Trechos exclusivos da entrevista com Lucão



No LANCE! deste domingo você lê uma entrevista com o central Lucão, titular da Seleção e do RJX.

O blog separou algumas perguntas exclusivas sobre as perspectivas dele para a Olimpíada de 2016.

O que você imagina de cenário da Olimpíada do Rio, em 2016? Os mesmos rivais de sempre?
Acho que não vai fugir muito do que estamos acostumados. No início do último ciclo olímpico, a Polônia estava em transformação e conseguiu chegar bem no fim do ciclo. Os Estados Unidos têm uma escola muito forte e, quando acham que não vão chegar, eles conseguem por conta da organização e do conjunto forte. Cuba sempre tem renovação. A Rússia é uma escola do vôlei como o Brasil. Talvez a Itália caia pela falta de novos jovens jogadores.
 
Como você vê o Brasil, que também terá a saída de jogadores? E o Bernardinho, ele continuará como treinador?
Acho que o Bernardinho continua. Não vejo outro treinador assumindo a equipe. Trata-se de um técnico extremamente competente e ninguém pode questionar o trabalho que fez nestes anos. Quanto à equipe, o grupo que acabou disputando a Olimpíada tinha eu e o Sidão de centrais, o Wallace de oposto, Bruno de levantador, Dante e Murilo nas pontas e o Serginho era o líbero. Desses, acredito que apenas o Serginho saia. Temos uma base, mas é claro que novos jogadores vão chegar. Isso é necessário pois o ciclo é grande, os atletas estão sujeitos a lesões. A garotada precisará ter paciência pois teremos muitos testes no início e muita ralação. Tudo para chegarmos em 2016 com a equipe mais perfeita possível.
 
Olimpíada já é importante. No Rio, a pressão será ainda maior…
Nos últimos ciclos, o vôlei sempre foi cobrado para trazer medalhas. Com certeza a pressão será grande. O Comitê Olímpico Brasileiro conta com essas medalhas. Mas vejo muito disso a nosso favor. Ninguém gosta de vir jogar no Brasil com ginásio lotado.
 
Você se vê jogando no Brasil por todo o ciclo olímpico?
Hoje não me vejo saindo do Rio de Janeiro. Gosto muito daqui e tenho uma excelente estrutura de trabalho. O Brasil melhorou não só em estrutura de clubes, mas também em termos financeiros. Antigamente, muitos jogadores saíam por conta das propostas financeiras. Todo mundo ia para a Itália porque o Euro estava valorizado e o campeonato era forte. Hoje em dia já não é mais assim. Talvez a Rússia ainda esteja um pouco acima, mas os outros campeonatos estão bem nivelados.



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