Vaivém: A aposta ousada do Camponesa/Minas em Gabi e Natália



As movimentações do Camponesa/Minas no mercado para a montagem do elenco deixaram clara duas apostas altas para a temporada 2018/2019: voltar ao topo do vôlei brasileiro e brigar por medalhas no Campeonato Mundial.

E falo principalmente das contratações de Gabi e Natália.

A dupla, que já fez muito sucesso junta no antigo Rexona (atual Sesc) e é presença constante na Seleção Brasileira, pode fazer qualquer time minimamente estruturado mudar de patamar.

E elas encontrarão uma equipe muito bem estruturada pelo técnico italiano Stefano Lavarini em seu primeiro ano de trabalho. Um cenário ideal para que Gabi e Natália ajudem o Minas a ter sucesso nas duas apostas ousadas citadas no primeiro parágrafo deste texto.

Gabi e Natália voltarão a atuar juntas, repetindo sucesso do antigo Rexona

Saudáveis, as duas desequilibram. Gabi já vem recuperando o melhor nível, após cirurgia no joelho. Já a preocupação com Natália é um pouco maior, visto que perdeu parte da temporada com o Fenerbahce por um problema no joelho. Operar ou não operar foi a questão analisada durante um tempo. A opção por uma recuperação convencional, mais demora, foi a escolhida. Apesar de presente na lista de inscritas na Liga das Nações, ela deve ser poupada em parte da competição. Uma chance maior para chegar bem ao Campeonato Mundial do Japão.

Por falar em Mundial, o de Clubes, no início de dezembro, na China, será o primeiro grande desafio deste novo Camponesa/Minas. Terá pela frente potências europeias (ainda indefinidas) e algum forte time da casa. Um verdadeiro teste de fogo.

No papel, Lavarini terá um time-base com Macris, Bruna Honório, Gabi, Natália, Carol Gattaz, Mara e Léia. A ponta Lana e a levantadora Bruninha, ex-Pinheiros, são duas novas opções para um banco de reservas formado basicamente por jogadoras da base do clube. Falta ainda esperar e ver se o orçamento, após a contratação de duas selecionáveis, permitirá a presença de uma ou duas estrangeiras para qualificar ainda mais o elenco.

No cenário nacional, o Minas foi semifinalista da Superliga nas últimas quatro edições. Subir um degrau a mais é bem viável. Pelo cenário apresentado acima, dá para sonhar, sim, com voos mais altos na temporada 2018/2019.

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