Um balanço do Mundial feminino



Antes tarde do que nunca, está no ar o post de encerramento do Mundial feminino. Me perdoem pelo atraso, mas os últimos dias foram bem corridos aqui no LANCE!.

SOBE

– Kiraly
Neutralizou, como poucos, o Brasil na semifinal. E conquistou o primeiro grande título como treinador em um Mundial. O sujeito tem estrela.

– Diouf
Tem a altura de uma Gamova. E parece ter personalidade para ser uma atacante tão matadora quanto a russa. A italiana tem muito futuro.

– Kimberly Hill
Eu esperava que Murphy fosse o desafogo americano no ataque. Errei! A ponta Hill cresceu de produção na reta final e desequilibrou diante de Brasil e China.

– Marcos Kwiek
Levou a República Dominicana para a terceira fase e ficou a um set da semifinal. O brasileiro aproveitou um caminho mais tranquilo nas fases iniciais e liderou campanha histórica das caribenhas.

– Ting Zhu
Sempre fico com um pé atrás com atletas que despontam e já são tratados como fenômeno. Mas a jovem ponta chinesa tem talento de sobra e pode ser, logo logo, um dos principais nomes do esporte. Jogou muito na semifinal.

– Camila Brait
Não é fácil substituir Fabi. E Brait deixa a Itália fortalecida por boas atuações, que certamente servirão para crescer ainda mais como referência defensiva.

DESCE

– Brasil
O terceiro lugar está longe de ser o que almejava a Seleção. Tinha potencial de sobra para vencer a competição pela primeira vez. Mas um dia ruim foi capaz de colocar tudo a perder. É preciso aprender a lição para não repetir o erro em 2016, por exemplo. Não vejo motivo, porém, para tanta histeria, pedidos para jogar o time inteiro no lixo e renovar com atletas ainda não testadas em alto nível, afastar toda a comissão técnica e achar que em um ano e meio de monta uma outra equipe competitiva para a Olimpíada do Rio. Saber perder também ajuda a construir vitórias no futuro.

– Gamova
Voltou da aposentadoria para jogar o Mundial. E deixou muito a desejar. Não foi sombra da jogadora que dominou o mundo anos atrás.

– Desafio eletrônico
Só começou a ser usado na metade do Mundial e com opções a menos do que a tecnologia utilizada na competição masculina. Ridículo.

– Regulamento
Estava no balanço do masculino. Não concordo com Ary Graça que defende uma competição tão longa.

– Linha de passe da Rússia
É pior do que muito time amador. No vôlei moderno parece não haver mais espaço para um estilo de jogo de bolão nas pontas e pancada.

– Destempero brasileiro
Mais do que analisar uma derrota em 13 jogos, me preocupa no Brasil a instabilidade. Ela tem aparecido em vários jogos ou em vários momentos do mesmo jogo. Às vezes começa a partir de uma reclamação de Zé Roberto com a arbitragem ou insatisfação de alguma jogadora com uma marcação errada. E, coincidência ou não, faz o time entrar em parafuso e tomar pontos em sequência. O Brasil é um time experiente o suficiente para não cair nestas armadilhas.

– Marco Bonitta
Deixou Piccinini muito tempo no banco de reservas (é uma brincadeira, antes que comecem a me xingar aqui)



  • Fernando

    Concordo com todos os pontos.

    No Brasil ainda destaco coisas que estão desde 2010 acontecendo:

    Até 2008, tínhamos Fofão de levantadora, a qual trabalhava com passe B, C,D e Z sem problemas, colocava todo o time pra jogar.

    Mari e Paula Pequeno, mesmo com passe quebrado, viravam a bola na pancada, na manha, exploravam bloqueio, faziam igual a HILL fez conosco. Quando as coisas não estavam bem tinha a Jaque e a Sassá, reservas de Luxo.

    Cenário atual:
    Temos a Dani Lins instável, que não sabe jogar com passe B, não consegue utilizar as centrais quando está nervosa.
    A Fê Garay oscilou demais, está em decadência e precisa aproveitar a temporada na Rússia pra colocar a cabeça no lugar, ela está longe de chegar ao ápice da MARI que era jogadora de 30 pontos.

    Nosso passe é sofrível, não temos banco à altura, Natália é uma piada de mau gosto, a coitada ta toda detonada fisicamente, não é decisiva no ataque e no passe é uma tragédia.

    A Gabi tem potencial, porém, só ataca.

    Já mostramos ao Mundo que sem as centrais não somos nada. Estão aprendendo a ganhar de nós pelas pontas e quebrando nosso passe, pois, sabem que não temos ponteiras que decidam jogo.

