Taticamente perto da perfeição, Brasil vence EUA e segue 100%



É bom os adversários abrirem ainda mais os olhos com a Seleção Brasileira feminina em 2014. Neste domingo, a sexta vitória em seis jogos no Grand Prix foi categórica. Mais um 3 a 0, o quinto no torneio, sobre os Estados Unidos, parciais de 25-20, 25-22 e 29-27, no abarrotado Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

Mais do que manter os 100% de aproveitamento e encaminhar ainda mais a classificação para as finais da competição, o Brasil deu a resposta para as americanas, que vinham de quatro vitórias seguidas em amistosos realizados em julho. Escrevi sobre a força do time de Karch Kiraly na minha coluna Saque publicada neste Dia dos Pais no LANCE! ().

A formação titular do Brasil (FIVB/Divulgação)

A formação titular do Brasil (FIVB/Divulgação)

No primeiro set, as americanas ficaram à frente do placar somente no 1 a 0, aproveitando ataque de Adams. Comprova-se assim o domínio que o Brasil teve contra um rival de peso. Em grande parte, o sucesso se deve à estratégia de parar o rápido americano dos EUA. A oposto canhota Murphy, por exemplo, teve muita dificuldade para virar as bolas até no simples contra Fernanda Garay. Larson mandou algumas bolas para fora na tentativa de explorar o block e Hill, a outra ponta, coitada, era caçada pelo saque brasileiro o tempo todo. O único momento mais tenso da parcial para as brasileiras aconteceu antes do segundo tempo técnico, quando Dani Lins cometeu alguns erros no levantamento e nem precisou de bronca de Zé Roberto para assumir as falhas. Quando ela recuperou a confiança, a distribuição melhorou e a Seleção fechou em 25 a 20.  Sheilla e Jaqueline, com quatro pontos cada, lideraram o time.

Outro mérito brasileiro foi ter errado muito pouco, obrigando as americanas a ganharem cada pontinho com o próprio esforço. Vejam a comparação entre os times. No set inicial, as americanas cederam sete pontos em erro, enquanto o Brasil apenas três.

O panorama não mudou muito no início da segunda parcial. Os Estados Unidos nunca chegaram a abrir dois pontos, enquanto o Brasil tomou a dianteira logo no primeiro tempo técnico, com 8 a 5.  Mas as bicampeãs olímpicas passaram a dar mais pontos de graça, com erros de saque, principalmente (cinco no total). Sem quebrar o passe americano, o Brasil viu o jogo engrossar, ficando atrás a partir do 19º ponto. Para retomar o comando do placar, a Seleção parou Murphy, que melhorou na partida, em um bloqueio de Jaqueline. Zé Roberto inverteu o 5-1 com Fabíola e Tandara, além de colocar Natália no saque, substituição importante no set mais difícil da véspera contra a Rússia. E o trio fez a diferença. Tandara virou dois contra-ataques, o último deles após grande defesa da levantadora. Brasil 25 a 22.

Para fechar em 3 a 0, o Brasil precisou virar o terceiro set, que começou com as americanas abrindo 5 a 1, após Kiraly tirar Hill e colocar Robinson em quadra. O empate aconteceu ainda no nono ponto e a virada  no 11º, após Larson errar uma recepção do saque de Thaisa. A vantagem, sempre pequena, foi mantida até 0 21º pontos, quando um ataque para fora de Jaqueline colocou os EUA na frente: 22 a 21. E, repetindo o set anterior, com Natália no saque, além de Tandara e Fabíola em quadra, o Brasil virou. Mas para fechar foi um sofrimento, com belos lances. Até um block de Fabiana (29 a 27).

Para finalizar, percebam como o Brasil conseguiu uma distribuição equilibrada de suas pontuadoras no jogo: Sheilla (10), Jaqueline (8), Fernanda Garay (8), Fabiana (10) e Thaisa (12). É outro aspecto que faz a diferença em um grande jogo.

No próximo fim de semana, em Bangcoc, na Tailândia, o Brasil enfrentará novamente as americanas, além das donas da casa e a República Dominicana. Uma vitória bastará para a confirmação da classificação.

