujo

          É mesmo meus caros, evoluir em que? Sem sair do Brasil ela já bi-campeã olímpica, foi treinada por melhores técnicos e campeões do mundo, Bernadinho, ZRG. Só se for pra ver outras culturas, interagir com o mundo, aí tudo bem, mas em termos de vôlei, não vejo muito isso não. O turco, italiano e russo é recheado de estrageiras e nem por isso se tornaram campeões olímpicos ou bi-campeões. Veja o caso do Rexona, vai para o mundial com uma equipe autenticamente brasileira. Claro que será difícil, mas tbm vai jogar muito.

  • Bernardo

    Uma jogadora como a Thaísa não precisa mais evoluir. Ela é a melhor central do mundo, e convenhamos, hoje a liga russa é inferior a brasileira. Os times não tem qualidade e tática menos ainda, é bola alta pra Gamova, pra Goncharova e pra Kosheleva, a Thaísa ia ter 5 dias para chegar no bloqueio duplo, e quando ela atacasse ninguém conseguiria pará-la, no Brasil o Bernardinho e a Fabiana conseguem dar um trabalhinho para ela. Já os outros times medianos são mais fracos que os medianos brasileiros. Se fosse anos atrás concordo, hoje o melhor campeonato é o turco, e olha que até o gigante Vakif não está lá essas coisas.

    • Thiago

      Melhor central do mundo? Ja ouviu falar da Rasic? Acho que não… Bernardinho da um trabalhinho pra ela??? Acho que de cada 10 embates Rio x Osasco, a Jucyeli fez mais mais pontos que melhor central do mundo em uns 8…

      • Marcod

        Você quer comparar Thaisa com Juciely? Thaisa não está nem aí para o clube e 100% seleção, diferente da Juciely que vive de Superliga.

        • Thiago

          Então amigo se ela não esta nem ai para time e Superliga, significa que não tem carater, afinal quem é que paga o salário dela???

    • Edu

      Desculpe, mas falar que a Liga Russa é inferior a brasileira e excesso de patriotada.Várias jogadoras sairão para ir ao mercado turco, pela crise econômica da Russia e comparavel perversamente a brasileira. O mercado turco hoje no feminino esta pagando hoje mais e tem o numero de 3 jogadoras estrangeiras restritas no campeonato local.Na Russia, são apenas duas estrangeiras permitidas por equipes.O contrasenso e que diversas empresas turcas investem no voleibol o que recebem royalties do serviço de condução do gás russo, cujos dutos passam no subsolo turco em destino para a Europa.Na Liga Russa cujas distancias de deslocamento são continentais tem video check em todos os ginásios no campeonato.Tem sua transmissão pelo Laola para nossa conferencia própria e apenas cito o que a Garay afirmou semana passada em seu Facebook.Dos campeonatos que disputou citando o japonês,brasileiro , turco: o russo e para ela considerada o mais competitivo e difícil.Com as jogadoras mais fortes ,altas e atléticas que já tinha enfrentado.

    • Edu

      Fernanda Garay disse e não eu : dos campeonatos que disputei o japonês , brasileiro, turco, o russo é o mais difícil e competitivo com as atletas mais fortes,altas e atléticas contra quem joguei.Todos tem direito a uma opinião e temos o Laola para conferir mas achar o campeonato da Superliga melhor que o russo é um excesso de otimismo para com o nosso campeonato.Para usar um eufemismo.Rogo que em breve alcancemos um nível de campeonato russo e o superemos com o passar do tempo.Para isso devemos igualar algumas condições como video check na competição inteira como eles o tem e diversos ginásios de capacidade para mais de 6 mil lugares com refrigeração interna como os são da competição russa.O turco hoje é o que paga os melhores salários por contratar diversas estrangeiras.O campeonato interno obriga a colocação de apenas três por partidas.O Vakifbank tem seis e manuseia o uso delas conforme a necessidade e a prioridade das titulares.Na CL pode se usar sem limites.No russo a equipe só pode se utilizar de uma cota de duas estrangeiras o campeonato inteiro.No campeonato turco se tem a supremacia de quatro equipes no feminino o Vakifbank, Eczesibasi e as duas de maior torcida por ser também clubes de futebol Fenerbache e Galatasaray .O restante das equipes tem uma considerável diferença técnica e financeira grande das quatro maiores.