    O Zé Roberto vai ter que ver isso urgentemente, pois, do jeito que tá não dá. Além de tirar Adenízia e Natália, que não estão ao nível de seleção, são jogadoras no máximo medianas, nunca poderão ser titulares e nem reservas.

    • Juliano

      Natália detonada fisicamente? Depois do período negro, nunca a vi tão bem como atualmente. Ela está saltando muito e no nível Tandara de força de ataque. No jogo contra as reservas americanas, mostrou que tem muito mais variação de golpe e força do que todas as demais ponteiras convocadas. O problema dela já não é físico. É mental. Nítido. Só resolverá jogando. E este ano volta a ser treinada pelo Bernadinho. O tempo dirá quem é quem. Ela vai voltar ao seu ápice no Rio/16. Bernadinho não é idiota, e já reparou nisto.

      Gabi que precisa melhorar fisicamente. Não tem a potência para compensar a estatura. Se ela quiser jogar nível Sonsirma terá que trabalhar mais o braço. Usar bloqueio para a bola permanecer na quadra adversária não adianta. O saque viagem dela é fraco. Robinson a coloca no chinelo. Tem muita margem, mas ela terá que trabalhar mais a força.

      É fácil ver. As únicas ponteiras que têm margem para crescimento, das que foram convocadas pela seleção, são elas. As outras jogam daquela forma, não tem mais nada. Natália pode sim voltar a ser a de antes, ainda mais com a visível evolução física. Gabi tem uma margem enorme também. O que Garay vai evoluir? Jaqueline? São jogadoras prontas e que não tem mais onde tirar. Já Natália todos sabem que pode render mais, e Gabi todos têm a certeza que pode evoluir mais.

      Pode parecer loucura para alguns, mas aposto na Gabi e Natália como ponteiras titulares para Rio/16. Com Natália bem e Gabi mais forte fica difícil bater o Brasil.

      Ciclo olímpico não é só quem está no ápice no momento, mas é uma aposta para evolução do atleta até a competição mais importante: os jogos olímpicos. É o que o técnico americano fez com a Hill. E olha o que deu… Uma ponteira bem mediana levando MVP de mundial. Evoluiu demais; mas como sempre digo, evoluiu JOGANDO, e não sendo banco. Evoluiu com os EUA perdendo todas as competições menores. Mas na hora mais importante não tinha pressão ou qualquer receio, já tinha jogado contra todos os adversários antes.

      • Daniel_Sam

        Concordo com vc, inclusive o próprio Bernardinho falou o seguinte à respeito da Natália:
        “Ela é nosso maior reforço, mesmo com a Logan Tom e a Sara Pavan, a Natália é nosso maior reforço.”
        Ele falou isso ao ser perguntado sobre a volta da Natália após um longo período sem jogar.

        • Fernando

          No Campinas ela não rendeu, o Zé tentou transformá-la numa ponteira Passadora, estilo Jaqueline, pensando já na seleção, porém ela não correspondeu. Eu fiquei chateado, pois eu acreditava muito na reabilitação dela, mas ela já está mais velha que a Mari nas olimpíadas de 2004 e 2008, isso que a Mari fazia mais de 30 pontos num jogo e, mesmo assim era questionada.

          Enfim, acho que o Zé mimou ela demais, superprotegeu e agora deu no que deu, temos uma jogadora de estimação na seleção, ocupando a vaga de quem realmente quer jogar.

          • Juliano

            Mas aí o problema não foi bem dela, mas sim do próprio ZR.

            É exigir demais. A menina era oposto. Daí, pressionaram para que fosse ponteira. Tudo bem, passou atuar como ponteira, do estilo bem mediana no passe.

            Mas, pelo amor, depois de ter uma oposto na ponta, o ZR ainda queria que ela fosse jogadora de fundo de quadra? É muita loucura.

            Campinas não tinha líbero para piorar ainda mais. Quem não lembra da Wal ficando no lugar da líbero para passar na semi? Isto quebra com qualquer ponteira, principalmente uma como a Natália, que nunca foi um primor no passe.

        • concordo diego a natalia merece viver a vida dela sem estar doente.

      • Fernando

        Boa noite Juliano,

        O Problema da Natália é que ela está desde 2010 nessa de promessa, nunca vinga, não sai do eminente “potencial”, mas no final das contas, não dá em nada, força ela tem, saltar ela salta, potencial ela tem, mas chega na hora ela é mais uma qualquer.

        Em todos esses anos, ela não fez nada pela seleção, nesse mundial não existe nem o que questionar. Não sei afirmar se é a estratégia do Zé em deixar ela no banco 99% das partidas e quando ela entra não faz diferença, ou se, ele deveria testá-la seriamente num Grand Prix etc. Mas sei lá, não vejo esperanças na Natália sinceramente.