 



  • Juliano

    Dani Lins me estressou bastante nos levantamentos. Nossa, eu quase arranquei os cabelos aqui de raiva. Bolas horríveis para a Sheila, deixando bloqueio pesado para Garay e Jaqueline, quando tinha a Sheila praticamente no simples. Sheila voltou a pontuar na pipe, mas ainda não está no seu melhor nível.

    A inversão deu certo, e a Tangorda fez pontos importantíssimos. Mas ainda estou impressionado que tem gente dizendo que ela perdeu 10 quilos este ano (não se de onde sairam). Ela tem tudo para brilhar, falta um pouco mais de comprometimento, até porque poderá pular com muito mais tranquilidade.

    Tem gente comentando que Garay não estava bem, quem não estava bem era Dani, cada jaca, e isto com 99% do jogo com a bola na mão.

    Mas a gente perdoa porque ela compensou muito nas jogadas inteligentes, principalmente de segunda, e o bloqueio. Deu toco de respeito na Larson e na Robinson, esta última, de tanto respeito, parou de bater para baixo.

    Camila Brait está muito bem. Falta só um pouquinho de cuidado na hora que as jogadoras não estão recepcionando bem.

    Adams não aguentou pressão. Thaísa deixou e rolou. A Dixon (acho que é assim) conseguiu marcar muito bem, apesar de ser fraca no ataque.

    Os EUA vão ainda ficar muito prejudicados por causa de líbero. Ao invés de dar confiança e fazer a líbero melhorar a recepção, pega uma outra líbero de péssima defesa para recepcionar. Traduzindo, tendo contra-ataque, é bola praticamente no chão. Sheila fez pontos de cuja defesa era tranquilamente realizável por qualquer boa líbero. Aí, ao se pôr Davis para defender, acaba fulminando de vez a confiança da outra líbero, que só fica na recepção. Não dá certo esta história de colocar duas líberos. Tem que investir em uma e fazê-la evoluir, senão vc acaba com a confiança. Estão matando a Davis de vez. Estão dizendo: – olha, vc é péssima na recepção, então fica na defesa. Mas deveria dizer: – Vc é excelente na defesa, então vamos jogar e usar este Grand Prix para melhorar o que vc não é tão boa: a recepção. Bernadinho desistiu desta tática adotada pelos americanos com o Mário Jr, e olha que, na fase final, ele cresceu muito.

    Pra mim, Sheila foi a melhor em quadra, apesar de uma certa intranquilidade na pipe.

    Das americanas, apesar de tanto bloqueio, Murphy está fazendo direitinho. Atacar rápido. Se tivesse a nossa recepção, teriam ganhado o jogo nas costas dela.

    Que Dani Lins use este jogo para crescer. Que a comissão técnica verifique estas pequenas falhas.

    Muito merecida a vitória. Agora, a gente pode colocar as jogadoras do banco para jogar e ganhar ritmo.

    • klaus

      Concordo com você em relação a essa troca de líberos.Pra mim , líbero é posição de confiança do treinador e essa troca mostra que o técnico não confia em nenhum dos líberos e impede que o fundamento de maior dificuldade possa evoluir.

    • Emanuel

      Acho que vi outro jogo… A Dani errou alguns levantamentos, mas nada de tão grave. Fabíola entrou, mas deu umas derrapadas no levantamento nos contrataques. Mas, é Dani ela na seleção. Dani não tá mais no Rio não, fio. E faz tempo! Tá no Osasco, seu time. Aponte o dedo pra outro alvo agora… rsrsrs

      • Edu

        Eu acho, prezado Emanuel, que você viu outro jogo.Fabíola e Tandara entraram num empate de final de set e conduziram a equipe a vitória na inversão.Fabíola teve dois levantamentos mal sucedidos em toda a partida, nas três entradas de inversão.Numa deles a falha maior foi por parte até daVGaray num gesto errado.

  • Mário

    Realmente o time brasileiro, que só não tinha a Fabi da formação olímpica de 2012, jogou o que deveria. Não se pode esquecer a real renovação do time norte-americano (quantas dali estavam em Londres?). E nem que as adversárias perderam, também, para elas próprias. Foram mais de 20 erros, contra apenas 9 do Brasil. Pontuaram mais no ataque. Tanto a oposto quanto as pontas. As meios também se equilibraram. Se não fossem os erros e a atuação abaixo da média da Glass, o resultado poderia ter sido o inverso. Isso ainda considerando que o técnico não trouxe o que tem de melhor por lá. Então, realmente, é bom comemorar bastante agora. Porque outros dias virão. E parece que não serão melhores….

