Superliga na Globo no sábado. Uma discussão que nunca acaba



Unilever x Vôlei Amil, Bernardinho x Zé Roberto, jogadoras de Seleção Brasileira aos montes, estrangeiras de destaque…

O cardápio escolhido pela Rede Globo para transmitir um jogo ao vivo da Superliga é o melhor possível. Agora é esperar pelo sábado, às 10h, no Maracanãzinho.

Logicamente, o lado comercial também pesa na montagem da grade que a emissora faz antes de a competição começar. A Unilever é uma das patrocinadoras do pacote de vôlei da Globo.  A Amil entrou pesadamente nesta temporada com o aporte para o time de Campinas, com disposição a quebrar com a hegemonia de Unilever e Sollys/Nestlé. Coloque na lista também o Sesi, que inclusive tem o nome do apoiador citado normalmente nas transmissões, uma exceção à regra tão lamentada pelos clubes e patrocinadores. Une-se o lado esportivo com o comercial. É assim que um mercado de milhões de reais funciona, não adianta reclamar.

Nos bastidores, os times menores e com orçamentos mais modestos reclamam. Estão no direito, mas no fundo entendem que a Globo vai escolher as cerejas do bolo para transmissão em TV aberta. Não criam mais a ilusão de serem “presenteados” com uma exposição deste tamanho.

Ainda acho o número de transmissões muito pequeno para uma competição cada vez mais atraente para a TV. Quase todos os ídolos estão aqui, temos alguns palcos de primeiro mundo para receber decentemente a estrutura de uma grande transmissão (Maracanãzinho é o melhor exemplo), o vôlei continua em alta com o público pelas conquistas importantes das Seleções, consolidado como o segundo na preferência nacional.

O que ainda falta? Segundo alguns dirigentes ouvidos pelo blog, que logicamente pediram anonimato, mais energia e coragem da CBV ao negociar com a Globo.

 



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