Tensão e confusão no jogo Funvic/Taubaté e Sesi



A abertura das semifinais da Superliga masculina entre Funvic/Taubaté e Sesi foi marcada por um jogo nervoso, com bate-bocas, cartões vermelhos, reclamações e erros de arbitragem.

Esse resumo, que fique claro, não tira o merecimento da vitória do time da casa por 3 a 0, parciais de 25-20, 25-22 e 25-21.

Lucarelli encara o bloqueio do Sesi (Bruno Miani/CBV)

Lucarelli encara o bloqueio do Sesi (Bruno Miani/CBV)

O nível de tensão esteve tão alto que companheiros de Seleção se desentenderam em quadra. Lucarelli e Murilo, em uma discussão quase generalizada, se estranharam. Fizeram questão de dizer depois que casos assim “morrem” na quadra, mas é fato que o nível extrapolou o aceitável. Ambos levaram cartão vermelho do árbitro Anderson Caçador, que virou protagonista do jogo por não ter marcado quatro toques de Taubaté numa tentativa de defesa. Na sequência o Sesi perdeu o ponto, se descontrolou e a confusão começou.

Na sequência da reta final do terceiro set, Caçador deu mais um vermelho para um assistente do Sesi por xingamento. Um dos bandeirinhas marcou bola dentro em um saque do Taubaté. Caçador corrigiu corretamente a marcação, após reclamação veemente dos visitantes, e apontou bola fora. Mas o auxiliar reclamou de um xingamento vindo do banco de reservas e outro vermelho foi aplicado. Já no lance que garantiu o match point para Taubaté, o bloqueio de Lucas Loh, eleito o melhor do jogo, teria saído. Um lance difícil mesmo após o replay da televisão, típico dos desafios eletrônicos (aqueles que são caros mas deveriam ser implantados definitivamente), foi dado como dentro.

Marcações questionáveis à parte, espero um segundo jogo com melhor qualidade técnica, considerando o nível dos dois elencos. E a CBV precisa se atentar para as arbitragens nesta reta final de Superliga para que os times e os jogadores sejam os únicos protagonistas.

O segundo jogo da série em melhor de cinco será no sábado, dia 15, em São Caetano do Sul.



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