        2016 pelo o que estamos vendo, será bem difícil tecnicamente para o Brasil e ainda mais que só temos as titulares.

        Em relação à Gabi concordo com tudo que você citou, ela precisa de muita força física. Trabalhar o braço e variar mais as jogadas.

        Tandara está em uma crescente ano a ano, precisa ser mais utilizada.

        • Juliano

          Fernando, para mim ela só é qualquer na seleção porque o ZR não a coloca para jogar. ZR quer ganhar tudo. Grand Prix, Montreux etc.. Sempre insistindo com as mesmas ponteiras. São ótimas, mas, quando não estão bem ou quando se trata de um time que precisa de bola nas pontas, elas transformam o Brasil em um time bem mediano. O jogo focado nas centrais nunca foi característica do Brasil, Brasil sempre foi conhecido por ter ótimas ponteiras, ainda que baixas.

          Ele sempre leva as titulares e acaba forçando-as ao extremo nas competições.

          Natália não joga a competição inteira, e o ZR a coloca praticamente só para jogar na hora do aperto. Se ele quer que ela jogue, coloque naqueles sets perdidos, pelo menos. Ela quina um passe e já é retirada de quadra. Deixa ela o set inteiro, ela vai ganhando confiança e vai mudando. Naquele fatídico jogo contra as americanas, nas duas vezes em que ela foi recepcionar, ela estava colada com a Jaqueline. A Jaqueline pegou a bola? Não, deixou para a Natália que estava na ponta (ou seja, para atacar). Parecia até boicote. ZR de imediato a trocou depois de quinar. Ela entra para atacar. O time não ajuda. Pelo contrário, parece que boicotam ela com medo de perder posição… Sei lá, achei muito estranho. Venho percebendo isto em vários jogos.

          • Fernando

            O Boicote existe em relação à Natália, já foi questionado desde 2012, o grupo já estava fechado para Londres e, ela foi levada no lugar da Mari (que estava em recuperação), a Natália na época por recomendação médica não poderia nem ser convocada, pois, não poderia compor o time e jogar partidas.

            Houve boicote das jogadoras, pois, o grupo contava com a MARI. Que ao contrário do que inventam por aí, era uma das jogadoras de segurança do Brasil. Hoje vivemos numa situação complicada, onde somente Garay e Jaque jogam. Não temos reservas para por em quadra. Tá sofrível de ver a seleçao em apuros.

            Mari também era oposta e virou ponteira em favor da Sheilla, e mesmo assim continuou sendo a maior pontuadora do Brasil. A Andreia Lawrence era central e virou Oposta com 30 anos e liderou as estatisticas de ataque da superliga 2013/2014 e foi 2ª maior pontuadora também.

            Como eu disse, a Natália tem que provar “na Bola”. Essa história dela ser ponteira já faz muitos anos, nesses anos todos ela não se acostumou ainda, daí fica díficil.

            Nos jogos da seleção também percebo que ela é boicotada, parece que quando ela entra as jogadoras não ficam confortáveis com ela.

          • Roberto

            “A Andreia Lawrence era central e virou Oposta com 30 anos e liderou as estatisticas de ataque da superliga 2013/2014 e foi 2ª maior pontuadora também”. Bem emblemática essa sua frase, não acha? Este fato não lhe diz nada em relação a uma certa outra jogadora? você achou justo a premiação da FIVB quanto a posição de oposta?

  • Fernando

    Eu já assisti um treino da seleção e achei bem confuso.

    O Zé trata jogadoras como operárias, que cada uma faz uma parte e assim seja, se uma fracassar no esquema tático, já era. As reservas nem são treinadas, nem testadas, nunca foram. Ele fica contando somente com o time titular e jogadas repitidas, estratégias que não estão mais dando certo.

    Com o cenário mundial atual temos vários pontos contra Brasil e Russia:

    – Jogadoras novas e altíssimas estão surgindo, as quais, conseguem pontuar muito.
    – Estão aprendendo a sacar bem contra o Brasil.
    – Estão aparecendo novas Thaisas e Fabianas no cenário mundial (estão nos copiando).
    -Quase todas as jogadoras da China , Turquia, EUA estão jogando com bolas rápidas e altas quando o passe sai errado. No Brasil quando o passe sai errado, a Dani anula as centrais e joga bola espetada nas pontas (assim não dá).

    Ou seja, estão estudando muito as Brasileiras e, alguma coisa tem que ser feita urgente!.

  • Fernando

    Daniel, a questão não é montar uma seleção nova em um ano e meio.

    E sim corrigir erros e estratégias que já sabemos que não dão certo desde 2010, quando perdemos a Mari e PP4, e dai elas cairam de rendimento.

