Trio de invictos passa por testes importantes



Sada/Cruzeiro, Sesi e RJ Vôlei (ex-RJX) mantiveram a invencibilidade na Superliga após os jogos deste sábado. E todos tiveram confrontos interessantes.

Líderes com 21 pontos, os mineiros, com 21 pontos, passaram pelo clássico contra o Vivo/Minas por 3 a 1. Os atuais campeões mundiais começaram o confronto com os selecionáveis Wallace e Eder no banco. Mas Marcelo Mendez precisou da dupla para superar o maior rival, de virada, e manter os 100% de aproveitamento. O oposto foi o maior pontuador, com 14 acertos, e continua voando. O mesmo número de pontos foi obtido pelo ponta Maurício, do Minas, outro que vem em boa fase. O líbero Serginho foi eleito o melhor em quadra.

Entre os que ficaram devendo, Filipe fez apenas dois pontos pelo Sada e acabou substituído no terceiro set por Luis Diaz. Já o Minas sentiu falta de seus dois estrangeiros. Filip e Bjelica poderiam ter equilibrado ainda mais o clássico.

Empatados com 20 pontos, Sesi e RJ tiveram diferentes motivos para comemoração. Jogando em Maringá, para 4.300 pessoas, os paulistas derrotaram o Moda/Maringá por 3 a 0. Moleza? Que nada! 23-21, 23-21 e 21-19 foram as parciais. Lucão, com 14 pontos, foi o melhor do jogo, acertando 10 de 12 ataques e fazendo quatro pontos no block. O mais feliz em quadra, porém, era Murilo, que entrou nos três sets, confirmando sua volta às quadras após a operação no ombro direito. Pelo time paranaense, Quiroga e Lorena, com 16 e 15 pontos, respectivamente, monopolizaram as atenções.

Por fim, no jogo da TV, o atual campeão da Superliga precisou de cinco sets para bater o Brasil Kirin, parciais de 21-19, 23-21, 18-21, 12-21 e 15-13. Bob, que jogou no lugar de Leandro Vissotto, liderou o time no ataque, marcando 21 pontos e faturando o VivaVôlei. Diogo, com 19, foi o maior pontuador dos campineiros. Fatores extraquadra pesaram e deverão pesar em próximos jogos do time carioca. Sem a grana de Eike, salários estão atrasados, Maurício Souza já foi embora para a Turquia e outros jogadores estão recebendo ofertas da Europa, entre eles, o capitão Bruninho. Foi nítido no semblante dos atletas a vontade de desabafar, já que eles estão dando um voto de confiança ao projeto e ao gestor José Inácio Salles, que tem tentado arrumar apoiadores para cumprir o prometido. O último pontos do maluco tie-break (Rio abriu 11 a 4, Brasil Kirin encostou em 14 a 13) me deixou claro isso. É esperar os próximos capítulos desta novela.

 

 

 



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