    • Eraldo

      O Brasil está atropelando todas as principais forças. EUA e Russia se quiserem tentar ganhar do Brasil precisam mesmo buscar reforços….porque está ficando difícil para eles.

      O Brasil está voando e se continuar nesta crescente, no mundial estará jogando tal qual a seleção de Pequim naquela olimpiada. Vai passar como rolo compressor.

      • Rodrigo Coimbra

        Eraldo, acho que o Mario se referiu a renovação que até aqui 0, forças como Rússia, EUA, China, Sérvia e a própria Itália estam demonstrando mais “caras novas” que hoje a melhor seleção brasileira.

        • iuri

          Pra que renovar se o time atual é o nosso melhor????? Renovação acontece quando as jogadoras estão velhas, fora de forma, e jogando em nível baixo. Não sei qual o motivo de tirar Jaque, Sheilla, Fabiana, etc, se todas elas ainda podem mostrar um excelente voleibol e jogar até, NO MÍNIMO, Rio 2016. Até lá, não tem motivo nenhum pra renovação. Problema da Russia, da Italia e da China…aliás, as italianas têm mostrado q caras novas? Talvez uma central ou outra, pq as ponteiras, a saída e as líberos que eu me lembre jogam há no mínimo 10 anos nessa seleção.

      • Mister Volei

        Concordo. Se atingir o nível de Pequim a seleção atinge o nível invencível e aí no mundial não terá para Rússia com ou sem Gamova, para os EUA com ou sem reforços, ou seja, ninguém poderá tirar do Brasil esse mundial.

      • Junior

        Concordo plenamente. Essa desculpa de que a seleção tal não esta com força máximo não rola…Na minha opinião nos Estados Unidos só esta faltando a Harmotto e se o Kiraly fosse inteligente teria recuperado a Hooker e a Hodge ainda nesse GP, pois o banco da seleção americana é medonho de tão ruim e digo o mesmo da Rússia ( vão ter que chorar para Gamova e Sokolova voltarem ).

        Hoje realmente a Dani não estava em um bom dia, mas acontece de terem jogos ruins.

        O Brasil chega como maior favorito ao mundial…

        • Iuri

          Hodge esta gravida e Hooker aparentemente foi banida desse ciclo.
          Harmotto recem casou e esta de ferias com o marido, volta pro mundial.

  • Rodrigo Coimbra

    A melhor jogadora foi a Camilla Brait mas tds jogaram muito bem…
    As únicas seleções que poderiam medir força com o Brasil de igual para igual era Rússia(B) e Estados Unidos, não foi assim, pegaram uma sapatada em domínios brasileiro. Mas não nos enganemos, Rússia e EUA não são tão fracos quanto parece, no Mundial será outra história!
    Sobre os 3 x 0 nas americanas, “treino é treino e jogo é jogo!” Destacando tbm a beleza da Murphy, uma gata!!!

    • Antonio

      A Adams também é muito bonita, uma negra com 1,88 e o corpo todo perfeito coxas, bumbum e tudo mais rsrsrs, agora linda mesmo é a tal da Anastasia Bavykina da Russia, pra variar né, a Rússia com jogadoras de rostos lindos é chover no molhado. Voltando ao volley, não sei porque o russo não convoca a central Moroz (deu show no mundial de clubes) e a Ulanova (coloca aquelas 2 líberos russas no bolso tranquilamente) se bem que parece-me a Ulanova afastou-se do volley esta temporada restante para engravidar. Se os EUA pararem de errar muito, serão bem mais fortes, até nos jogos que elas vencem conseguem erram mais que os adversários. Hoje fizeram quase 10 pontos a mais que o Brasil no ataque e deram mais de 10 de diferença em erros. Outra coisa, que politicagem chata esta FIVB a Turquia jogou 2 finais de semana seguidos em casa, ginásio lotado a favor faz muita diferença. Esta outra bobagem de a fase final classificar o anfitrião automaticamente faz com que o Japão fique testando jogadoras e entregando pontos de graça, influindo na classificação.

