Vaivém: Definições no Sesc (ex-Rexona)



O que vai acontecer com o time de Bernardinho sem o Rexona?

Já ouvi algumas vezes essa pergunta nas últimas semanas. Então resolvi voltar ao tema, já abordado aqui durante as finais da Superliga. O Sesc, que assumiu o projeto com a saída da Unilever após 20 anos, manterá o alto investimento para que o atual campeão nacional se mantenha na disputa por títulos. Tanto que grande parte do elenco da última temporada será mantida: Gabi, Fabi, Roberta, Drussyla, Juciely…

Duas baixas, porém, são certas: a ponta holandesa Anne Buijs e a central Carol.

Carol e Buijs de saída (FIVB Divulgação)

Carol e Buijs de saída do atual campeão nacional (FIVB Divulgação)

Sobre a estrangeira a decisão não é apenas técnica, com base na performance. O Sesc não trabalhará com atletas do exterior na temporada 2017/2018. A decisão tem a ver com o posicionamento do patrocinador. Com o Sesi, no vôlei masculino, acontece o mesmo. Mas também é fato que eu esperava mais de Anne. Ela chegou com status de destaque da seleção da Holanda após disputar a Olimpíada de 2016 e acabou a temporada no banco de reservas de Drussyla, após seguidas atuações ruins nas semifinais contra o Camponesa/Minas.

Já Carol usou as redes sociais após o Mundial de Clubes para fazer uma despedida, agradecendo ao time pela oportunidade nos últimos anos e aos torcedores pelo apoio. A decisão de sair do Sesc foi pessoal, neste caso. E, neste caso, é difícil opinar. O coração “mandou” Carol sair e um ciclo vitorioso, que ajudou a central a se colocar como uma das referências da posição no país, se encerra.

 



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