Time mantido e 3 a 0 na Tailândia



Com as mesmas alterações no time titular que venceu Cuba, o Brasil voltou à quadra neste sábado, em Ningbo, e ganhou novamente por 3 a 0. Desta vez, sobrou para a Tailândia, parciais de 25-20, 25-23 e 25-14, resultado que mantém a chance de título para a Seleção na última rodada do Grand Prix.

Zé Roberto manteve Fernandinha, Adenízia e Fernanda Garay na equipe. E a resposta foi positiva. Me parece muito claro que a definição do time para a Olimpíada vai precisar levar em conta muito mais o momento, a um mês do início da competição, do que o histórico do trabalho realizado durante todo este ciclo.

As três jogadoras estão em momento melhor do que as então titulares: Fabíola, Fabiana e Jaqueline. Vão me dizer aqui mais uma vez que a Tailândia não é parâmetro, assim como Cuba não foi. Não concordo. Os rivais não são logicamente do nível de Rússia e Itália, por exemplo, mas neste momento servem para que avaliações específicas sejam feitas.

Analisando os números, o bloqueio, desta vez, foi o grande fundamento brasileiro, com 15 pontos marcados. Adenízia, com três, foi a melhor. Na véspera contra Cuba, o saque havia tido destaque. O ponto negativo, outra vez, foi o passe. Instável em grande parte do jogo, ele foi se estabilizando. Mas ainda inspira muitos cuidados.

Cabe uma outra observação sobre o jogo. Com a saída de Fabiana, Sheilla virou a capitã do time. Hoje, voltou a ser  a maior pontuadora, com 15 pontos (13 no ataque e dois no bloqueio). Ok. Vão me dizer que a oposto ainda está distante das atuações anteriores, blá, blá, blá… Mas ela é uma das titulares que vem crescendo durante a competição, pelo menos ao ponto de se garantir na escalação, já que agora convive com a sombra de Mari.

Na última rodada, nas contas pelo título, o Brasil precisará vencer a Turquia e torcer por tropeço das reservas dos EUA contra a China. Difícil, quase impossível pela regularidade mostrada pelas invictas americanas, mesmo com as reservas em Ningbo.

 



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