  • Edu

    Foi uma opção pessoal e no bojo disso carrega provavelmente o maior salário da Superliga feminina por dois anos.Parece que havia uma proposta excelente para uma primeira temporada por parte do Fenerbache que hoje venceu o campeonato turco com a classificação embutida para a CL, competição que cada ano adquire maior grandiosidade.Thaisa tem alguns motivos pessoais para querer ficar no Osasco.É a jogadora com maior poder de decisão no quesito ser ouvida dentro de um grande clube brasileiro.Representa bem essa camisa pesada dona de uma torcida imensa e fiel, certamente a maior do voleibol brasileiro.Esta com um relacionamento serio com um empresário que solicitou que se retirasse das redes sociais e com filhos menores de um outro casamento com quem ela esta se dando muito bem e isso o impediria de viver fora.No exterior ela experimentaria uma competição até fora da quadra por espaço no elenco e uma cobrança pela moral e alto valor de sua contratação perante as companheiras e dirigentes.Claro que rolou uma ligação para a Sheilla para saber da sua experiencia turca e o fator que no campeonato interno apenas três jogadoras estrangeiras podem ser relacionadas.Pesou também uma declaração de apoio bonita ao Luizomar , um segundo pai, em suas palavras, e o esforço e a dedicação que esse treinador luta para manter ativo o projeto a cada ano.Provavelmente pesando os prós e os contra sua experiencia internacional não seria uma opção ruim.Quem a observa com o passar dos anos e sua transformação física e estética revela a certa fragilidade da garota que com aquele imenso tamanho tem suas inseguranças e temores por ter saído adolescente do convívio com os pais.Por mais que tenha clamado que uma torcida contra a motiva mais no momento final da premiação da Superliga desabou em lágrimas e foi amparada por Adenizia e companheiras.A opção, nesse sentido,foi mais afetiva que esportiva.É mais feliz aqui.

    • Rafael

      Seus comentários pairam acima da média, até mesmo quando parecem tão somente especulação. Parabéns.

  • ricardprilley86

    Daniel sabe se a Ivna renovou com Osasco?

  • icaro

    O time lixo que ela joga ela tem o maior $$$$$ por isso que ela ficou.

  • Iuri

    Daniel, o contrato da Thaisa (Camila e Adenizia tbm) é valido ate 2017. Isso ja foi divulgado ha mais de um ano.
    Esse drama sobre ela ficar ou nao, junto do eterno drama da Jaque (q finalmente durou pouco dessa vez) me deixa sonolento…se ainda ta com contrato, pra que tanta especulacao de todos os lados?! So se um time muito rico como o Vakif pra pagar as multas…e é raro ver esse tipo de situacao

    • Marcod

      Adenizia e Camila renovaram por 3 temporadas ano passado, Thaisa não, diferente do que foi divulgado pela globo.com, agora essa assinou por mais 2 e igual o tempo de contrato das companheiras.

  • Alan

    Daniel,

    Adenizia, Brait, Gabi e Carcases renovaram?
    Suele foi mesmo contratada?
    E Ivna? Vai ou fica?
    Essa história de uma oposto estrangeira em Osasco procede???

  • César Castro

    Rapaz, esse Edu é bem informado.
    Faz muito sentido!

    • Edu

      Sou nada .Eu aprendo com o Daniel e com vocês.

  • Meu caro Daniel, liga russa para ela seria um desastre, já que as centrais praticamente não atacam, visto que o passe de todos os times russos é simplesmente lamentável. Praticamente só iria jogar no bloqueio. Além do mais, a crise econômica que passa a Russia fez diminuir o investimento, diminuindo e muito o numero de jogadoras estrangeiras. Se fosse para jogar fora, que fosse para a Turquia, que joga um voleibol mais completo.

    • Edu

      As centrais atacam sim.O Uralochka derrubou o Krasnodar jogando principalmente com as centrais.Seu técnico principal e o lendário Anatoli Karpol, o maior colecionador de títulos do voleibol feminino mundial.Seu assistente deve ser o filho ou o neto e o jogo pelas centrais é priorizado na estrategia da equipe.A Irina Zaryazhk uma russa de bonitos traços com um narigão meio inclinado da seleção russa e uma americana chamada Sinead Jack são o desafogo do time no ataque.Ta dando um calor que a disputa de terceiro lugar contra o Odintsovo e vaga para a CL esta empatada e vai para derradeira da melhor de cinco.

