Sobre o futuro de Jaqueline



A volta da Seleção Brasileira ao país, nesta manhã, após a conquista do Grand Prix deve acelerar o processo de decisão de Jaqueline sobre o futuro.

Nas últimas semanas, a jogadora recebeu sondagens de Brasília e do Minas. Anteriormente, já havia recebido proposta do Sesi.

Nos últimos dias, ouvi de algumas fontes que a Unilever poderia ser o destino da ponta na temporada 2014/2015. Mas a informação foi negada, esta noite, por Harry Bollmann Neto, supervisor do time, em conversa com o blog. Ele, que elogiou a performance dela no retorno às quadras após a gravidez, explicou que a montagem da equipe está completa.

Jaqueline pelo Rexona-Ades (Divulgação)

Jaqueline pelo Rexona-Ades (Divulgação)

Vale lembrar que Jaqueline já foi comandada por Bernardinho na equipe carioca (veja foto ao lado). Na temporada 2004/2005, ela trocou o então Finasa/Osasco pelo maior rival, após uma série de problemas físicos (duas lesões graves no joelho e um problema de circulação sanguínea na mão). Lembro bem daquele momento, pois era repórter do LANCE! em SP e já cobria vôlei. A continuidade da carreira foi até colocada em dúvida e ela perdeu, naquele período, chances de jogar o Mundial de 2002, o Pan de 2003 e a Olimpíada de Atenas, em 2004.

Pelo que jogou no último GP, a ponta seria um importante reforço para qualquer time que vai disputar a próxima Superliga. Pelo ranqueamento, ela tem portas fechadas apenas no Molico/Osasco (que já completou o limite de atletas com pontuação máxima, a mesma de Jaqueline) e no Sesi (que estouraria o total de pontos que um time pode somar).

Mas, como sabemos, pesa na decisão, além dos valores salariais, o desejo de ficar em São Paulo ou o mais próximo possível de lá. Como todos sabemos também, Murilo continuará jogando no Sesi e Arthur, primeiro filho do casal, possui apenas oito meses. Então a possibilidade de jogar fora do país é ainda mais remota.

(atualizado às 8h30): O ponta Murilo usou o Twitter para me dizer que Jaqueline já tinha todos os valores acertados com o Sesi, mas, como o time estourou a pontuação, o acordo não pôde ser sacramentado.

 



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