    Londres 2012 foi um milagre. 1º As Americanas deixaram as Brasileiras se classificarem na 1ª fase.
    2º No jogo Brasil e Russia, o técnico da Rússia estava sofrendo depressão profunda e abandonou o time no meio do 4º SET, as jogadoras tiveram que jogar sozinhas o tempo todo sem técnico, logo em seguida ele cometeu suicídio.
    3º Na Final a seleção americana amarelou e deu pane emocional igual as Brasileiras.

    EM 2013 a seleção Brasileira ganhou tudo que disputou, só que contra a seleçao B e renovação de todos os países. De todas as jogadoras o técnico só ficou a Gabi e Tandara… mesmo precisando urgente de uma PASSADORA, ele resolveu manter a Natália no time, oq ela fez nesse mundial? Se tivessemos levado a Sassá, poderia ter feito um bem bolado com a jaqueline, já que a Fernanda Garay tava marcada e jogando mal.

    • Karpol

      Olha Fernando o que aconteceu no jogo decisivo nas quartas de final entre russas e brasileiras em Londres 2012 por parte do técnico da Rússia foi um absurdo. Tão estapafúrdio que culminou na derrota das favoritas. O técnico Ovichinnikov estava com problemas mentais graves! Eram problemas particulares ou inerentes ao grupo que ele trouxe ou que afloraram em plena competição olímpica. Algo acontecia com ele. Entre as jogadoras tudo estava perfeito. Elas estavam invictas e jogavam bem. Os outros integrantes da comissão técnica praticamente não existiam – eram meras figuras desprovidas de opinião e não auxiliavam em nada porque o técnico era centralizador. A Rússia tinha o domínio do jogo no 4 set – abriram frente diante das brasileiras, mas começaram a cometer um ou outros erros no passe e o BRA começava a reagir. Vendo tudo,Ovichinnikov não fazia o que tinha que ser feito e sem nenhuma explicação deixou uma jogadora especialista em passe no banco por muito tempo. Naquele momento do 4 set, Artamanova era o trunfo para estabilizar a Rússia no passe e no psicológico das jogadoras. Após o 2 x 2, o jogo foi para o 5 set. Em quadra russas e brasileiras se digladiavam e ao final do set, mais uma vez Ovinchinnikov abandonou as jogadoras. Nessa altura a Sokolova já tinha assumido a função de verdadeira técnica em quadra, Além de recepcionar, atacar, bloquear, sacar a jogadora ainda tinha que orientar as companheiras. O técnico não fez uma substituição psicológica para ludibriar ou induzir o adversário ao erro. Ele poderia ter sacado do banco, a central Merkulova para inibir as brasileiras no bloqueio em combinação com uma sacadora vinda do banco etc. E por fim… o brasil acabou vencendo…. devido a omissão do técnico que não interveio no momento certo. Dias depois ele se suicidou em quarto de Hotel porque a pressão foi muito grande…..a Rússia foi para Londres para ser Campeã e acabou sendo prejudica pelos problemas do técnico. A pressão pelo resultado naquele ano foi muito maior do que esta sendo agora com a RUS fora do pódio neste Mundial. Em 2012 as jogadoras estavam preparadas, ao contrário de 2014. Marichev será demitido com certeza!!!

      • perikito

        Do jeito que você fala, parece até que a Rússia vinha em uma boa fase. O time suou para se classificar para chegar a olimpíada. Lembro delas no classificatório europeu, com o time completo, jogando mal e perdendo, tendo que ir buscar a vaga no classificatório mundial, dessa vez sem Sokolova, mas com Artamanova passando bem.

        Já em Londres, a Rússia caiu num grupo fraquíssimo, que não contribuiu para o refinamento do seu voleibol. Jogo mesmo elas só tiveram na última fase, contra a Itália, que foi decidido no quinto set. Há de se questionar até mesmo a qualidade desse embate, já que a Itália foi eliminada na mesma quarta de final que as russas.

        Com tudo isso, eu cheguei a conclusão de que a nossa chave é que foi forte (e isso colaborou para o desajuste do nosso time, que já vinha numa decrescente desde o grand Prix). A Turquia mostrando a sua cara, Kim desequilibrando para a Coreia (e posteriormente chegando a semifinal), China dando trabalho e tramando classificação com sua “irmã” asiática e, por fim, Estados Unidos sapateando com o Brasil. A Sérvia tava toda zicada, então nem comento.

        Parem de acreditar que as russas são as donas da bola. Com aquele técnico ou não, elas iriam perder pro Brasil.

        • Daniel_Sam

          Concordo completamente, falou toda a verdade, mas é que tem alguns fãs “viúvos” (rsrsrsrsrs) que insistem em desmerecer as conquistas que vieram em partidas ou torneios em que certas jogadoras brilharam.

