Vaivém: a proposta do Volta Redonda para ter Giba



O primeiro encontro entre Volta Redonda e Giba aconteceu na quinta-feira, no Rio de Janeiro, como escrevi aqui na primeira pausa nas férias, no início da semana. E, segundo o blog apurou (entre reencontros com a família, brincadeiras com os filhos…), os dois lados deixaram a reunião animados com a possibilidade de um acerto.

O que foi oferecido para o ponta?

Um contrato de dois anos, um valor mínimo garantido de salário e metade de todos os novos acordos de patrocínio que o time assinar a partir de agora, explorando o potencial do “produto” Giba.

Mal comparando, o Corinthians fez algo parecido quando contratou Ronaldo, após vencer a Série B do Brasileiro em 2008. O salário não tinha nível europeu (R$ 400 mil), mas o Fenômeno embolsava a maior parte dos vencimentos com a receita de novos patrocinadores. O clube alvinegro vendeu manga, omoplata e barra da camisa, destinando 80% do valor obtido com essas propriedades para o jogador. Ronaldo também não repassava um centavo ao clube do direito de imagem das campanhas publicitárias que fazia. E assim faturava mais de R$ 2 milhões por mês.

Nos próximos dias, Giba terá um encontro com o presidente do Voltaço. E a resposta final deve ser dada em uma semana.

Enquanto isso, segue na mesma a briga judicial do time da Cidade do Aço para disputar a próxima Superliga. Talvez aconteça algo novo na semana que está por começar, já que a CBV não se pronunciou ainda após a liminar obtida pelo Volta Redonda.



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