  • Mari

    O Brasil fez um fds exemplar!! Não deixou as adversarias jogarem. Infelizmente a Dani hj deixou a desejar, cada jaca que levantou!!! Sei lá, não deve ter dormido bem…hehehe…a Sheilla deu sinais que a boa e velha Sheilla está lá, adormecida, mais está lá…desse jeito mineirinho dela comendo pelas beiradas, sei não, acho que ela estará voando no Mundial. A Camila Brait está me surpreendendo, só acho que as vezes ela tenha que assumir mais o fundo, mais ela vai aprender. A Jaque jogou bem de novo, a Fê Garay que deixou um pouco a desejar, se incomodou muito com as a jacas que a Dani Lins levantou hj e perdeu a objetividade, deu uma de Lucarelli (kkkk), Thaisa e Fabiana sem comentários!!! Perfeitas!!! Outra coisa que vem me incomodando é essa mania de todo mundo estar falando que a Rússia e os USA estão jogando com time B. Nada disso pessoal, na Rússia só falta a Girafa feia e a Sokolova, talvez volte aquela meio de rede que é capitã, mas fora isso é aquele time mesmo. E os USA só falta a Harmotto mesmo, Hooker provavelmente não voltará pra seleção tão cedo, então pare de desmerecer as vitórias da seleção brasileira por conta da ausência dessas jogadoras. No fundo, pouco importa se o Brasil será campeão do Grand Prix, quero mesmo que o time titular ganhe entrosamento pro Mundial, se as outras estão poupando as jogadoras ou não, que se dane!!

  • Fofa

    A torcida do Osasco não perde a chance de falar mal da Dani. Parece que esquecem que ela vai jogar lá esse ano. A Garay se precipitou algumas vezes atacando pra baixo e a culpa não foi da Dani. Acho que Fê encarnou o espírito do antigo time no qual jogava e achou que era a Juciely que estava bloqueando.

  • Luiz

    Por que tentar tapar o sol com a peneira e ficar tentando colocar na cabeça do povo brasileiro que os times adversários que a seleção feminina tem enfrentado é o melhor que se tem no momento. Grand Prix muito nivelado por baixo, assim como ano passado. Eua, Russia, nitidamente escondendo jogo.

    • hicham

      Você como sempre está por fora nos seus comentários.Eua e Rússia não estão escondendo o jogo coisíssima nenhuma.Falo com propriedade de quem já foi um bom jogador e sei perfeitamente pelo desempenho individual e coletivo(e também feições no rosto de cada jogador(a) quando realmente estão escondendo o jogo).Não sou técnico nem comentarista mas sei distinguir muito bem o que acontece em cada partida.Enfim acho que a sua opinião é isolada das demais.Quem muito¨esconde o jogo¨na hora agá corre o risco de não achar, você não concorda ?

      • Luiz

        EUA e Russia não estão completos e não fazem força nenhuma pra vencer os jogos. É um desânimo total. Aquela opoto Russa, aquela LINDA que entrou no meio do jogo contra o Brasil não estava nem saltando, atacava com uma lentidão. E nas derrotas então as Russas nem tem ficado tristes, sorriem, brincam.

        E continuo com minha opinião. O Brasil vai vencer de barbada como foi o ano passado. Tirando o time brasileiro o resto que está ai é time amador. O próprio Murilo da seleção masculina não cansa de dizer que atualmente o feminino tem vida mais fácil porque os outros times são fracos demais. E embora deteste este jogador tenho que concordar com ele. No masculino podemos dizer que Itália, Rússia, Brasil, Polônia, EUA e até mesmo Irã podem vencer um campeonato. Mas, no feminino hoje em dia só a seleção Brasileira. Antes das olimpíadas de Londres EUA e Rússia faziam frente ao Brasil, mas agora nem isso. Um HORROR!

        • hicham

          Olha Luiz concordo em partes com o que voce escreveu.Eua e Rússia são somente 2ou 3 jogadoras de renome faltando,mas o jogo delas em si é esse mesmo.Quanto a Goncharova(concordo que a oposto russa é bonita mesmo)O estilo dela atacar Luiz é aquele mesmo,ela não salta muito e ela é meio lenta mesmo para atacar.È alta-tem 1.94cm e gosta de afrontar as brasileiras mas tem perdido para o Brasil ultimamente para sorte nossa.Quanto ao Murilo ele é meio marrento mesmo-gosta de reclamar muito com a arbitragem quando ele julga estar certo.Fazer o que né…Enfim todos somos diferentes uns dos outros.Abraços…

    • Junior

      Acorda… não tem ninguém escondendo o jogo !