      • klaus

        Sinead Jack não é americana e sim de Trinidad e Togago

        • Edu

          Obrigado pela contribuição ,desconhecia.E você sabe se o jovem assistente que acompanha o Karpol e senta duas cadeiras distantes da dele, já que o veterano treinador não permite muita aproximação da comissão técnica é filho ou seu neto pois tem o mesmo sobrenome e semelhança fisica?

          • klaus

            Edu, eu já tinha visto esse assistente do lado dele e também pensei nessa hipótese.Bom, eu fui pesquisar depois que tu me indagou e achei isso sobre ele.Está um pouco confuso devido à tradução mas pelo que entendi ele é sim neto dele.Segue o link pra vc ver
            http://inside.volleycountry.com/board80-general-forum/board17-female-players-teams/4804-uralochka-ntmk-ekaterinburg/index4.html?s=bc65f0bd2ee91799e51d5a4eec15c74f986eecdd#post278394

          • Edu

            Sim é neto Pelo que li,refratário a dar entrevistas e com 25 anos de idade.Sabia que era parente pelo mesmo sobrenome e semelhança com o identificado avô.O engraçado e cada qual com suas manias : o Karpol avô não permite que nenhum assistente( nem o próprio neto) fique próximo e mantém duas cadeiras de distancia.As jogadoras são impedidas de dar o tapinha de apoio com ele quando substituídas.E ele não viajava com a equipe.Só o fez na fase dos play offs.Ou seja, o neto foi o técnico do time metade da temporada.Passei uns quatro dias em Moscou a turismo e tenho uma certa ideia do russo.Numa das passagens de tempo técnico ele pede mais coisas motivacionais como jogar com orgulho.Mesmo sendo maior vencedor como técnico do voleibol feminino e considerado anacrônico nos métodos mas as jovens jogadoras continuam a ouvir suas orientações de cabeça baixa e como afirmava aquele personagem do Chico Anisio “caladaaaa….”.Como ele parece envelhecido para sua idade,68 anos, fica-se na dúvida se é filho ou neto.A ida do Uralochka ainda mais lutando bravamente pela terceira vaga da CL o recolocou em maior evidencia e o técnico do feminino Marichev já afirmou que quer consulta-lo sobre as próximas convocações.De qualquer maneira obrigado pelas informações.

        • klaus

          Trinidad e Tobago*

      • rafael cruzeiro

        A jovem Sinéad Jack não é americana e sim de Trinidad e Tobago.

      • rafael cruzeiro

        Thaisa e Fabiana estão entre as melhores do mundo, mas deram uma queda de produção neste ano. Normal, pois são muitos anos no topo. Pena, que Ana Carol e Jucy sejam baixas (para a posição, antes que os corneteiros de plantão comentem!), pois são melhores tecnicamente.
        Quanto a discussão sobre o nível dos campeonatos, o campeonato russo na média é superior ao nosso (diria que apenas Rexona, Sesi e, talvez, Molico e MTC estão no mesmo nível dos times russos), mas o Turco é sim bem superior ao nosso. Isso não desmerece (pelo contrário, é motivo de mais orgulho ainda) os títulos conquistadas por nossas jogadoras e comissões técnicas, nem significa o retorno ao “complexo de vira-lata”.
        Por fim, seria sim muito bom para a Thaisa, e também para Fabiana, enfrentar bloqueios mais altos constantemente, seria novos desafios em sua carreira, novos estímulos, também evoluir como profissional, apesar de suas inúmeras conquistas. É claro que ela sabe disso e deve ter balanceado tudo, deixado, quem sabe, para após as olimpíadas.

        • Edu

          Não podemos avaliar o campeonato turco como melhor que o nosso ou o russo pela simples razão que as transmissões são escassas e a qualidade técnica da geração das imagens deixa a desejar quando transmitida alguma partida.Sua referencia é a participação dos 3 maiores times turcos exibidas pela CL.A liga turca peca muito na sua anunciada grandiosidade em não ser exibida mundialmente pelo Laola para estabelecer um referencial técnico.Observando o campeonato e que se pode dimensionar realmente sua qualidade técnica e competitiva.A.Liga Russa com as suas distâncias continentais tem exibição pelo Laola e provoca subsídios suficientes para avaliar a qualidade do campeonato, tamanho de ginásios, média e característica do público e uma comparação isenta com a nossa Superliga.Quanto a Fabizona e a Thaisa não enfrentarem bloques grandes.Thaisa ja foi eleita MVP e duas vezes a melhor da posição do Grand Prix e do Mundial de Clubes enfrentando bloques grandes como os do Dinamo Kazan.No meio voleibol, o das jogadoras, dificilmente não é hoje considerada a melhor da posição ou numa perspetiva menor entre as 3.Fabizona jogou CL e o campeonato turco.Foi campeã nessas duas competições e teve oportunidade de enfrentar os tais bloques a que você se refere e contempla.Mas respeito sua convicta opinião.

