Vaivém: Novidades nos times do Sul



Depois de um fim de semana de folga (e desconectado da internet), volto com duas novidades das equipes sulistas que disputarão a Superliga masculina.

Após quase duas semanas de negociação, Canoas e André Nascimento sacramentaram um acordo. O oposto canhoto é um reforço de peso para a equipe dirigida pelo campeão olímpico Paulão.

Canha, como é conhecido, foi um dos pilares da primeira geração da era Bernardinho na Seleção, iniciada em 2001, com auge na conquista do Mundial de 2002 e da Olimpíada de 2004. Creio, inclusive, que ele sempre teve menos exposição e valorização do que merecia.

André Nascimento, até pela personalidade, nunca gostou de estar no centro dos holofotes. Mas quase sempre cumpriu em quadra com suas obrigações. Muito mais técnico do que forte, o oposto é uma peça importante para os gaúchos de Canoas sonharem com vaga nos playoffs e tentativa de entrarem no grupo dos mais fortes do país.

Já em Florianópolis, o Super Imperatriz, time que sobreviveu à saída da Cimed, fechou com o levantador Quaresma.

Depois de fazer sucesso nas categorias de base da Seleção Brasileira, ele tem uma boa chance para se firmar na categoria adulta.



  • Ed

    Só quem teve holofotes neste ciclo foi o Giba
    outros jogadores tão importante quanto ficaram
    apagados como André Nascimento, André Heller, Gustavo…

  • Fernando

    “Creio, inclusive, que ele sempre teve menos exposição e valorização do que merecia.”

    Concordo plenamente, sempre falei isso.

    Mas é aquela coisa, quando perde é que o povo dá valor. Depois dele nenhum oposto conseguiu se firmar na posição, é porque ele realmente sempre foi diferenciado. Mas por ser na dele, sempre ficou fora do foco.

  • Ana

    Me lembro ter sido apaixonadíssima pelo André Nascimento! hahahaha
    O que houve que ele saiu da seleção?
    Ele poderia ter permanecido, e acho que fez falta, se não fez pra seleção, fez pra mim, hahahaha.
    Sério, pq ele saiu? Aconteceu alguma coisa? Estou feliz que o antigo Ulbra Canoas está ressurgindo.
    Torcendo mt pelo meu RS!
    Abraços

    • Fernando

      Na verdade ele saiu na hora certa e soube fazer isso como poucos. Saiu quando sentia que não dava mais pra ele em nível internacional e saiu em alta. André é um jogador mais de técnica que de força, não tão alto e isso acaba pesando pra posição de oposto, ele ficou limitado FISICAMENTE pra um cenário internacional, realmente era o momento de sair. Mas ficará pra sempre na história da seleção. Pra mim é o melhor oposto que vi com a amarelinha.

  • tiago

    Daniel,vc sabe se o Rodrigão fechou com algum time?

    • Daniel Bortoletto

      não fechou. está no mercado ainda

  • César Castro

    Não discordo sobre o “Creio, inclusive, que ele sempre teve menos exposição e valorização do que merecia.”

    Acontece que era um time de cracaços. E é difícil chamar atenção quando a seu lado se teve o melhor jogador de toda uma geração (o insuperável GIBA ), um levantador que revolucionou a maneira de jogar vôlei (Ricardo Garcia) e o melhor líbero de todos os tempos (Sérgio).
    Além do que ainda havia o Gustavo (que a própria FIVB o chamou de “lendário”) e gente como Dante, Nalbert, etc, etc.

    Não me canso de dizer: toda homenagem pra Geração de Diamante é pouca. Esses caras merecem uma estátua em cada ginásio do Brasil, em Saquarema, em Brasília…..
    Devia haver um memorial pra eles, um museu. Esses caras são DEUSES.
    Não me conformo que nada de relevante ainda não tenha sido feito.

  • Jairo(RJ)

    Daniel, no vôlei em alto nível, existe algum estudo sobre a manutenção do rendimento atlético para jogadores com idade acima de 35 anos?

    • Daniel Bortoletto

      não conheço, Jairo

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