Vaivém: As apostas do Rexona



O que esperar de Helô e Camila Adão, dois reforços do Rexona-Ades para a temporada 2016/2017?

A oposto chegará ao Rio de Janeiro depois de fazer uma Superliga acima da média pelo Rio do Sul.

Foram 365 pontos marcados, a quarta melhor marca da competição. Vale ponderar que as três primeiras (Alix, Natália e Ramirez) disputaram semifinais e a decisão, acumulando pelo menos três jogo a mais do que Helô. Levando em consideração apenas a fase de classificação, Helô liderou a estatística.

Helô sendo premiada durante a Superliga (Divulgação)

Helô sendo premiada durante a Superliga (Divulgação)

Com 1,88m e 25 anos, a oposto ainda tem a evoluir na carreira. Com Bernardinho pode ter o impulso que faltava para mudar de patamar. O Rexona me parece ter muito a ganhar com a troca Lorenne-Helô.

Já no levantamento o time carioca substituiu Courtney Thompson por Camila Adão. Na verdade, dará pela primeira vez espaço para Roberta ser realmente titular, depois de ser reserva de Fernanda, Fofão e da própria americana durante grande parte da última temporada. O desempenho de Roberta nos últimos jogos, entrando, sendo decisiva e assumindo a titularidade certamente pesou na decisão de não investir numa levantadora mais cara, de ponta. Camila Adão, que fará 32 anos no próximo mês, é uma velha conhecida da comissão técnica do Rexona, tendo algumas passagens pelo time, com conquistas estaduais e nacionais. Tem confiança pelos serviços já prestados, podendo entrar em algumas “roubadas”. Uma garantia de segurança para Roberta também, eu diria.

Falta agora saber quem será a substituta de Natália, a caminho da Turquia. Essa sim será uma reposição difícil de ser feita.



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