  • Naty

    Jura que a Globo acredita que o telespectador gosta daquela câmera de fundo? Que desespero a transmissão….

    • Afonso RJ

      Foi ótimo você tocar no assunto. Já cansei de falar isso aqui. Até pensei em deixar pra lá para não ficar repetitivo. Mas a insistência da Globo em usar a câmera de fundo já está virando uma verdadeira PRAGA. A gente não tem a menor noção de profundidade, e não dá para ver se a bola está do lado de cá ou do lado de lá, se está indo ou vindo. Só resta esperar a definição do ponto para saber quem levou. Nas transmissões de fora não se vê isso. E não é por falta de recursos, uma vez que seguidamente mostram replays com a câmera de fundo. Ou seja: há câmera de fundo, só que ela é utilizada como auxiliar, e não a câmera principal, que é o que manda o figurino. A Globo fica querendo inventar e só faz MERDA. Um ponto ou outro com a famigerada câmera de fundo ainda vai. Não contei, mas acho que quase 30% dos pontos, ou seja, um set inteiro está com câmera de fundo. ABSURDO.
      Quem sabe a gente não começa algo, como mandar e-mails para a emissora reclamando? Acho que vou fazer isso agora mesmo. Sugiro que outros façam o mesmo.

      • Naty

        Afonso, vou enviar e-mail também! Quem sabe….

    • Luiz

      AI MEU DEUSSSSSSSSSSSSSSSS! Finalmente alguém disse! Detesto esta domada por trás… bem!!! Nem todas (hehehe)… mas, falando de jogo, é mesmo um desespero.

  • Claudio

    Essa seleção feminina está jogando demais mesmo. Acho que neste ano finalmente o título mundial será nosso.

    Daniel Bortoletto, gostaria de saber sua opinião sobre a utilização dos desafios pelos times para tirar dúvidas sobre lances difíceis da arbitragem. Hoje, ao assisti a partida pela TV, fiquei revoltado com um lance em que a arbitragem deu bola fora para o ataque da Thaísa. A TV mostrava claramente o toque da bola no dedo na americana, mas o ângulo da câmera do desafio não mostrava o toque, o que não fez a arbitragem rever a decisão. Lembro que nas finais da Liga Mundial deste ano muita polêmica aconteceu, principalmente pela imagem de bolas que tinham triscado na linha e a arbitragem decidiu por manter a decisão de bola fora. Não seria necessário a FIVB rever e aprimorar mais esse recurso? Grande abraço!

    • Logan Tom

      Olha Cláudio também fiquei revoltado… mas se eu não estou enganado não existe desafio para ver se a bola tocou ou não no block… Provavelmente, o ZRG deve ter pedido o desafio insinuando um possível toque na rede da jogadora adversária.
      Brasil jogando demais… Pra mim a melhor jogadora desse final de semana, junto com a Sheilla, que ao meu ver nesse jogo contra os EUA virou as bolas mais importantes do jogo.
      Apesar de defender que a Dani é hj uma das melhores do mundo na sua posição, hj ela deu umas peidadas na farofa hj… axei ela um pouco insegura nos levantamentos, mas nada que comprometesse o jogo. Porém se for um jogo mais decisivo são pontos que podem fazer falta.

  • Concordo com vc mario eu não acho que Rússia e EUA vão trazer algo mais novo para o mundial vão mesmo de gamova e sokolova pois a central borodakova é muito ruim visto o mundial de clubes que bancou pra novata e os estados unidos vão ter Harmotto mesmo e talvez a hooker mais acho difícil esta muito fora de forma e a hodge também está sem condições então o brasil sim teve uma atuação ótima nesta etapa com uma melhora leve de sheilla como eu já disse só cresce nas horas vitais do jogo e do campeonato,hoje a dani lins realmente teve uma pequena pani mas voltou ao jogo rapidamente.MAS a camila brait está melhorando a cada rodada sinto que agora ela está começando a ganhar confiança na quadra talvez precisa ser um pouco mais precisa no fundo com algumas bolas,thaíssa e fabizona nossas seguranças junto com as ponteiras jaque e a garay no passe é so questão de ajustes hoje até a tandara entrou junto com a fabíola e ajudou em momentos importantes do 2 set então é questão mesmo de tempo até o mundial pro tão sonhado título de preferencia contra as russas na final!!