          • oi diego e o cristiano vc e ai ja saiu espalhando essa dienca por ai daniel sam.

  • Fernando

    Acho que a Ivna tem muito potencial e poderia ser testada como reserva da Sheilla no GRAND PRIX 2015 (Alguém põe na cabeça do Zé que o Grand Prix é pra teste, q lá são se prova nada com titular).

    Tandara poderia vir pra ponta e ocupar a posiçao da Natália.

    Natália poderia ser excluída da seleção, devido a falta de capacidade técnica, e substituída por uma ponteira passadora (Suelle por exemplo).

    Gabi deve ser acionada mais no ataque e jogar o grand Prix inteiro, e não ser protegida no banco.

    Adenízia, tem que ser excluída também e substituida por uma jogadora alta e mais nova (temos várias no Brasil).

    • Fabrício

      Meu caro, esses nomes que você está apresentando transformariam a seleção brasileira em uma calamidade.

      Ivna, Suelle…??? São meras jogadoras de clube. Em nível de seleção, te garanto, não fariam nem cócegas contra adversários mais alto nível.

      Porém, concordo com você plenamente que Adenízia deveria ser excluída e que Gabi deveria ser mais utilizada. Ela não tem tanta altura, mas é bastante técnica, além de parecer ter controle psicológico em momentos de pressão. Ela pode evoluir muito ainda e seria bastante útil.

      Agora tirar Natália e levar Suelle…pelo amor de deus. Acho que a Natália poderia melhorar na recepção.

      A Hill mesmo até o Grand Prix desse ano não estava passando nada, era um erro total na recepção, mas no mundial ela foi bastante regular, não é à toa que não foi substituída em nenhum momento. Com certeza que isso é obra do Kiraly e da comissão técnica. Foi espantoso a evolução da Hill em menos de dois meses. Seria mais interessante investir na Natália do que trazer ponteiras limitadas e que mal rendem na superliga! Mas caberia à comissão técnica e ao Zé Roberto trabalhar isso de outra forma, para gerar bons resultados, pois podemos constatar claramente que Natália não evoluiu em nada praticamente. O que comprova isso é que foi pouco utilizada e quando foi não correspondeu. Mas ela tem potencial, sim. Não para chegar ao que Hill, Ting Zhu ou Kosheleva fazem, mas ter um desempenho ao menos mais consistente.

      Também não acho que Tandara deveria ir pra ponta, pois ela obteve um bom desempenho na saída quando entrava no lugar de Sheilla. Se não for Tandara a ocupar tal posição quando Sheilla para de jogar ou não estiver rendendo, quem seria?? No momento não temos qualquer outra opção.

      Quanto ao fato de o Gran Prix poder servir de teste, concordo também, ainda mais no caso da seleção brasileira que está com renovação muito lenta, atrás das outras seleções principais. Considerando ainda que ano que vem é ano de Copa do Mundo e a fase final do Grand Prix será nos EUA, o que trará ainda mais relevância e notoriedade ao crescente voleibol norte-americano. Não há dúvidas de que a seleção americana já estará despontando como a grande favorita.

      • Fernando

        Fabrício, o meu raciocínio é baseado, nos estudos que as outras seleções fazem do Brasil.
        Este ano nossos principais adversários foram EUA e TURQUIA.

        O que elas conseguiram foi 1ºminar nosso passe e 2º tirar nossas centrais da jogada.
        Jaque e Fê Garay não deram conta do recado, mesmo, supostamente as duas sendo “ponteiras passadoras”.

        Esse negócio de transformar a Natália em passadora, e a Gabi em atacante, não vai dar liga. Só vai rolar se a Gabi se transformar numa Sonsirma conforme você citou anteriormente.

        Na época da Paula e Mari, ambas cuidavam do passe e mesmo quebrado, davam conta do ataque e pontuavam muito e tinhamos a graça de ter a Fofão que colocava as centrais para jogar mesmo com o passe horrível, coisa que a Dani Lins não faz e não consegue.

        A respeito da Natália em 2012/2013 ela foi bem “refinada” pelo Bernardinho, e em 2013/2014 ela foi trabalhada no passe pelo Zé Roberto no campinas. Na Seleção deu tudo errado!.

        A respeito da Tandara, realmente talvez seja melhor ela ficar de Oposto e ela deu conta do recado e mostrou que faz jus à convocação

  • Liza

    Diouf, Hill, Zhu, e o Brasil revelando Gabizinhas..

    • Fernando

      segundo o Zé Roberto o Brasil revelou a Natália, que é a promessa do Brasil para 2016. Vamos torcer muito pela Nati.

