Vaivém: Mercado vai se fechando e deixa ex-selecionáveis com poucas opções



Você gostaria de contar com Mari, Carol Albuquerque, Paula Pequeno e Érika no seu time? Talvez a maioria responda que sim.

Escolhi as quatro, que possuem currículos vitoriosos pela Seleção, para exemplificar o momento do mercado no país. Todas elas ainda estão disponíveis e, a cada dia que passa, com menos opções caso resolvam permanecer no Brasil. Propostas já recebidas estão abaixo do que ganhavam em anos anteriores e imaginavam faturar na próxima temporada. Para algumas delas, uma nova aventura internacional não está mais nos planos. E assim a equação fica difícil de ser resolvida.

Mari e Paula foram titulares da Seleção por longo tempo (Divulgação)

Mari e Paula foram titulares da Seleção por longo tempo (Divulgação)

Mari, após não se firmar nas duas últimas temporadas por Praia e Molico, vê o Pinheiros como a opção que restou. Com o time da capital sem Rosamaria e Ellen para 2015/2016, Mari tem toda a chance de ser a estrela da companhia. Talvez isso faça bem para sua carreira neste momento. Nos outros times grandes e médios, não existe mais espaço. Então, eu abraçaria o Pinheiros, se fosse ela, na tentativa de uma guinada.

No caso de Paula Pequeno e Érika, a continuidade em Brasília é uma possibilidade. Bem mais para a primeira, diga-se de passagem. A vida com a família está montada na capital federal e existe o desejo de continuar. A questão é a busca por novos patrocinadores, já que a verba governamental corre o risco de ser cortada. Sergio Negrão, que era o técnico,  é quem está à frente das negociações. No caso da Érika, sair do Brasil mais uma vez começa a se transformar na opção mais viável, após terminar a temporada se recuperando de lesão. Após a Superliga, ela foi para um spa e tem demonstrado a quem quiser ver que está disposta a se manter em forma.

Já Carol Albuquerque, após não renovar com o Sesi, ficou em situação complicada. Todos os principais times já fecharam com jogadoras para a posição. Apesar da idade (37 anos), ainda acho que ela poderia estender a carreira, já que na temporada passada deixou Claudinha no banco em boa parte da Superliga. Com a vida bem montada em SP, com marido e filho, e talvez sem vontade de uma aventura internacional por estes fatores, Carol pode se ver na difícil situação de ter de optar por encerrar a carreira.



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