  • Carlos Monteiro

    Alguém pode me informar qual o time titular de Rússia e EUA? Até onde eu sei o selecionado americano não irá chamar as mesmas jogadoras de Londres e somente Gamova está certa que volta na Rússia. E mais, o Brasil venceu estas seleções completinhas…

  • Barney

    Os EUA tentaram pressionar muito no saque e deram muitos pontos de graça pra gente.
    O pessoal fala sobre erro, etc… Mas se o saque forçado entrasse, o passe muito provavelmente ia na mão e a virada era praticamente certa. Não muda muito o parâmetro do resultado pra mim não.

    Mas foi um jogo muito bom! Na sexta de manhã talvez seja melhor ainda, ainda mais em campo neutro.

  • Barney

    Quem ficou mais um pouco no Ibirapuera hoje, além da vitória da seleção, pode ver o pq que Kim Yeon-Koung é a melhor jogadora de vôlei do mundo na atualidade.

    Que coisa mais fenomenal!!!
    Ataca na entrada, na saída, na linha dos 3, no meio, recepciona, defende, levanta, saca muito!
    É surreal!

    Foram nada mais, nada menos do 42 pontos contra a Rússia, num jogo onde a Goncharova e a Kosheleva juntas fizeram 46.

    O que eu esperava pra ver na sexta e no sábado, fui recompensado hoje!

  • Paulo

    Kiraly é muito fraco, já tem americano querendo a cabeça dele, mudou muito o grupo as vésperas do mundial, Gibb virou quinta opção de central, Hildebrand nem para o Brasil veio, Fawcett e Paolini idem, não há nenhum posicionamento sobre as ausências de Hodge e Berg. Adoro a Hill, mas a coitada estava recebendo e quinando saque atrás de saque e não estava compensando no ataque porque só levava toco, a Robinson pode não ser melhor no passe, mas vira suas bolinhas, só entrou no terceiro set e fez a mesma pontuação da Hill, parece que as únicas substituições que ele faz é para sacar. E o que é aquela agitação no banco americano a cada ponto heim? Se fosse o selecionado brasileiro com certeza estariam falando sobre falta de respeito e blá blá blá

  • Maria

    Muito bem o Brasil não só pelo jogo de hoje mais pelo final de semana como um todo o time esta tão bem que até assusta Daniel você não acha que o time esta agora no nível que só deveria atingir no mundial a preparação esta certa ? gostaria de um comentário seu sobre a Russia que saiu do Brasil sem marcar nenhum ponto será que elas estão escondendo o jogo pois perder de 3 a 1 para a Coreá eu achei demais mesmo que fosse o time B delas.

  • carlos antonio pereira

    A equipe Brasileira joga perto da perfeição e o time só perde em um dia ruim. Os adversários são limitados e hoje o volei feminino está nivelado por baixo. A única equipe que parece treinada e com um sistema de jogo parecido com a nossa é a seleção americana . As centrais são muito boas , uma ponteira excelente ( Larson) e outra promissora ( Robinson) e uma levantadora mediana. Sinceramente não acho que a Murphy tem potencial para fazer a diferença contra grandes equipes , apesar de pontuar muito hoje erra demais nos momentos decisivos e não consegue virar bolas quando muito marcada. Hooker é infinitamente melhor e se a comissão americana tivesse investido em sua recuperação certamente já estaria voando. O problema deve ser de relacionamento e o Kiraly demonstra ser aquele técnico que preza o grupo e o comprometimento. Pior para o time que fica sem uma jogadora que pode fazer a diferença.

