Vaivém: mercado feminino no Brasil é um jogo de xadrez



Os grandes times brasileiros mexem as mesmas peças, muitas delas simultaneamente, e novos movimentos dependem do que o rival fará.

Por enquanto, o xeque-mate que será confirmado em breve é a transferência de Sheilla da Unilever para o Sollys/Nestlé. A verba que era usada para manter Hooker no Brasil vai sustentar a operação. Será um duro golpe no time carioca, que, por enquanto, é o mais calado no mercado.

Jaqueline é outra peça que está prestes a definir o futuro. Além da proposta de renovação com o atual campeão, ela é desejada pelo Sesi, com quem esteve prestes a fechar na temporada passada e onde joga o marido Murilo.

Na mesma posição, outro movimento muito aguardado é o de Paula Pequeno. O Vôlei Futuro espera a final masculina para oficializar a montagem do time feminino. Enquanto isso não acontece, ela recebe propostas de vários rivais. O mesmo acontece com Mari, apesar do ano irregular que teve na Unilever.

Depois de um bom ano em Osasco, Tandara vai reforçar o Sesi. O time da capital tem um orçamento melhor do que o da última temporada. A tendência é estar bem mais forte.

Olho grande também nas cubanas Ramirez e Herrera, que não ficam na Usiminas/Minas.

No levantamento, a mexida das peças envolve ainda mais times. Unilever, Vôlei Futuro e o novo time de Campinas estão no mercado. Fofão está e sempre esteve na mira de todos. É o nome que mais agrega a qualquer projeto, apesar de estar terminando um ano sabático. Fernandinha, em alta após reaparecer em uma convocação da Seleção, ganhou espaço no projeto campineiro.

Por fim, dirigentes fazem contas para que o time planejado, no papel, caiba dentro do limite de pontuação do ranking. E chovem especulações de todos os lados.



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