      • Mario

        A eterna pedra bruta. Deus do céu! Esta moça já tem a idade de Mari quando esta foi titular plena e absoluta ao lado de PP4 em 2008. Já deu. Teve todas as chances do mundo – chances só dadas à panelinha Sheilla-Jaquetoco e cia. Aliás, que história é essa de buscar substituta pra oposto – que mantém-se sem qualquer sombra há quase 10 anos – somente quando a bonita achar que é momento de parar? Quanto ela pagou pela vaga? Não existe isso no mundo. Até a matadora Brakocevic foi trocada por incrível menina de 17 anos! Natália promessa pra 2016….aff!

        • Daniel_Sam

          Quanto a Sheila pagou pela vaga?

          R$ 2 Ouros Olímpicos.

          • Mário

            Não, meu caro. Ela pode ter feito alguma coisa em 2012. Mas 2008 quem ganhou foi a dupla Mari/PP4. De resto, este dona da vaga (que só assumiu porque Mari foi pra ponta pra melhorar o ataque), vive nas costas das demais.

          • Daniel_Sam

            Não invente. PP4 e Mari estavam perfeitas sim, mas a Sheila tbm, aliás todas as titulares estavam no auge , por isso o Brasil atropelou todo mundo.

            Não invente.

          • vc vai pagar…

          • cristiano

            a Sheila ta sofrendo de uma doenca sem cura e a respinsavel fugiu

        • Fernando

          Mário, primeiramente não fui eu que falei que a Natália é promessa pra 2016. Quem falou isso foi o técnico Zé Roberto. Em 2008, ele disse que ela era a promessa pra 2012 e que figurava entre as 3 melhores ponteiras do mundo.

  • Mauricio

    Gostaria de acrescentar mais algumas peças:

    Sobe:
    Del Core> Isso sim, é uma ponteira completa. Completa 34 anos em ótima forma física. Só pra ter uma idéia, tem a mesma idade da Érika e seria titular em qualquer time do mundo pelo equilíbrio que dá no fundo de quadra. Não foi a toa que a Gamova e o Kazan só foram campeões da liga dos campeões da europa ao contratarem a Del Core.

    Sonsirma> Até o início do ano muitas pessoas (me incluo) duvidavam que ela jogaria em alto nível pela seleção, já que pelo clube ela brilhava, mas dividindo a responsa com grandes atacantes, como Glinka e Brakocevic. Sonsirma carregou a Turquia e deu espetáculo em vários jogos.

    Kosheleva> Hoje é a maior atacante de ponta do vôlei. Não vejo uma ponteira, atualmente, com o alcance e a potência de ataque da russa. Me lembra a Calderón alguns anos atrás. Só a Kim poderia rivalizar, mas a Koshe é bem mais agressiva, ainda que menos completa que a coreana. Com uma boa passadora na diagonal para ajuda-la na recepção, renderia ainda mais.

    Boskovic: 17 anos, braço canhoto pesado. Que oposta começa a surgir. Vai ser feia a disputa entre ela e Brakocevic, que antes de se lesionar, era a oposta que mais rendia da Europa.

    Desce:
    Terzic> A seleção da Sérvia é visivelmente mal treinada, com sistema de defesa e bloqueio fraco e a recepção muito oscilante. E todas são boas jogadoras, algumas excelentes em seus clubes. As trocas dele não fazem sentido. Afastou a boa Spasojevic da seleção.

    Manabe> O sistema de jogo do Japão, sem centrais, só aprontou no Grand Prix. No mundial, foi dominado até pelas Ázeris.

    Natália> Entendo que passou por problemas graves nos últimos anos, mas já está na hora de honrar este título de “promessa” e “diamante bruto” que dura quase 1 década. Tomara que a comissão técnica do Rexona ajude.

    • Fernando

      Sonsirma é incrível, ela joga 5 SETS com uma resistência incrível, e tem um repertório de ataque incrível.

      Kosheleva é uma das maiores atacantes do volei mundial, com certeza a KIM é disparada a melhor ponteira do mundo. Faz pontos em todos os fundamentos e no ataque ela reina disparado deita e rola na inteligência, pois, parece que ela controla onde quer que a boca caia.

      Boskovia já é a titular absoluta da Sérvia,pois, a Brakocevic pediu baixa e se aposentou da seleção.

      Natália, só um milagre, já faz 4 anos que estou participando de fóruns de internet e chega a dar tristeza ficar discutindo esse assunto repetitivo de Promessa e que o Zé falou que ela é o grande nome do cenário mundial, ele ta fazendo esse papelão e se queimando à toa.

      • Mauricio

        Fernando, sem dúvida a Kim não é só a melhor ponteira, como provavelmente a melhor jogadora do vôlei no momento. Agora, o vigor físico da Kosheleva no ataque está impressionante.

