Vaivém: A difícil equação do mercado feminino no Brasil



O fim do patrocínio da Amil ao time de Campinas “bagunçou” o mercado no Brasil, principalmente para jogadoras com mais pontos no ranking da CBV.

Algumas já haviam até recebido propostas do time do interior paulista. E ficaram a ver navios. Outras, que nem estavam nos planos do Vôlei Amil, também foram afetadas. Explica-se: com menos times capazes de pagar salários top, jogadoras tornam-se “reféns” (não interpretem ao pé da letra). Lei do mercado. Você recebe uma proposta mais baixa do que imaginava. Se não aceitar, o exterior passa a ser o destino. Muitas vezes, o único.

Uma equação difícil de fechar: grana + ranking polêmico com – vagas em times grandes = nó no mercado.

Vou citar o caso em particular aqui: Fabiana.

A central do Sesi foi um dos destaques da Superliga. Talvez esteja até no melhor momento da carreira. E assim valorizada após vencer o Sul-Americano e ser finalista do torneio nacional. Consequentemente, abriu o olho dos dois rivais do Sesi: Unilever e Molico/Osasco. Eu não me surpreenderei com ela em nenhum destes times citados.

O time carioca tem “espaço” para jogadoras com pontuação máxima no ranking. Mas vale lembrar que ela já saiu da Unilever e foi parar no adversário, quando se imaginava que ela sairia do Brasil. Já o paulista, sem espaço para 7´s no elenco, teria uma opção: se desfazer de Thaisa, mantendo Sheilla. E aí vem a outra pergunta: Thaisa então ficaria entre Unilever x Sesi? Ou teria de seguir para Turquia, Rússia ou Itália?

Este quebra-cabeças complicado, com poucos participantes, só vai ser mais claro após o Mundial de Clubes, já que várias as personagens principais estarão presentes na Suíça.

 

 

 



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