Ufa!



Talvez seja uma boa forma de resumir o sofrido 3 a 2 do Brasil sobre o Irã, nesta manhã, no Ibirapuera.

Mesmo levando em consideração dois pontos (1 – os iranianos estão em evolução nos últimos anos; 2 – A Seleção está muito abaixo do normal neste início de Liga Mundial), não esperava que o time de Bernardinho fosse sofrer tanto para conseguir seu segundo resultado positivo em cinco jogos na competição.

Sidão, com 16 pontos (10 no ataque, quatro no bloqueio e dois no saque), foi o maior anotador do Brasil. Wallace, 15,  Lucão e Lucarelli (13), vieram a seguir. Mas destaco os 12 pontos de Leandro Vissotto, que começou no banco de reserva, entrou em todos os sets e foi titular no tie-break. Foram do oposto de 2,12m quase todos os pontos que evitaram uma derrota/catástrofe. Para quem não viu, o Irã chegou a ter 13 a 11. A partir daí, Vissotto marcou três vezes, enquanto Murilo deu o match point ao Brasil no bloqueio.

Mesmo com o triunfo o sinal de alerta do Brasil deve ser mantido neste início de temporada. Problemas já discutidos aqui após as partidas contra Itália e Polônia persistem. E não vai ser apenas com a volta de Wallace, que estava em férias nas rodadas anteriores, que tudo vai melhorar. As dificuldades são muito maiores do que o simples encaixe de uma peça.  E tenho dito que a preocupação deve ser o Campeonato Mundial, não as finais da Liga. Mesmo pensando que temos três meses até lá,  muitas coisas precisam evoluir para a Seleção ficar competitiva a ponto de sonhar com o pódio.

 



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