  • Joao miguel

    Tanto a Thaísa quanto a Fabiana estão ENTRE as melhores centrais do mundo. Porém, na minha modesta opinião a servia Milena Rasic é hoje a melhor central do mundo. E olhe que a linha de recepção do Vakfbank tem sonsirma,costagrande e vasileva(reversando na titularidade). Mesmo quando o passe não é A, a Naz força o jogo no meio e em inúmeras partidas a Rasic terminou como maior pontuadora a frente da oposta Sheilla e das ponteiras. Basta ver a pontuação da Rasic nas semi final e na disputa do bronze da ultima champions ligue. A nivel de seleção fez otimas partidas contra o Brasil e A Russia no mundial do ano passado.
    Quanto a Thaísa foi bom ela ter permanecido no elenco, mas na minha opinião o time precisa de muito mais para fazer frente ao Rexona AdeS na proxima superliga. Ao meu vê: Ivna,samara,lara e carcases deveriam não renovar. Eu se fosse a marca molico, procuraria montar elencos fortíssimos como os que a Sollys montou nas temporadas 2011/2012 e 2012/2013.
    Pra 2015/2016 traria a oposta Joycinha, e as ponteiras Godze Sonsirma e Antonela Del Core(caso não renove com o Dinamo kazan).
    Camila Brait;Dani Lins/Joycinha;Sonsirma/Del Core e Thaísa/Adenízia daria um exelente time.

  • jose herbert arujo

    Minha gente a Thaísa jogando no exterior para “evoluir”, pelo amor de Deus. Até tu Daniel? Ela é bi-campeã olímpica e uma das melhores centrais do mundo sem sair do Brasil. Agora se for para o exterior pq quer conhecer outras culturas, interagir com o mundo, talvez até ganhar melhor, etc., etc., aí tudo bem. Mas evoluir no Vôlei, por favor… ela foi treinada pelos melhores técnicos que o Brasil já teve, Bernardinho e ZRG. Evoluir em que? digam, em que? e tem mais, ao contrário que muitos comentam, a superliga é um bom e forte campeonato sim. O que acontece é que brasileiro sempre vai valorizar o outro, ou seja, o estrangeiro. E dizer que indo pro Exterior vai evoluir, me poupe. Pode até ganhar mais, mas evoluir, não creio. Os torneios russo, turco e italiano é recheado de estrelas, e nenhuma delas ainda conseguiu ser campeão olímpico, com exceção da Russia, pela tradição que tem. Perguntem pra Sheilla qual evolução que ela teve. Está conhecendo outro país, seus costumes, ganhando bem…mas e os títulos pelo vakf? até agora não conseguiu nenhum. Então gente, valorizemos nossa superliga. Com a Thaísa aqui nossa superliga, já tão sucateada e mal falada, ficará um pouco mais brilhante e forte. Vejam que até as estrangeiras que estão no Brasil já renovaram, pois sabem que estão jogando numa escola BI-CAMPEÃ OLIMPICA, e que poderão sim “evoluir” muito.

  • Gean Fernandes

    Daniel, nada sobre a vaga de oposta em Osasco? Nenhuma estrangeira? Renovaram com Ivna?

    • Daniel Bortoletto

      Calma, pessoal. Vocês andam muito ansiosos

      • Alan

        Nós, torcedores de Osasco, devido a tamanho sofrimento e frustrações nas últimas temporadas, acabamos intensificando nossa ansiedade… rsrs

      • Gean Fernandes

        Pelo amor de deus, da alguma dica
        hahaha

      • Diogo Alexandre

        kkkkkkkk é q a gente ta cansado de sofrer, precisamos de notícias boas..
        #VazaIvna #TchauBaloeira #VemHooker

