Ufa! É campeão!



Parecia fácil ao abrir 2 a 0. Parecia tragédia ao ver a Itália empatar em 2 a 2. Virou alívio com o triunfo no tie-break.

O título da Copa dos Campeões foi um turbilhão de emoções para o Brasil, nesta madrugada.

Não vou tocar no tema Rússia neste post, para não entregar aqui minha coluna que sairá amanhã no LANCE! (atenção, apenas na edição de SP. Para os demais, colocarei no blog no início da tarde).

O jogo decisivo no Japão comprovou mais uma vez que o atual time brasileiro tem oscilado demais. Ficou claro contra a Rússia, voltou a acontecer contra a Azzurra. É um problema que deve ser atacado por Bernardinho. O jogo minimizou, um pouco, a questão dos “12 titulares”, rótulo que durante vários anos marcou a Seleção Brasileira, já que Chupita e Eder entraram bem. Mas nem sempre foi assim.

Neste primeiro ano de ciclo olímpico, ficou claro que o Brasil ainda sofre quando precisa do banco de reservas. Em alguns momentos, por Bernardinho demorar para mexer. Em outros, pelas apostas não darem certo. Mas ainda há tempo para encontrar um time mais homogêneo, com titulares e reservas que se completam e, além disso, fazem uma disputa interna sadia e ajudam o time a crescer. Foi assim em diversas conquistas no passado.

Talvez agora seja mais difícil, por uma simples questão: a qualidade do material humano de algumas gerações anteriores pode, no futuro, ser comprovadamente melhor do que atual. E isso parte parte do jogo. Não é tarefa fácil para nenhuma equipe substituir, de uma vez, pontas como Giba, Murilo e Dante, por exemplo. Mais difícil ainda é achar um novo Escadinha. E assim vale também para outros antigos titulares, como Leandro Vissotto.

Por fim, é mais complicado ainda fazer tal transição quando um time está muito acostumado a ganhar, caso do Brasil. Por isso o título da Copa dos Campeões deve ser comemorado, após os vices da Liga Mundial e da Olimpíada.



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