Sollys/Nestlé aproveita erros mineiros e está com um pé e meio na final



Deu a lógica. Neste sábado, em casa, o Sollys/Nestlé, melhor time da fase de classificação, fez 3 a 1 na Usiminas/Minas, quarta colocada, e e ficou a um triunfo de mais uma final da Superliga.

Vale lembrar que esta foi a 14ª vitória seguida do time de Luizomar de Moura e mostra o quanto este grupo cresceu do início do returno até os playoffs.

Já a comemoração merecida das mineiras pela vaga na semifinal da Superliga se estendeu mais do que deveria. O time só se lembrou de que enfrentava o Sollys/Nestlé, na abertura do playoff por um lugar na decisão, no segundo set. Tomou um vareio no primeiro, digno de confronto entre uma equipe profissional e outra juvenil. O placar de 25 a 7 que não combina com o equilíbrio dos playoffs até agora.

Depois, o jogo foi mais parelho. O Sollys teve uma atuação brilhante no bloqueio: foram 19 pontos. Individualmente, porém, o destaque no fundamento foi Fernanda Ísis, jogadora mais comentada após o duelo com o Sesi, com oito dos 11 pontos do Minas.

Adenízia, que foi aprovada apenas no aquecimento do jogo após torcer o tornozelo na véspera, foi eleita a melhor em quadra. Foram 13 pontos, sendo quatro deles no bloqueio. Acabou sendo decisiva.

Jarbas Soares sentiu muito a ausência da ponta Mari Paraíba e viu seu sistema de passe sofrer bastante. E ainda vai lamentar muito o fato de a cubana Ramirez levar um cartão amarelo no quarto set e virar desfalque para o jogo em BH. O lance da advertência já virou assunto nas redes sociais. Ela marecia ou não a advertência? Eu fiquei em dúvida.

Com Mari sem as melhores condições e com Ramirez fora, a Usiminas/Minas vai precisar de uma milagre para forçar o terceiro jogo.



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