  • jose herbert arujo

    Liga turca ou russa com mais nível que a do Brasil. Ah meu Deus, o Daniel já está igual ao Voloch, quer causar polêmica mesmo. Pessoal, melhor nível ou não, simplesmente o Brasil é bi-campeão olímpico. A Turquia, a Itália, são o que. A diferença são os dólares. Mas nível, o Brasil tem de sobra. É triste constatar que ainda exista brasileiro, que depois de ver e até presenciar as vitórias e títulos do Brasil ainda ache o estrangeiro melhor que o nacional. E não é excesso de patriotismo não, como outros disseram. Gente os Estados Unidos sim, é que são patriota, pois mesmo sem tantos títulos no feminino como o Brasi, mantem a superioridade e auto-estima lá em cima, ou seja, entram em quadra com um pensamento, somos o nº 1 do mundo, e vão lá podem até nao ganhar, mas tem o pensamento de que são poderosos e com prestígio. Já o Brasil, meu Deus, passou décadas e décadas levando pancada das peruanas, cubanas, russas, e quando finalmente consegue dar pancada em todas elas e se tornar uma potencia no voleibol feminino, vem uns e outros falar do nível do Brasil. Ah gente me poupem de comentários toscos. Se não conhecem a história, leiam se informem e não fiquem que liga tal é mais forte ou mais fraca. E a Garay, lembram como ela caiu de rendimento na seleção? cadê a evolução? e a Sheilla, oh Daniel, entrevista ela e pergunta em que ela evoluiu jogando numa liga super forte como tu achas. é, o Brasil foi e ainda é uma grande colônia, infelizmente.

    • Daniel Bortoletto

      comentário bem infeliz

      • jose herbert arujo

        Por que? porque é verdadeiro?

        • Daniel Bortoletto

          releia seu comentário.
          e veja como começou mal a discussão.

          • jose herbert arujo

            Só porque o comparei ao Voloch? Não foi uma crítica, e sim um comentário e bem normal. Uma celeuma “saudável”. Todos temos opiniões diferentes e nos respeitamos. Não entendi porque “comecei mal”. A polêmica faz parte. E esse seu blog é bom pois a turma que gosta do vôlei interage, comenta, tira dúvidas e até opina. Já pensou se todos concordassem com todos, que tédio seria? Divergências, desde que construtivas são justas e faz bem na comunicação, seja ela escrita, falada, etc. Apenas dei minha opinião dizendo que se um atleta brasileiro do vôlei, quiser ir para o exterior para conhecer outras culturas, outros povos, ganhar mais dinheiro, ter outras experiencias como pessoa, concordo plenamente, mas no caso em questão, sair para “evoluir” no vôlei, sinceramente discordo. O Brasil se tornou o que é hj, uma potência mundial, nao foi exportando jogadoras e sim porque sempre tivemos ótimas superligas e tbm pq jogamos e muito com outras seleções, participando de torneios internaconais e mais ainda ganhando experiência, aqui no Brasil, com técnicos consagrados mundialmente que, por acaso, oh que coincidência, sao brasileiros, o Bernadinho e o ZRG. Perguntem pras jogadoras brasileiras que estam lá fora se um dia no Brasil houver equipes que as bancassem, com bons investimentos e bons salários, se elas não voltariam correndo. Com certeza voltariam. O fato é que, lamentávelmente, nosso país, hoje, mesmo tendo títulos e mais títulos internacionais não tem investimentos e equipes com patrocínios mais sólidos, com exceção de alguns, e essa falta de grandes patrocínios faz com que nossas melhores atletas, e com razão, tenham que optar jogar no exterior, pois tem de ser valorizadas e ganhar melhor. Mas não para “evoluir” no vôlei, e sim valorizadas como elas merecem.

          • Daniel Bortoletto

            como já respondi a outro leitor. se eu quisesse polêmica faria um blog bem diferente

        • klaus

          José Herbert comparar o Daniel com aquele jornalista rancoroso que não consegue separar o pessoal do profissional já por si só é muito infeliz.Eu entendi perfeitamente o ponto de vista do Daniel e olha que também me irrita muito essa síndrome de inferioridade que muitos brasileiros tem mas não vi isso no que o Daniel escreveu.

      • Raimundo

        Não acho que o comentário foi infeliz

        • Daniel Bortoletto

          se eu quisesse fazer polêmica, Raimundo, como fui acusado, meu blog seria bem diferente do que entrego para vocês atualmente

    • Natália

      Só porque nosso vôlei ganha olimpíadas não quer dizer que temos uma liga mais forte que a russa ou turca. Como você mesmo me lembrou no comentário, os EUA ganham sempre, e a liga universitária deles é melhor que a nossa? Com certeza não. Seleção boa não quer dizer liga boa.

