Sinceridade de Jaqueline, domínio da Unilever e olho no Usiminas/Minas



O primeiro turno da Superliga Feminina terminou com a vitória do Sollys/Osasco sobre o Pinheiros/Mackenzie por 3 a 0, de forma categórica, recuperando-se da chacoalhada que havia levado da invicta Unilever, no sábado. Assim, levanto três pontos para discussão aqui no blog:

1) Após a vitória sobre o Pinheiros, a ponta Jaqueline, do Sollys, eleita a melhor jogadora da partida, deu uma declaração muito sincera, ao admitir que sua atuação ruim no clássico, no Rio de Janeiro, foi decisiva para o resultado.

– Eu tenho uma parcela alta de culpa na derrota para a Unilever. Eu joguei muito mal aquela partida. Desta vez jogamos como um grupo, e isso é o que precisa acontecer.

Para mim, isso mostra quais atletas são diferenciados fora de quadra. Vejo muita gente tentando tirar a própria culpa quando atua ou dirige mal um time. Quem vocês apontam como os mais sinceros do vôlei?
 
2) 11 jogos e 11 vitórias. A campanha do time de Bernardinho até aqui é perfeita. Nesta temporada, esperava-se que a Unilever fosse sentir a saída da central Fabiana e pudesse demorar para engrenar sem Mari, em recuperação de cirurgia no joelho, além da ausência de Carol Gattaz. Nada disso, por enquanto, custou uma mísera derrota. Alguém acha possível a Unilever conquistar o título de forma invicta?

3) Observando a classificação final do turno, aponto a Usiminas/Minas como principal surpresa positiva da primeira metade da Superliga. Foram oito vitórias e três derrotas, mesma campanha de Pinheiros/Mackenzie e Vôlei Futuro. As mineiras perdem no critério de desempate, mas a diferença é mínima. É muito bom ver este tradicional clube, com uma das torcidas mais apaixonadas do país, de volta à briga pelas primeiras colocações, após algumas temporadas ruins. Até onde este time pode chegar?



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