Vaga no Mundial de Clubes em jogo neste sábado



O Brasil definirá, neste sábado, às 15h45, o representante no Campeonato Mundial de Clubes no feminino.

Camponesa/Minas e Sesc farão o esperado duelo pela final do Sul-Americano, na Arena Minas, em Belo Horizonte. Na semi, as donas da casa bateram o Gimnasia Y Esgrima (ARG) por 3 a 0 (25-14, 25-13 e 25-11), enquanto as cariocas passaram pelo Regatas Lima (PER) pelo mesmo placar (25-13, 25-8 e 25-9).

Muito tradição em quadra, com um clube formador com história de décadas em prol do esporte nacional contra o maior vencedor do vôlei brasileiro nos últimos anos.

O retrospecto recente mostra uma vitória categórica do Minas, semana passada, em pleno Rio de Janeiro, por 3 a 0. Antes disso, triunfos cariocas no turno, na capital mineira, por 3 a 1. No ano passado, o Sesc levou a melhor também no playoff semifinal da Superliga e na decisão da Supercopa.

Ataque de Pri Daroit contra o bloqueio do Sesc

Sesc e Camponesa/Minas têm histórico recente de jogos decisivos (Jarbas Oliveira/MPIX)

E esses números devem ser levados em consideração por vários motivos:

NOVIDADE

As duas equipes se conhecem muito bem. Apenas a americana Newcombe, que chegou ao Minas no meio da temporada, tem algumas características que precisam ser mais estudadas. As demais atletas estão cansados de se enfrentar.

PASSADO RECENTE

A partida da semana passada pode ter uma influência psicológica na final deste sábado. Por um lado a equipe de Bernardinho certamente está engasgada com a forma com que o jogo transcorreu, principalmente na reta final, com larga vantagem do Minas. Do outro, o time de Stefano Lavarini não pode, de maneira alguma, “subir no salto”.

HOOKER

O fator Hooker. A americana precisou drenar uma infecção na virilha no último domingo. Contra as molezinhas da primeira fase e da semifinal, a ausência dela foi facilmente contornada. Mas contra o Sesc ela pode fazer a diferença.

MUNDIAL DE CLUBES

Levantar o troféu no fim da tarde deste sábado e carimbar passaporte para o Mundial de Clubes são combustíveis especiais para qualquer atleta. Para atletas um pouco mais novas, como Rosamaria e Drussyla, uma performance acima da média entre destaques internacionais pode ser um divisor de águas na carreira.

 



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