Sesi 3 x 0 Medley/Campinas. Comentem!



Caríssimos e caríssimas, boa tarde. Oficialmelmente, minhas férias começam hoje. Mas deixo um post para vocês “dialogarem” por aqui.

O Sesi virou o playoff final contra o Medley/Campinas e conquistou o tricampeonato paulista.

Pelas parciais do 3 a 0 (25-19, 25-17 e 25-17), o jogo teve um soberano do início ao fim. Quem viu pode comentar e apontar destaques positivos e negativos.

Mas deixo algumas perguntas para que vocês possam discutir e apontar pós e contras: quem defende uma série decisiva sendo disputada em melhor de três jogos, como acontecido no Paulista? Ela é mais justa por dar chance de reação para um time que joga mal na abertura? E quem defende final em jogo único, como vem acontecendo na Superliga?



  • Jairo(RJ)

    Para mim final única.
    Diante do episódio de confusão no primeiro jogo, quando todos os envolvidos deveriam sim, serem punidos com a suspensão, fica a pergunta: o benefício de multa facilitou a vida de qual equipe? A melhor de três tornou-se um incentivo a bagunça da impunidade.

  • Natany

    Eu acho que a final da superliga deveria ser feita em melhor de três jogos, assim como o resto dos play-offs é feito. É injusto poder jogar quartas e semi nesse formato e a final ser jogo único. Se o time não tiver bem naquele dia, o trabalho de uma temporada vai por água abaixo.
    Quando é disputado em melhor de três, os jogos são mais emocionantes e dão chance pra quem começa atrás se recuperar depois, como o Sesi fez no paulista. Dessa maneira, o público tem a chance ver mais jogos e os times têm seu trabalho mais valorizado.

  • Afonso RJ

    Na verdade, acho que nenhum dos dois. Na minha opinião em qualquer modalidade o mais justo são os pontos corridos. Nessa questão, temos que admitir que o futebol leva vantagem. Por muito tempo se apostou tudo em mata-mata, “jogos decisivos” ou “finais épicas”, simplesmente por razões de marketing. Chegou-se à conclusão que os enormes índices de audiência desses eventos não compensavam o esvaziamento dos jogos durante toda a competição, pela relativa pouca importância dos mesmos na definição do campeão. Isso acabou levando à fórmula universalmente adotada hoje dos pontos corridos. (claro que campeonatos tiro-curto, como a copa do mundo, copa américa, etc… a história é outra).

    Mas, dos males o menor. Já que a CBV não abre mão da fase final de mata-mata, com uma grande final, minha humilde opinião é que seria mais justo fosse realizada uma “melhor de três”. Uma “melhor de cinco” já acho um pouco de exagero.

    Queria lembrar ainda que no final da fase classificatória da última superliga, mesmo sendo torcedor da Unilever, coloquei um comentário aqui no blog considerando o Sollys/Osasco o campeão da temporada por ter ficado em primeiro por pontos corridos.

    • Renato Dias

      Pontos corridos em volei de clubes nao tem menos condição. O futebol se sustenta assim por visibilidade, alcance, número de times, realmente dá pra premiar essa justiça. Mas no volei os playoffs sao necessarios, é a parte que tem mais visibilidade pros patrocinadores, mais torcida, não faz sentido tirá-la, até porque não são muitos times, metade não são competitivos. Não tem lógica a comparação com o futebol. Eu nao vejo como interessante em nenhum esporte especializado o pontos corridos. Nem o torcedor daquele time de melhor campanha gostaria de vencer uma superliga só pela campanha da primeira fase.

      Sou muito defensor dos pontos corridos no futebol, mas porque sei que o cenário é totalmente diferente do cenario do volei.

      E sou a favor da final em melhor de 3.

      • Afonso RJ

        Essa era a mesma desculpa de visibilidade que se dava no futebol quando se defendia a permanência do mata-mata. Posteriormente os fatos demonstraram o erro. Mas vamos dar o benefício da dúvida no caso do vôlei: digamos que em termos de marketing, play-offs seja a melhor opção. Mas ainda assim na minha opinião permanece incontestável o fato do formato mais justo ser o de pontos corridos (todos contra todos em turno e returno).

        • Renato Dias

          Justo realmente é, isso não resta dúvida! Mas diferente do futebol, não é comum pontos corridos em volei em lugar nenhum do mundo, pq realmente não “casa” tanto assim com o esporte. Especificamente no Brasil,precisamos ver com outros olhos volei e futebol. Temos o que no campeonato brasileiro de futebol ? 20 times? Na SL feminina por exemplo nao conseguimos fechar 12, vão jogar 10 times! É indiscutivelmente outra realidade. Se você faz um campeonato pontos corridos, não vai ser atrativo pra quase ninguém, vai ser curto, pouco atraente porque nao temos equipes tão competitivas a partir de certo ponto da tabela.
          E a questao da visibilidade, que pesaria muito mais pro volei que pro futebol, já que esse é um esporte que sustenta seja qual for a forma do campeonato.

          • Afonso RJ

            Antes de mais nada: é um prazer trocar idéias com alguém de nível, masmo com as naturais discordâncias (toda a unanimidade é burra).