  • Edu

    A seleção brasileira feminina fez sua lição de casa com louvor.Desde da entrada da Jaque adquiriu mais consistência de jogo e tranquilizou a recepção.Thaisa foi soberana e foi a melhor jogadora dessa semana caseira.Brait fez Fabi afirmar na transmissão da Globo que ela é motivo de orgulho pessoal.Dani jogou sua melhor partida pela seleção esse ano.Foi em alguns momentos imprecisa,deixando a inversão fechar o segundo set.Sua atitude em ser a primeira em abraçar Fabíola, apos uma defesa espetacular da sua reserva, foi um gesto comovente e de enorme grandeza.Num lance em que a recepção escapou de suas mãos provocando um longo rally vencido pelas brasileiras se benzeu três vezes ao abraçar as colegas.Emprestou até mais velocidade em alguns contra-ataques. Garay foi mais bloqueada por estar mais visada e até pelo desgaste físico que coloca no movimento de força no ataque usado nos três dias consecutivos de partida.Sheilla foi melhor, mais decisiva e hoje age de forma estratégica.Enfim, um bom final de semana.Em razão de alguns comentários e impossível ignorar como esta sendo muito bem feito o trabalho visando a Olimpíada das duas seleções de volei dos EUA.O próprio ZRG destacou esse trabalho essa semana apos a excursão aos EUA.Com uma equipe muito jovem,media de 22 anos, a seleção feminina tem uma rotação de pelo menos dez jogadoras diferentes atuando de forma efetiva.A atual geração e inferior a ultima ,vice olimpica ,mas faz jogo muito veloz e estabelecido no domínio dos fundamentos e a capacidade incentivada na defesa e sem desperdício dos turnovers.O trabalho das seleções americanas já conseguiram impor dois jogadores como os plenos na posição.Larson, como a melhor ponteiro passadora do mundo milhas a distancia de suas colegas de posição e o Anderson como melhor oposto, na categoria masculina.Se falarmos no trabalho de renovação de elenco visando a Olimpíada pela seleção brasileira feminina, hoje numa media de idade próxima aos 29 anos, ele preocupadamente inexiste.

    • Fernando

      Concordo com seu comentário, só me permita corrigir uma informação falsa que você citou.
      A renovação americana não tem idade média de 22 anos e nunca teve, a média da seleção americana é de 26,5 anos,

      Larson e Fawcett tem 28, Thompson 30, Murphy, Hill e Kayla tem 25, Kristin tem 29, Akirandewo tem 27, Glass 26… Até 2016 elas estarão beirando os 30 anos, não é um time tão novinho assim. Se informa melhor amigo.

      • Paulo

        A maioria das jogadoras americanas começam a jogar em alto nível tarde por conta da falta de uma liga doméstica, enquanto no Brasil já temos atletas infanto-juvenil e juvenil disputando Superliga, lá elas só começam a se dedicar exclusivamente ao vôlei quando já estão com uns 22-23 anos, tirando as que jogaram em grandes universidades e conseguem bons times na Itália, Polônia ou Japão, muitas vão parar em ligas fracas como a romena e afins.

        • Edu

          O campeonato universitário dos EUA tem mais de sessenta equipes participando.Por baixo, é uma competição que abriga mais de 1500 atletas.Utilizando a experiência do Brasil e de Saquarema, a federação americana criou um centro de de treinamento em Anaheim na Califórnia em que os atletas que mais se destacam na liga universitária são trabalhados em aperfeiçoar todos os fundamentos.Dai se peneira na quantidade , a qualidade.Hoje , nenhuma seleção feminina no mundo tem uma rotação tão elevada de jogadoras quanto a dos EUA.Na maioria delas com participação olímpica em seu currículo.No Brasil, conheço pela imprensa, os trabalhos no Sesi(com a escola de volei em particular),Unilever,Minas,Pinheiros.E nem sei se ao menos o Osasco fecunda essas inciativas.Creio que se somarmos tudo , falando em nível de preparação especifica de atletas femininas na faixa dos 17 aos 24 anos, não chega a 700 esse coeficiente.

      • Edu

        Caro Fernando, essa informação da media etária da seleção estaduniense foi mencionada nas transmissões do Sportv.Vc citou a idade de apenas algumas jogadoras.Não do elenco integral.No sitio da federação americana a uma mistura de jogadoras novas com as da campanha de Londres .Então, não da para ter uma informação precisa para aferir até o momento do Grand Prix qual a idade precisa e exata dessa seleção.O que se pode constatar que hoje ,em 2014, ela é muito jovem e bastante promissora para ser medalhista tanto no mundial como na Olimpíada.Que é a competição que realmente eles se importam e concedem prioridade absoluta.