        Quanto a Brakocevic, ainda acredito num retorna dela à seleção. Principalmente se a federação sérvia perceber que o Terzic só atrapalha e o substituir bem.

  • Michel Pereira de Oliveira

    Daniel, diante de tantas oscilações emocionais, não seria interessante recontratar a psicóloga que atuou junto à seleção em 2008, quando conquistamos o primeiro ouro olímpico (ou qualquer profissional da área)?

  • Luiz

    Revendo alguns jogos dos EUA eu notei que o Sr Kiraly não mostra o jogo nos tempos técnicos, tudo parece já ter sido acertado antes das partidas. Ele fica falando aquelas bobeiras lá só pra despistar. Jogar com as ponteiras contra o Brasil, e com as centrais contra a China define bem o que estou dizendo. O cara já entra em quadra com o jogo pronto. Agora não é mais proveitoso para a seleção brasileira os outros times saberem que nossas centrais fazem mais de 15 pontos por partida – isto já está marcado. É só ver que a Hill ficava parada lá trás só defendendo as pancadas das centrais brasileiras. acabou a sopa! Se vira Zé Babão.

  • Alex Lima

    Só penso o seguinte…. Ainda temos as torres gêmeas, mas é qnd elas sairem da seleção??? Cri cri cri

    • Fernando

      Sim, mas não funciona contra a Turquia e contra os EUA, e não é por culpa delas e sim do passe horrível e da Dani Lins que não é nenhuma Fofão, por que se fosse a Fofão a bola tava na mão das centrais, a Dani só joga com passe A, no máximo um B.

  • Aline

    Marcos Kwiek, ele está há DUZENTOS ANOS à frente dessa REP.DOMINICANA e ÚNICA coisa que esse TIME DE GIGANTES faz é DAR TRABALHO OAS OUTROS e não CONQUISTA NADA EM NÍVEL MUNDIAL, somente alguns torneiozinhos regionais!
    Não vejo evolução nenhuma no voleibol da REP.DOMINICANA, ele só convoca girafas e baseia o jogo na BASE DA IGNORÂNCIA DA FORÇA FÍSICA NO SAQUE E NO ATAQUE!
    Não vejo um trabalho técnico bem feito, vejo sim um monte de gigantes BATNDO CABEÇA ENTRE SI:
    1. Pra começar o time NÃO TEM UMA LEVANTADORA DESCENTE!
    2. Ponteira-passadora??? Isso existe lá??? Esse tal Marcos Kwiek faz treinamentos de passe com essa seleção??? NÃO PARECE MESMO!!!
    3. SAQUE? O saque delas parecem uns POMBOS-SEM-ASA, muito fortes mas TOTALMENTE DESCONTROLADOS, MUITOS ACABAM NA REDE OU PRA FORA!!! CADÊ O TREINO DE TÉCNICA E PRECISÃO NO SAQUE Sr. Marcos Kwiek???
    4. Cobertura de bloqueio? Elas sabem o que isso Sr. Marcos Kwiek???
    Quanto desperdício de material humano, muitas GIGANTES porém MUITO MAL-TREINADAS pelo Sr. Marcos Kwiek!!!

  • Concordo acho que o Brasil precisa levar o grand prix caras novas como Rosamaria a outra central que me faltou o nome que tem 1,97m gabi titular a competição inteira pois ela gosta de chamar pra si o jogo,pois depois do rio 2016 vamos ter outra safra já thaíssa e fabizona vão ter 29 e 31!agora esse técnico da sérvio é mesmo muito fraco tem boas jogadoras e não consegue render algo parece que é muito atrito entre ele e as jogadoras que elas somem na seleção e brilham na Europa.

  • Rodrigo

    Por isso q eu sou admiro o Bernardinho o cara é fera demais no cenário do vôlei mundial o q é pior enfrentar a Rússia no masculino ou essa Rússia no feminino sem passe bola alta nas pontas e vou dar outros exemplo EUA com Anderson, Lee, Sanders, Holt ou no feminino com Hill, Harmotto e cia, uma Itália com zaytsev, travica, parodi, kovar no feminino fraco costagrande, lo bianco, e cia Bulgária com sokolov, skrimov, zekov no feminino só vasileva, o iran dito pelo blogueiro Bruno voloch como fogo de palha com Maluf, seyed, gaemi a França com ngapeth, tonuitti, le rox. com isso tá na cara q o masculino o nível é muito acima.

    • Darth Vader

      Maluf? “Estupra, mas não mata!!!”

