Um fim de semana para esquecer na Bulgária



Três jogos e três derrotas em Varna, na Bulgária. Resumo preocupante da quarta etapa da Liga das Nações masculina para a Seleção Brasileira.

Neste domingo, o terceiro revés consecutivo aconteceu diante dos donos da casa, no tie-break, parciais de 25-22, 19-25, 25-15, 18-25 e 15-12.

Na classificação geral, o Brasil ocupa o quarto lugar, com oito vitórias e 24 pontos, atrás de França (10V e 30 PTS), Rússia (9 e 28), Estados Unidos (9 2 26 – com um jogo a menos). Apesar de estar dentro da zona de classificação para as finais, a Seleção tem uma incômoda perseguição de outros grandes adversários: Polônia (8 e 23), Sérvia (8 e 20) e Itália (7 e 21).

Bulgária venceu Brasil para delírio da torcida local (FIVB Divulgação)

– Não tivemos as atuações que gostaríamos e sabemos que é preciso melhorar para chegar ao nosso primeiro objetivo, que é conseguir a classificação. Essa semana não foi como esperávamos, mas temos que erguer a cabeça, trabalhar e seguir firme para os próximos jogos na Austrália – admitiu o ponta Maurício Borges.

Com os franceses já garantidos entre os finalistas, cinco vagas estão em jogos para as finais.

Para você ter uma ideia melhor do panorama da etapa fim, no próximo fim de semana, seguem os jogos restante para cada um destes pretendentes à classificação.

  • Rússia: Itália, Estados Unidos e França
  • EUA: Rússia, Itália e França
  • Brasil: Austrália, Polônia e Argentina
  • Polônia: Brasil, Argentina e Austrália
  • Sérvia: Japão, China e Canadá
  • Itália: Rússia, França e Estados Unidos

A boa notícia para o Brasil são os confrontos diretos entre russos, italianos e americanos.  Os franceses, sem qualquer compromisso, podem ser os fiéis da balança. No papel, o caminho mais sossegado é o da Sérvia.

Até os jogos na Austrália, Renan Dal Zotto terá vários aspectos para corrigir no time. Talvez o mais fácil seja buscar injetar um ânimo extra nos jogadores, que parecem abatidos em excesso nesta sequência de resultados ruins.

Tecnicamente, a linha de passe está sofrendo demais, algo que tira os centrais do ataque e muitas vezes monopoliza em Wallace as ações ofensivas. Sem uma recepção estável o Brasil vai sofrer mesmo.

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