  • Aline

    Brasil ja CLASSIFICADO COM 3 RODADAS DE ANTECEDENCIA!!!
    Mesmo que o Brasil perca os PROXIMOS 3 JOGOS POR 3×0, ja esta garantido entre os 4 primeiros!!!

  • Guilherme

    Daniel, o SESI já fez alguma proposta para a Jaque?
    É o melhor clube para ela ir atualmente.

    • Daniel Bortoletto

      fez e ela não aceitou

  • Roberto

    Gamova luta para trás!
    Ao ouvir a notícia sobre o seu retorno, Gamova postou uma declaração em seu Facebook para responder a acusação do treinador ZRG:

    Nossa resposta Zé Roberto – treinador do Brasil!

    Prezado treinador Z, em uma entrevista você disse que pela minha parte na equipe russa Tirei um caminhão de dinheiro! Para informá-lo que a informação não é exacta. O caminhão não era um, mas dois. Eu também comprei uma casa no Rio de Janeiro, na costa perto de você. Estaremos à noite em chinelos para visitar casas uns dos outros para discutir questões de voleibol mundial e beber caipirinha.

    Com Uvazheniem Katya Gamow.

    Katya está dizendo que a informação fornecida pelo treinador brasileiro está errado.

    Ela também acrescenta algum sarcasmo em sua resposta dizendo que ela é dada dois caminhões cheios de dinheiro e não apenas um. Com o dinheiro dado a ela, ela planeja comprar uma casa no Rio de Janeiro perto de ZRG de onde ambos podem passar a noite em seus chinelos falando vôlei enquanto toma uma bebida.

    Nós cheiro DRAMA!

    Tudo o que podemos dizer é que não podemos esperar até que a Rússia eo Brasil jogar no Campeonato do Mundo de 2014. Rússia com Gamova venceu as últimas duas edições, enquanto o Brasil terminando em ambas as ocasiões.

  • Iuri

    Que piada!! Agora virou crime e é proibido deixar jogadoras experientes no time!
    Somos obrigados a renovar só pq EUA , Italia e Russia estao fazendo (entre aspas, pq em todas essas equipes ha inumeras jogadoras mais velhas e com larga experiencia tambem)!

    È cada opinião esdrúxula que se lê por aqui. Só tem urubu comentando e cornetando!

    • Fernando

      Caro Yuri. O que a maioria das pessoas estão cobrando, é uma renovação do Banco de Reservas, nossas reservas são péssimas e pouco promissoras. Ninguém está pedindo para aposentar nossas titulares (que são ótimas e ainda tem muita lenha para queimar).

      O que precisamos é de reservas à altura das titulares, pois, caso ocorra alguma coisa e não possamos contar com as titulares, teriamos as reservas.

      • Iuri

        Gabi, Tandara, Ana Carol, Adenizia, Natalia, Léia não são renovações?! Renovar não significa necessariamente colocar um monte de garota de 18 anos e sim trocar peças antigas por novas, que tenham fôlego para um ou dois ciclos olímpicos completos.
        Tirando a Natália, todas as outras citadas vêm jogando competições principais há no máximo 3 ou 4 anos. E todas elas podem substituir alguma titular e jogar bem a nível internacional. É lógico que nunca vão conseguir jogar tão bem quanto as titulares, mas não é a toa que são justamente chamadas de reservas. Não conheço nenhum clube ou seleção do mundo que tenha um banco exatamente com o mesmo nível do time titular.
        Quem q vc colocaria como reserva ao invés delas? Existem tantas jogadoras tão boas assim no cenário nacional? Não consigo me recordar de mais que 2 além das que estão atualmente.
        Faz parte do processo natural as reservas jogarem degraus abaixo em relação às titulares, é assim que se aprende/ganha experiência. Ano passado com Gabi titularíssima, por exemplo, fomos campeões de todos os torneios.

MaisRecentes

O novo conceito da FIVB para 2018



Continue Lendo

Apenas Lebes/Canoas faz o dever de casa na rodada



Continue Lendo

Um líder por pontos ganhos. Outro por pontos perdidos



Continue Lendo