  • Renan

    Oi Daniel eu acho que tem q colococar o papel da Jaque jogou demais nesse mundial! Ficar tanto tempo parada e voltar nesse nível não é fácil, acho ela a jogadora fundamental para o Brasil pois ela segura uma área muito grande no passe.
    Quanto ao jogo que perdeu para os EUA eu acho q foi um dia q não encaixou direito o jogo, qto a isso eu não sei se voçe notou, mas pra mim o Zé errou pois ele colocou a Jaque contra a rede de três dos EUA e a garay contra rede de dois. Então qdo era para Jaque estar defendendo numa rede que tinha murphy e hill atacando ela estava na rede, nesse jogo me lembro que Brasil defendeu quase nada. Outra coisa a Dani estava bloqueando a hill e na sheilla estava difícil parar ela. Vc percebeu esse desencaixe de rede? Pq o Zé fez isso? Abraços

    • Daniel_Sam

      Agora que vc comentou, pari pra pensar e vc tem razão.

      • Daniel_Sam

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
        *PAREI , kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        • vc esta tranalhandoi diego esse horário

  • Renato

    Eu fiquei triste pelo bronze, mas temos que valorizar nossas atletas por essa medalha. Esses escandalis da CBV, ranking, sets de 21 pontos, emissora que transmite quando quer e falta de incentivo a novos patrocinadores esta enfraquecendo nossa superliga e consequentemente a selecao adulta. Elas fizeram ate de mais para um pais que trata o volei como esporte de quinta categoria.
    Voltando ao assunto mundial, eu nao achei merecido o titulo americano, pois elas nao se classificaram sozinhas, pois se nao fosse a Italia ter vencido dois sets da Russia, as americanas estariam fora. A Italia fez isso porque queria tirar o Brasil da final e como Deus e justo acabaram sem nenhuma medalha.
    Quanto ao jogo contra os Estados Unidos, elas apenas usaram a mesma estrategia da Turquia, saque forcado no ombro das ponteiras, marcacao fortissima nas centrais e uso e abuso das chutadas nas pontas. Eu acho incrivel quando usam essa estrategia simplesmente acaba com o Brasil.
    Eu acho que essa licao deve ser aprendida pelo Ze e a partir do ano que vem, ele deveria usar o Grand Prix e Montreaux para fazer testes, descansar todas as titulares e convocar novas jogadoras como a Ivna, Suelle, Daroit, Bia, Mara, Tieme, testar a Tandara como ponteira e a Natalia como oposto.
    Enfim o time do Brasil sempre e o mesmo, nada muda, nunca inova, sempre as titulares jogam e as reservas nao veem a cor da bola, portanto o time brasileiro ja esta muito manjado e estudado e quem quiser nos vencer basta usar a estrategia das Turcas que o estrago ta feito.
    Tomar um 3 x 0 numa semifinal nao foi normal e isso so provou que eatamos no caminho errado das outras selecoes e que algumas mudancas precisam ser feitas para o Rio 2016.

    • Fernando

      Para de falar asneira, a Itália ganhou da Rússia por que tinha que ganhar, foi jogo justo e limpo, se a Rússia quisesse ganhar, que jogasse melhor!

      E os EUA ganharam do Brasil na bola, você se esqueceu de Londres, que o Brasil só classificou pqe os EUA “deixaram” e ganharam todos os jogos da primeira fase? Brasil foi campeão olímpico com a pior campanha.

      o esporte é isso meu filho.

      • Renato

        Quem esta falando asneira aqui e vc Fernando. A Italia ja estava classificada e precisava vencer apenas um set para terminar em primeiro e fugir do Brasil na semifinal. A Italia venceu o primeiro set, ja estava classificada e em primeiro lugar, dai o tecnico permaneceu com o time titular para vencer o segundo set da Russia e o resultado foi que ajudou a classificar as americanas para cruzar com o Brasil e eliminar a Russia. Tanto e verdade que apos vencer os dois sets o tecnico Italiano trocou todo o time e quase perderam o jogo. Portanto, o tecnico Italiano quis classificar as americanas para tirar o Brasil da semi, pois achava que ja estava na final do campeonato.
        Agora se vc nao acompanhou o mundial e fala as coisas sem saber, o problema nao e meu e sim seu. Eu antes de falar qualquer coisa aqui busco ter certeza, ao contrario de vc.
        Ja em Londres, as americanas nos ajudaram a classificar sim, mas vc se esqueceu da armacao do jogo entre China e Coreia, pois esticaram um jogo ate o tie brake para ambas se classificarem e deixaram a ultima vaga para Brasil ou Turquia decidirem. Acredito que senao fosse essa armacao o Brasil teria se classificado sozinho para as quartas sem depender das americanas.

  • Rafael cruzeiro

    A Camila jogou muito bem antes da fase final. Quando iniciou as finais, momento que a Fabi sobressaia, a Brait sumiu.

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