Um legítimo finalista



“La Décima”, como estão chamando os torcedores do Real Madrid, ops, Rexona-Ades, está mais próxima.

O time carioca derrotou, na noite desta quinta-feira, o Camponesa/Minas por 3 a 0, carimbando o passaporte para a decisão da Superliga. Falta bater Molico/Osasco ou Sesi para conquistar pela décima vez a competição, algo que os espanhóis fizeram na Liga dos Campeões (de futebol e é um muito forçado comparar, convenhamos).

Jaqueline não brilhou pelo Minas desta vez (Marcio Rodrigues/MPIX)

Jaqueline não brilhou pelo Minas desta vez (Marcio Rodrigues/MPIX)

A ida para mais uma final aconteceu de forma categórica. Domínio quase total durante todo o jogo, parciais bem folgadas (25-17, 25-18 e 25-21) e comprovação de que a melhor campanha da Superliga não tem nada a ver com acaso.

Natália com 18 pontos no total, Juciely com seis dos 12 acertos no bloqueio e Carol com quatro aces mostram que a força deste Rexona é o equilíbrio nos fundamentos. Equilíbrio que faltou ao Minas, muito irregular hoje no passe, seu melhor fundamento até então, impedindo que o ataque nas pontas pudesse ser mais eficiente. A derrota, porém, não deve apagar os méritos que o time de Marco Queiroga teve até este confronto. É para sair de cabeça erguida e ter a certeza que um pouco mais de investimento para a temporada 2015/2016 pode fazer com que mais um degrau seja ultrapassado.

Ah, Fofão está a um jogo da despedida oficial das quadras brasileiras. Mas esse assunto merece um post especial em breve.



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