Times do Qatar montam seleções internacionais de aluguel para o Mundial



Os petrodólares do Qatar, que garantem a realização do Campeonato Mundial de Clubes em Doha, desde que ele foi ressuscitado pela FIVB em 2009, servem também para os times locais evitem vexames na competição.

E Al Rayyan e Al Arabi estão esbanjando dinheiro na montagem de suas equipes para a competição, que acontecerá entre 13 e 19 deste mês. A torre de Babel inclui americanos, búlgaros, finlandeses, italiano, brasileiro… E no mercado comenta-se que ainda estão atrás de russos, cubanos e por aí vai.

Bom, vamos relembrar os nomes:

Al Rayyan (está na chave de Sada/Cruzeiro, Trentino-ITA e Tigres-MEX)

central Lee (EUA)
central Rodrigão (BRA)
levantador Georgi Bratoev (BUL)
ponta Valentin Bratoev (BUL)
oposto Mikko Oivanen (FIN)

Al Arabi (jogará contra Zenit Kazan-RUS, Belchatow-POL e Zamalek-EGI)

levantador Dante Boninfante (ITA)
central Matti Oivanen (FIN)
ponta Pampel (ALE)
líbero Richard Lambourne (EUA) – ainda em negociação

Até o início da competição, é possível que toda a base titular dos times do Qatar seja preenchida por atletas que não nasceram do país. Um exagero! A FIVB deveria limitar o número de estrangeiros por time em uma competição com sua chancela.

Faria bem até para o vôlei catariano. Ele poderia, por exemplo, testar seus jovems, dando uma chance de enfrentarem times da Europa e do Brasil. Os xeques, porém, preferem gastar o dinheiro que jorra aos montes do chão na montagem de “times de aluguel”, com duração de no máximo dois meses. E ficam todos sorridentes com qualquer set ganho perante seus súditos.



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