Vaivém: Dani Lins, Sheilla, Mari…



O Mundial feminino, que começará amanhã, na Suíça, não impediu que várias negociações envolvendo atletas de Molico/Osasco e Sesi acontecesse “antes da hora”.

A principal delas envolveu Dani Lins. A titular da Seleção Brasileira vai se despedir do Sesi na competição e já tem a transferência acertada para Osasco, voltando para uma casa que conhece muito bem. Ela, inclusive,  viveu o momento mais delicado de sua carreira lá, ainda sob a marca BCN, em 2004, quando teve uma arritmia cardíaca detectada e precisou parar de jogar por um ano.

Mas como será um possível duelo entre os dois times brasileiros no Mundial? Uma pequena saia justa, para dizer o mínimo, para Dani. E aqui não estou colocando em discussão o profissionalismo da atleta. Acho apenas temeroso um confronto de qualquer atleta, em qualquer esporte, vestindo uma camisa e tendo do outro lado a equipe que defenderá num futuro próximo.

Dirigentes do Sesi não esperavam que a levantadora fosse aceitar a proposta do rival, tanto que já contavam com ela em campanhas institucionais para a próxima temporada. O mesmo pode ser dito do noivo Sidão, que trocou o Sesi pelo Funvic/Taubaté.

Com a levantadora de volta ao Liberatti, Luizomar inicia a reformulação após o baque de ficar fora da final da Superliga. Chega Dani Lins, com pontuação máxima (7 pontos), mas Sheilla não poderá renovar, já que a regra só permite duas tops por time. E a ida para a Turquia parece ser a opção mais viável mesmo, como a imprensa europeia já vem tratando há tempos. Como Thaisa já renovou seu vínculo, a conta com a oposto não fecha no Molico.

E assim está aberto o espaço para Mari. Se eu fosse Luizomar de Moura, usaria a ponta na saída de rede de uma vez por todas. O time já sofreu muita com a recepção nesta temporada com a dupla estrangeira Sanja e Caterina. Não sei se ele vai querer repetir a dose, em 2014/2015, com o fundamento que Mari mais sofre.

Por fim, Samara, outra com passagem por Osasco, também está voltando. Opção para equilibrar o passe em Osasco.

Sem Dani Lins, Carol Albuquerque deve assumir a titularidade. Não vejo o Sesi como opção para Fabíola, que deve deixar o país. A Rússia é uma opção. Entre as outras titulares, Talmo deve manter quase todas. Fabiana, que era opção do Molico caso Thaisa saísse, é a base para que o time que chegou a todas as finais que disputou continue competitivo sem Dani Lins.

 



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