Técnicos vão à FIVB e pedem mudanças no vôlei



Técnicos renomados do vôlei mundial se reuniram em Lausanne (SUI), sede da Federação Internacional, nesta semana, para discutir melhorias no esporte.

E eles sugeriram mudanças em regras e no calendário do vôlei. Uma delas é acabar com o limite de substituições, permitindo que atletas sejam trocados rapidamente entre pontos, aumentando a velocidade da partida. Outro pedido é rever a regra do toque na rede. Os treinadores também defenderam a evolução do desafio eletrônico para correção de erros de arbitragem.

Selfie após a reunião (Reprodução)

Selfie após a reunião (Reprodução)

Os principais nomes presentes foram o brasileiro José Roberto Guimarães, o americano Karch Kiraly, o neo-zelandês Hugh McCutcheon e o italiano Giovanni Guidetti.

Em defesa dos atletas, a comissão também pediu um tempo maior de férias entre as temporadas, permitindo maior descanso. Para isso é necessário fazer uma revisão do calendário mundial.



  • AfonsoRJ

    Qual a mudança sugerida em relação ao toque na rede? Discordando do Nalbert (quem sou eu?), mas acho que pequenos toques na parte inferior da rede deveriam ser relevados. É no mínimo frustrante esse negócio de depois de uma defesa sensacional ou de um ataque fulminante, o ponto é decidido por um mínimo esbarrão na rede, que em nada influenciou na jogada.

    Acabar com limite de substituições para aumentar a velocidade da partida? Não seria o contrário, com técnicos fazendo um monte de substituições apenas com o intuitu de para o jogo?

    Eu (e a torcida do Flamengo) também queremos um tempo maior de férias Faz mais de 30 anos que não sei o que é ficar 30 dias em casa.

    • Felipe de Souza

      Quanto a questão das trocas, creio que a ideia seja deixar parecida com a entrada do líbero, que é de forma imediata, quase não se percebe a alteração.

    • Pedro Taranto

      Pelo que eu entendi, essas substituições seriam como é feito com o líbero hoje em dia. Só que em competições oficiais, tem uma pessoa responsável na mesa apenas para verificar essas trocas de líbero. Imagina entrando 6 atletas novos a cada ponto! Pro esporte seria uma boa, mas para os apontadores, seria o caos!
      Quando for saque a favor, muitas vezes os levantadores seriam sacrificados por um bloqueio mais alto! E opostos poderiam entrar na rede no saque a favor e ponteiros passadores entrariam apenas para passar, no saque contra.
      E o pior! jogadores que deveriam estar no fundo de quadra, poderiam sair e dar lugar a jogadores de rede, para burlar o rodízio!
      A ideia é poder usar todo seu banco em cada set, mas a graça do volei é essa! com um número limitado de alterações, você precisa definir sua tática!

    • Daniel Bortoletto

      Ainda não está claro, Afonso. Poucos detalhes revelados

  • AfonsoRJ

    Muito boa a lembrança do Pedro Taranto. Com substituições ilimitadas praticamente acaba o rodízio. Serão criados atletas especialistas em ataque e outros em fundo de quadra. As táticas seriam diferentes. Em suma: seria um esporte completamente diferente do que é hoje.
    Acho que a posibilidade dessa mudança passar é bem próxima do zero.

    Também acho muito improvável uma mudança significativa no calendário. Mesmo porque, se forem criadas brechas significativas, logo surgirão torneios alternativos como Montreux, Alassio, Copa Yeltsin, etc… que ocuparão esses espaços. Patocinador quer mais é visibilidade crescente.

    Acho mais provável que se volte a permitir toques menores na parte inferior da rede.

  • Thiago Gaudêncio Siebert Freir

    Acho o limite de seis substituições pequeno. Um número maior poderia ajudar a mudar a dinâmica do jogo. O que também poderia mudar é a obrigatoriedade de voltar no lugar da mesma substituição.

MaisRecentes

Três semifinalistas e um duelo completamente aberto



Continue Lendo

A eterna polêmica do ranking no Brasil



Continue Lendo

Sobrou emoção no sábado de vôlei



Continue Lendo