Ufa!!!



Depois de uma avalanche de comentários, opiniões, críticas e elogios, hora de esquecer Brasil x Bulgária. E tirar algo de positivo da difícil vitória sobre a República Tcheca.

Regulamento e escolha por adversários à parte, o rival brasileiro na abertura da terceira fase do Mundial incomodou demais. Depois de trocar Popelka por Hudecek, o time da República Tcheca virou outro. O canhoto quebrou o bloqueio dos campeões do mundo, mostrou um volume de jogo de time feminino (na melhor forma com que este termo pode ser encarado) e deu mais trabalho do que qualquer torcedor tcheco poderia imaginar.

Para evitar um desastre e uma saraivada de críticas que não consigo dimensionar o tamanho, o Brasil contou com a atuação, mais uma, decisiva de Murilo (25 pontos, sendo quatro blocks, e 74% de acertos nos 43 saques que recebeu) e  a agradável entrada do oposto Théo, que deu a força que faltou para Leandro Vissotto nas bolas altas e mudou o panorama de um jogo que se mostrava completamente desfavorável para os campeões do mundo.

No discurso dos jogadores pós-vitória, o alívio era nítido. A pressão que ainda carregavam após o duelo com os búlgaros diminuiu. O velho papo de que grandes competições se ganham com um grupo e não apenas um time titular voltou. Para o lado brasileiro, foi ótimo. Para os rivais, nem tanto.

O caminho para o tri, na Itália, diminuiu um pouco. Vocês também estão mais aliviados?



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