Unilever, por pouco, não perde título carioca



Parece mentira, mas a Unilever esteve perto de ver sua hegemonia no Rio de Janeiro cair, com todas as estrelas em quadra.

Na final do enfraquecido Estadual, na noite de segunda-feira, uma vitória mais do que suada sobre o Macaé por 3 sets a 2, parciais de 25-20, 25-21, 23-25, 23-25 e 15-13.

A Unilever colocou em quadra quase sua força máxima, com Fernanda Venturini, Sheilla, Mari, Regiane, Valeskinha, Carol e Fabi .

Se alguém viu o jogo, gostaria de saber quais foram os méritos do Macaé e as principais falhas da Unilever. Queria evitar os clichês, como garra do time mais fraco e falta de entrosamento/soberba do mais poderoso.



  • Léo

    Quase não acreditei quando o Macaé levou a decisão para o 5° set.
    Quase não acreditei em ver a “toda poderosa” FERNANDA VENTURINI errar tanta bol!!!rss
    Mas, segundo ela em entrevista após a partida , teve apenas 2 dias de treinamnetos com as meninas da seleção, e que nunca havia jogado com a SHEILA.
    Será que eu acredito????O tempo dirá né.

  • Bom, eu assiti ao jogo todo, e torci até o ultimo momento ao time de macaé, que é uma grata surpresa; O time não tem estrelas; Não contou com Edna, a mais experiente, mas teve Jordane, Neneca e Silvana, que sempre são coadjuvantes em grandes equipes e foram protagonistas ontem! Neneca é regular, erra pouco e virou bolas com facilidade enorme; Jordane é uma levantadora promissora, surpreendente, não conhecia o trabalho dela; Completavam o time as centrais e Natiele, a oposta. O time é muito bom táticamente falando: defende bem, bloqueia, tem garra e carisma, isso mesmo, carisma! O chicão fez ótimo trabalho, acreditou na meninada, e a inversão do 5 e 1 funciona mesmo por lá. Fernanda fez bom trabalho, mas sofreu com o passe, e aos 41 anos fica dificil correr de um lado pro outro, Sheilla esteve apática e a equipe errou muito; Pena que no tiebreack a equipe do Macaé entrou desconcentrada e o Rio abriu boa vantagem 9 a 3, mesmo assim foi por pouco; O time não estava desintrosado não, erros individuais no Rio – sejamos justos!

  • Com uma linha de passe composta por Mari, Regiane e Fabi é jogo duro contra qualquer um!

  • graca

    O jogo foi interessante pelo esforço e dedicação das meninas do MACAÉ, mas MARI ainda faz a festa do saque adversário, alvo preferido das meninas do MACAÉ…

  • Maria Tereza

    O Rio de Janeiro errou muito Regiane e Fabi muito instáveis na recepção Fernanda nitidamente sem ritmo de jogo apesar Sheila e Mari também erraram bolas em momentos decisivos o Macaé gostei da ponteira Neneca apesar de baixa virou uma enormidade em cima do bloqueio do RJ da levantadora Jordane e da libero Marcinha acho que o técnico Chicão também fez diferença além da falta de ritmo e entrosamento de Fernanda

  • newton.carvalho

    Daniel, meu único comentário é o seguinte: Para jogar de levantadora neste time da Unilever somente a Fernanda Venturini mesmo! Um time cuja linha de passe se baseia em jogadoras como Mari, Natália Porradão, Regiane & CIA precisa de uma levantadora super-habilidosa capaz de desentortar os passes ruins, que não serão poucos! Díficil, será mais um limão seco para o grande bernardinho expremer e tentar preparar uma limonada.

    • Rafa

      Não acho que a linha de passe vai ser esse problema todo. Em 2009, quando o Brasie o l ganhou o Grand Prix, temos que lembrar que a linha de passe era composta por Mari, Fabi e Natália. E o Brasil ganhou. Ou seja, o passe não vai ser o grande problema desse time.
      O que me preocupa é o que tá acontecendo com a Sheila. Ela merece um descanso, porque é visível a falta de decisão por parte dela desde o fim da Superliga. Na seleção ela foi sempre um porto seguro, nessa ultima temporada ela esteve muito aquém. E ela esteve muito abaixo do ideal ontem. Fez muitos pontos sim, mas mais na categoria que pela força que ela normalmente tem.
      Quanto ao Macaé, jogou tudo que sabia porque realmente será a única decisão pra temporada e elas se agarraram a este fato com unhas e dentes e jogaram muito. Mas não pode um time como o Rio que tem um bloqueio fortíssimo, não parar duas ponteiras tão baixas. Não havia bola de meio a partir do terceiro set. Enfim, o time do Rio é um time sem vibração, a Natália deve resolver isso…

