O tetra está vivo! Sada/Cruzeiro na semi do Mundial



O Sada/Cruzeiro está vivíssimo na briga pelo quarto título mundial, o terceiro consecutivo. Nesta quinta-feira, o time mineiro derrotou o Zaksa, time da casa, na cidade polonesa de Opole, por 3 sets a 0, parciais de 25-13, 32-30 e 25-20.

Com o resultado os brasileiros se juntam aos italianos do Civitanova, aos russos do Zenit Kazan e aos poloneses do Skra Belchatow nas semifinais do Campeonato Mundial de Clubes, que acontecerão em Cracóvia. Os confrontos da próxima fase serão definidos ao término da rodada de hoje.

Comemoração de Evandro, Filipe e Isac (FIVB Divulgação)

Estar entre os quatro não deixa de ser um primeiro feito a ser comemorado pelo Cruzeiro. Depois da derrota avassaladora na estreia, o time jogou duas “finais” sem direito a tropeçar. E demonstrou maturidade para enfrentar a situação.

Contra o Zaksa, o time de Marcelo Mendez fez um primeiro set primoroso, “digno de um atual bicampeão mundial”, como escrevi no Twitter. O saque pressionou, a virada de bola teve excelente aproveitamento e o volume de jogo apareceu com Serginho e Filipe.

Na segunda parcial, os donos da casa equilibraram as ações, como era esperado, e chegaram a ter cinco pontos de vantagem. E soube, sem desespero, recuperar ponto a ponto até virar em 21-20, em um ace de Leal que a arbitragem havia marcado bola fora, mas o bandeirinha viu desvio em Buszek e evitou o erro. Depois daí os dois times de revezaram no comando do placar, com o Sada/Cruzeiro salvando alguns set points até fechar em 32-30.

As chances perdidas no set anterior fizeram o Zaksa desmoronar e virar presa fácil do Sada/Cruzeiro na terceira parcial. Sem sustos, o time brasileiro construiu uma tranquila vitória por 25-20, com grande colaboração de Simon, principalmente no saque.

Repetindo a rodada anterior, Leal foi o maior pontuador da equipe de Belo Horizonte. Foram 19, seis deles no saque. E o cubano naturalizado brasileiro foi o nome da virada no segundo set, deve ser registrado. Evandro foi outro destaque. O oposto campeão olímpico marcou 17 pontos e foi a bola de segurança de Uriarte na primeira metade do jogo.

Bieniek foi o principal nome do Zaksa. Foi o único a conseguir quebrar o passe cruzeirense em diversos momentos da partida. Mas, como bem diz o ditado popular, “uma andorinha só não faz verão”.

A destacar o baixíssimo número de pontos de bloqueio no confronto: cinco (três dos poloneses e dois dos brasileiros).

 



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