      E por favor, o blog do Daniel não tem nada a ver com o do Voloch. Menos

    • AndersonRexona

      Um coisa eu aprendi com esta discussão toda… o que é “celeuma”. hahahah

  • cesinha

    ola !! sempre observo os colegas comentaristas as vezes faço alguns comentarios 1 thaisa e fabiana melhor central do mundo nao conseguem serem mais efetivas que as de menores estaturas pra min as melhores no BRASIL tanto em atques como em bloqueios CAROL E JUCY 2 acho a superliga nacional de bom nivel e nao fica devendo nada a nenhuma outra 3 IVNA , SAMARA ,GABI ,MARI enquanto estiverem no osasco nao vai cansar de ser vice muito fraquinhas . 4 DANI LINS dizem ser a melhor levantadora do BRASIL e MACRIS levou o premio dois anos seguidos estranho ! por isso tudo o rexona sempre leva o titulo porque nas estatisticas e sempre o pior time ! sabe pra que serve isso ? pra nada ! o dia que thaisa e fabiana forem fortes no bloqueio como as centrais do rexona ai sim serao as melhores isso e a minha humilde opiniao ! se elas fizesem a leitura do jogo como a carol faz seriam imbativeis mas !!!!!!

    • Marcod

      Carol e Jucy melhor que Thaisa e Fabiana? Jucy não consegue passar nem do bloqueio da Tirozzi, imagina de uma jogadora mais qualificada.

      • Henrique

        Logo Thaissa e Fabiana sao menos jogadoras que esta ai q tu citou, visto que a Jucy fez 3x mais pontos que a Thaissa na final Sulamericano por exemplo…

        • Edu

          O dia que a Juciely tiver sido eleita MVP de Grand Prix.Jogadora da posição em dois Mundiais de Clubes e também em torneios internacionais com a elite do voleibol mundial.Talvez seja a chance de Juciely começar a avolumar seu currículo particular neste de 2015.Na semana que vem poderemos conversar sobre a efetividade da Juciely.Por hora e realmente acho a Juciely uma operária, no melhor sentido,do voleibol e uma ignominia a compara-lá com a Fabizona e principalmente Thaisa.

          • Henrique

            Talvez “A melhor central do mundo” só tenha conquistado tudo isso, pq não enfrenta a Jucy lá fora… Pq aqui amigo, seja humilde e admita, a Jucy já cansou de coloca-la no bolso…

          • Roberto

            Amigo, sou torcedor do Rexona e concordo com o rapaz ali que escreveu que a Thaisa é melhor, gosto muito da Jucy, acho ela uma excelente central, mas dizer que a Jucy é melhor que a Thaisa não dá, é fisicamente impossível, ainda mais nos tempos de hoje onde a força física no feminino está cada vez mais determinante, olha só a seleção Japonesa que é o time mais técnico do mundo, foi campeão de que na última década, é a mesma coisa insinuar que a Sheila foi melhor que a Gamova, não dá, nunca foi.

    • jose herbert arujo

      abalou!!!!

  • manu

    é complicado essas atletas largarem a comodidade do Brasil, fama, baladas, amigos e família. Mas acho que sim, todos os atletas deveriam viver essa experiência pelo menos uma vez na carreira.

  • andré L.

    tô surpreso com as opinioes do blog. entao, a thaisa, por ser bi-campea olimpica e etc., nao precisa mais evoluir? socorro!

    • Natália

      Concordo! Uma das melhores jogadoras do mundo, mas não quer dizer que não pode melhorar. Basta ver suas atuações nas finais. Ir jogar fora é garantia de evolução? Não sei, mas acho que seria bom tentar

    • AndersonRexona

      Exatamente! Dizem que ela já teve os melhores técnicos do mundo, mas não pensam que ela já aprendeu o que tinha para aprender com eles.
      E quem disse que não há nada para aprender até mesmo com técnicos inferiores? É por isso que tanto admiro a Fofão. Mesmo com 45 anos, a mega experiente dá entrevista dizendo que há muito o que aprender ainda!

  • Daniel poderia me responder se existe possibilidade da Hooker vir jogar no Molico nesta temporada? Vem outra oposta para ser titular o vai ser mesmo a Ivna?

  • daniel

    Acho que o atleta não precisa sair do país para evoluir. Mireya Luis, Carvajal, Regla Torres, Fernanda Venturini, Kung Feng, Fabi e outros tantos nomes não tiveram experiência em outras ligas enquanto defendiam suas seleções e nem por isso foram menos brilhantes. A depender da liga e do atleta essa vivência em outros países pode ser válida, mas não vejo como uma necessidade.

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