      • Diogo Márcio

        Um time com Regiane, Natália e Mari que não forma a melhor linha de recepção. Não ter uma ponteira passadora que possa resolver o problema na recepção, é o cumulo. Pois, Amanda não se caracteriza por ter uma boa recepção, mas pelo seus Saques. Suele vai fazer falta.

      • Ana

        Concordo contigo, o Rio é um time sem vibração e até com uma vibe meio carregada as vzs, a mesma que eu via na seleção, já o time do osasco e do volei futuro é outra coisa! Bah é mt bom ver os jogos, mt bom mesmo. Confesso que torci mt pelo Macaé.

  • newton.carvalho

    2011 vai ser um daqueles anos para Sheilla tentar esquecer. Esteve muito mal na seleção e parece que a toada segue a mesma no time da Unilever.

  • Jairo(RJ)

    Não sei o que passou na cabeça do Bernardo trazendo a Fernanda de volta. Botar quatro anos de afastamento das quadras em dia não vai ser fácil. Um simples rolamento ficou dificil. A tônica do jogo não foi só entrosamento. Foi questão técnica, com muito erro de saque, ataque, passe. Não sei se uma semana de folga pras meninas que vieram da seleção foi suficiente.

    Macaé, quando viu que podia jogar parelho, assim o fez, bom volume no saque, na defesa e no ataque. Defenderam bastante e a distribuição da levantadora (Jordane, se não me engano) foi bem interessante. Brigar pelo título não vai dar, mas gostaria de ver essa equipe dando trabalho pras equipes mais fortes.

  • jeferson

    nao e falta de entrosamento por que as meninas da seleçao que atua em sao paulo ja estao jogado bem e elas chegarao juntas

  • Bruno Calzavara

    Vi apenas um pedaço do tie break (de 10 x 3 pro Unilever em diante[!]), oq já deu pra ter uma ideia do que foi a partida. No Macaé, jogadoras que até eu, que acompanho de perto o vôlei nacional há dez anos, desconheço jogaram muito. Bloqueios na Sheilla, aces na Fabi, defesas de ataques da Mari… Foi um jogo surreal! Pena que no final deu o óbvio. Mas foi diferente ver o time que perdeu comemorar mais que o campeão… Haha.

  • Afonso (RJ)

    Em primeiro lugar, méritos para o Macaé. Fez uma grande partida, defendendo bem, com um ataque efetivo e uma levantadora que surpreendeu. Um time bem postado em quadra e com uma proposta de jogo definida. Merece parabéns o trabalho da comissão técnica e o empenho das meninas.

    Do lado do Unilever, Jucieli com asma e a Natália ainda em fase de recuperação foram ausências marcantes. Bernardinho, retornando do Japão, também ainda não assumiu seu posto de treinador. O time, dirigido por Helio Griner, se impôs nos dois primeiros sets, vencendo-os com relativa facilidade. Depois, veia a “síndrome o terceiro set”, com a atletas perdendo um pouco a concentração, com uma recepção tenebrosa e errando muito no ataque. Mesmo assim, o Unilever fez, se não me engano, 24 x 20 e desperdiçou uns 4 “match points”, deixando o Macaé empatar e virar o jogo. Os comentaristas da TV chegaram até a lembrar daquela fatídica semifinal contra as russas em Atenas.

    No quarto set, o Unilever voltou a cometer muitos erros na recepção, dificultando bastante o trabalho da levantadora, o que consequentemente contribuiu para muitos erros de ataque. Mesmo assim o set foi disputado ponto a ponto, com o Macaé abrindo vantagem e 3 pontos mais para o final, levando a decisão para o “tie break”.

    No quinto set, o Unilever acordou e abriu logo de início uma grande vantagem que chegou a 5 pontos, e daí para a frente administrou o jogo, vencendo por 15×13 com relativa facilidade.