            Só não entendi a argumentação de não “casa” com o esporte. Não casa por qual motivo? No futebol, concordo, há mais times envolvidos mas não creio isso ser motivo suficiente.
            Em termos de duração, no formato atual, a superliga continua sendo curta do mesmo jeito. Da mesma forma, no futebol também há muitas equipes que não são competitivas a apartir de certo ponto da tabela, mas a simples possibilidade de tirar um ou dois pontinhos dos líderes, influindo assim na classificação final, faz com que cada jogo adquira uma importância muito maior.

            O que eu questiono é o seguinte: Hoje em dia quase ninguém dá muita bola para os jogos da fase classificatória, porque é sabido que quase todos os times se classificam (assim como no futebol antigamente). Então, o campeonato começa “pra valer” na fase de mata-mata. E muita gente não dá muita bola mesmo para as quartas de final, já que jogam times mais fortes contra outros bem mais fracos, com resultados bastante previsíveis. O que vale mesmo são as semifinais e a final, envolvendo só quatro times. Será que se a fase classificatória (pontos corridos) não fosse tão “esvaziada”, não atrairia mais investidores interessados? No caso do futebol, provou-se que aumentou o interesse durante todo o transcorrer da competição, e que a audiência não ficou concentrada apenas em alguns poucos jogos “decisivos”. Porque isso também não valeria para o volei? Acho possível, mas na verdade eu não tenho dados concretos nem conhecimento de causa suficiente para afirmar isso. Trata-se apenas de um questionamento. Abração.

  • mateus

    A final devia ser numa disputa melhor d 3, pois seria muito + massa

  • lucas kazan

    sollys osasco em 1 lugar na classificaçao campeao feminino, sada 1 lugar na classificaçao campeao masculino .

    • lucas kazan

      da superliga de volei

  • lucas kazan

    chupa unilixo a sheila é nossa (: (: (:

  • leandro

    No mundo inteiro a final das ligas nacionais de vôlei são disputadas em play-offs e apenas no Brasil é disputada em jogo único. O Italiano masculino adotou essa disputa por um período, mas voltaram atrás na temporada 2012/2013.
    E por que somente no Brasil adota-se final em jogo único? Todo mundo está careca de saber, já falei isso 1 milhão de vezes.
    Por que a Superliga começa quase 2 meses depois das outras ligas européias?
    Por que há 2 jogos por semana na Superliga e nas outras ligas há apenas 1 jogo por time durante a semana?
    Por que a Superliga acaba antes das demais ligas pelo mundo?
    Por que temos jogos da Superliga às 21:00, 22:00?
    Todo mundo está careca de saber. Por causa da Rede Globo e do Sportv.
    Daniel, já tem uns 2 anos que parei de frequentar estádios de futebol e também parei de assitir futebol brasileiro pela TV. Tomei nojo da bagunça, desorganização, falta de profissionalismo e a zona que se tornou o futebol brasileiro. Se o vôlei brasileiro for para o mesmo caminho que o futebol no Brasil, sinto que vou perder a motivação de frequentar ginásios e assitir jogos pela TV.

  • leandro

    Prefiro a final jogada em melhor de 3 ou 5 jogos.

  • leandro

    Daniel já tinha visto há algum tempo atrás sobre a notícia da venda da Amil, patrocinadora do recém criado time feminino de Campinas para a maior operadadora de saúde americana. Inclusive acabei te informando. Hoje o Zé Roberto deu uma declaração de que a venda não vai impactar o projeto de vôlei do Campinas, porque há um contrato de 4 anos do projeto. Será?
    Na minha opinião o Zé Roberto foi pego de surpresa, ele não sabia da intenção da Amil de ser vendida. Se ele soubesse, acho que nem teria aceitado. Ele sabia que o projeto teria prazo de validade, ele mesmo disse que o projeto inicial é de 4 anos. Se os resultados aparecerem neste período, o projeto poderia continuar. Agora com a mudança de comando da Amil, tudo pode acontecer. Eles podem reduzir os investimentos para os próximos anos e até acabar com o time.
    Esse negócio de time de vôlei montado por empresa no Brasil dá nisso: incerteza.
    Todo ano um time é criado (Amil) e outro é extinto(Vôlei Futuro, Montes Claros) no Brasil.
    A CBV tem que valorizar os clubes: MTC, Praia Clube, etc., que formam jogadores, que mesmo capengando ainda continuam. O MTC mesmo sem grana e sem montar times para ser campeão há anos, continua atuante no vôlei brasileiro.

  • bsb

    Sou super a favor de final melhor de 3 jogos ou até de 5. Até porque são os melhores times, valendo título, aonde passamos a maior parte do campeonato assistindo jogos tranquilos sem equilibrio, mais que merecido para nós amantes do volei um campeonato deste jeito. Quanto aos vencedores da Superliga: Fem. Osasco (sem dúvida) e Masc. aposto no RJX.

  • CMA

    Sollys e Sada com os pés nas costas.

  • lucas kazan

    sollys osasco e sesi-sp os melhores times do brasil!!!´´´…

  • Daniel

    Eu digo este ano RJX.

  • LEOO

    Concordo com o JAIRO-RJ prefiro final unica! O SESI foi beneficiado, pois o LORENA dez o que quis e nao foi suspenso. Levar multa nao eh punicao! Viva o incentivo a violencia no volei brasileiro!

MaisRecentes

Vaivém: Jaqueline no Hinode/Barueri



Continue Lendo

Cai o primeiro técnico após UMA rodada da Superliga



Continue Lendo

Luizomar e Rizola não conseguem vaga no Mundial



Continue Lendo