Tijuana, dia 1: Respeito contra rivais e preocupação com a concentração



A Argentina será a primeira adversária do Brasil na segunda fase no Campeonato Mundial sub-21. O duelo acontecerá nesta terça, às 18h (de Brasília), na cidade de Tijuana.

Ao falar dos tradicionais rivais continentais, uma mistura de respeito com a certeza de que nos últimos confrontos na categoria juvenil a Seleção Brasileira levou a melhor.

– A Argentina mostrou contra a Polônia a qualidade da equipe que têm. Muitas vezes as pessoas no Brasil falam, quando a gente vence um Sul-Americano e algumas vezes com placares largos, mas eles não são carne assada. Essa nossa geração, no ano passado, em Saquarema, aplicou um belíssimo 3 a 0 na Argentina. E fica parecendo que a gente é muito melhor. O time deles se preparou muito, essa base juvenil jogou o Mundial-23, vencendo inclusive a nossa equipe. Vai ser um confronto duríssimo. A Argentina é candidata a chegar às semifinais – analisa o técnico Leonardo Carvalho.

Fernando Cachopa em ação contra o Irã (FIVB Divulgação)

Fernando Cachopa em ação contra o Irã (FIVB Divulgação)

– Temos jogado contra os mesmos caras da Argentina desde 2011. Conhecemos bem o time deles. Sabemos que não será uma tarefa fácil – completa o levantador e capitão Fernando Cachopa.

E um dos pontos que o Brasil deseja melhorar não é técnico. E talvez por isso seja mais complicado de atingir diante dos hermanos: manter a concentração durante todo o jogo. Contra a China, a Seleção saiu atrás em três dos quatro sets.

– É característica do nosso time e também destes meninos em desenvolvimento a a dificuldade de manter a constância de performance e concentração. Posso confidenciar que é a minha maior briga com eles há pelo menos dois anos. Sinceramente, não sei de vamos enfrentar adversários tão melhores do que a China, quando tivemos esse problema em três sets. Precisamos começar e terminar como no primeiro set, que foi o nosso mais consistente. E isso não tem muito treinamento. É cobrança, nem sei explicar direito. Brinco que a gente precisa tentar jogar cada ponto como se fosse o último. A mesma forma que você quer matar o jogo precisa entrar para fazer o primeiro, segundo pontos – diz o técnico brasileiro, antes de elogiar a performance dos comandados:

– Estou satisfeito com o que estão apresentando. Mas é algo a melhorar mesmo até a fase final.



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