    Destaque negativo no Unilever foi a recepção, bastante ruim, obrigando o Helio Giner a fazer substituições no fundo de quadra, entrando a Amanda no lugar da Regiane. Houve também instabilidade no meio de rede na falta da Jucieli, revezando-se Mara e Ana Carolina.

    A Fernanda Venturini deu uma entrevista no final do jogo, onde reconheceu que o time rendeu abaixo do esperado, e atribuiu ao início de temporada, com algumas jogadoras fora da forma física ideal e a falta de entrosamento. Vale lembrar, que diferentemente dos times paulistas que iniciaram o trabalho mais cedo devido a um campeonato bastante disputado, o Unilever ainda está iniciando o trabalho para a temporada. Além de dar (merecidamente) mais tempo de folga para as jogadoras que integraram a seleção, ainda não conta com seu técnico titular que esteve participando do mundial no Japão. E no campeonato carioca, antes dessa final, enfrentou apenas o próprio Macaé, também em fase de formação, e dois times sem expressão: Flamengo e Universo.

    Tudo isso faz com que o jogo de estréia na superliga contra o SESI seja uma incógnita, pois esse campeonato carioca, e especificamente essa final, não pode servir de parâmetro para o desempenho do time.

    Bem faz a comissão técnica do time carioca em optar por participar do torneio Top Volley na Suíça, para tentar recuperar o tempo perdido em relação aos times mineiros e paulistas.

  • Luciano

    Com isso o que poderá ocorrer na estréia da Super Liga contra o Sesi que está melhor entrosado, e o torneio na Suíça que tem equipes de ponta mundial..

  • Diogo Márcio

    Não se justifica por culpa por falta de ritmo ou entrosamento, Sollys ganhou do Sesi por 3×1 é problema foi maior, pois:
    -as jogadoras do Unilever já estavam 1 semana treinando;
    -as do Sollys só tinha 2 dias que estavam no Brasil;
    -Sesi é bem mais forte que o Macaé.

    Parabéns ao time de Macaé. É como eu disse antes, o Unilever vai sofrer muito com a recepção e a Suele deve ta rindo do jogo, pois faz falta. É se prepare para os torpedos da Lili, que vem com fome de bola!!!!!

    Jordane ofuscando a Fe Ventutu.

  • Matheus Barbosa Ramos

    Tive a oportunidade de assistir o jogo e vi uma Fernanda Venturini com disposição e vontade, mas limitada por uma falta de ritmo… Momentos de Brilhantismos da Fernanda não faltaram.
    Uma das bolas com mais dificuldades era a bola para a saída de rede, ora a bola morria ora a bola passava, dificultando o Trabalho da Sheila (Isso justifica apenas 2 pontos no primeiro set). Agora os prós, vi uma mari mais tranquila e equílibrada no passe, quanto a régis não posso dizer o mesmo, confiante no ataque e bloqueio mas desequílibrada no passe e no saque (esse que é um dos seus melhores fundamentos)

    Para encerrar, uma pergunta em duas ao Daniel: Porque o Élio optou pela Carol no lugar da Juciely e pela Régis no lugar da Nathália?

    • Torcedor

      A Nathália ainda não esta 100% fisicamente !!

      E a Juciely estava com asma no dia do jogo.

    • Afonso (RJ)

      Natália ainda sente a operação na canela. Ficou no banco.
      Jucy teve um ataque de bronquite.

  • @alcidesxavier

    Vai tomar de lavada na Suíça !!!!
    Quero mais é que continue asssim, deixa meu SOllys regassa na quadra delas! hahahaaa
    O pior de tudo é ver apátia de Sheila e Mari, parece que carregam um fardo nos ombros, estranho!

  • Afonso (RJ)

    A quem possa interessar:

    Link para o jogo NA ÍNTEGRA pelo youtube:

    http://www.youtube.com/watch?v=CF9puzoFEuM&feature=channel_video_title

    • Ana

      Bah, mt bom, obrigada!

  • graça

    UNILEVER jogar com MARI e REGIANE de PSEUDO-PONTEIRAS-PASSADORAS não dá né? Fernanda Venturini nunca jogou com ponteiras tão ruins de passe assim… O jogo do UNILEVER com aqueles passes para trás fica muito vulnerável.

    • graça

      AMANDA ainda salvou a UNILEVER de um vexame maior, definitivamente MARI e REGIANE jogando juntas foi um fiasco.

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