Sesc supera apagão e favorito EMS/Taubaté na estreia



A abertura da Superliga 2017/2018 foi marcada por um apagão no Ginásio do Tijuca, no Rio de Janeiro, e pela vitória do Sesc, campeão carioca, sobre o EMS/Taubaté, vencedor do Estadual de São Paulo, por 3 sets a 1 (25-22, 25-19, 23-25 e 25-19).

O jogo ficou paralisado por 25 minutos na reta final do primeiro set, com o placar apontando 23 a 20 para os donos da casa. Péssimo para a imagem da competição logo na primeira rodada, ainda mais com duas emissoras fazendo a transmissão ao vivo: RedeTV e SporTV. Em entrevista à emissora de TV aberta, o Sesc alegou falha no gerador alugado para o evento. Já Ricardo Navajas, do Taubaté, reclamou da falta de estrutura do ginásio, segundo ele incapaz de receber um jogo às 14h, com duas emissoras trabalhando simultaneamente e sob um calor de 35 graus.

Segundo as informações das duas TV´s, a queda de energia não aconteceu no bairro da Tijuca, apenas no ginásio. Ou seja: uma falha evitável.

Já toquei neste ponto em posts anteriores. Um ano depois da Rio-2016 é inadmissível o vôlei conviver com problemas em ginásios na cidade. É chuva, goteira, falta de energia, pouco conforto para o torcedor… Com todo respeito ao Tijuca Tênis Clube e à Hebraica, que cedem suas instalações para os dois times do Sesc e ao Fluminense. Mas o Rio tem um Parque Olímpico repleto de ginásios recém-construídos, porém, fechados para o esporte. Legado, né? Com a palavra, clubes, CBV e Ministério do Esporte.

Tiago Brendle em ação (Divulgação)

Tiago Brendle em ação, com João Rafael ao fundo (Divulgação)

Sobre o jogo, fiquei bem impressionado com o início do Sesc. O levantador Thiaguinho imprimia muita velocidade nas jogadas pela ponta e pelo fundo. O oposto PV (Renan Buiatti ficou na reserva) e o ponta João Rafael faziam sua parte na virada de bola. Com esse trio afinado, o time de Giovane Gavio abriu 2 a 0, com autoridade. O Taubaté, por sua vez, estava apático. A ponto de Wallace, durante um pedido de tempo de Daniel Castellani, ter distribuído broncas, pedindo para o time se jogar no chão, se esforçar. Curiosamente depois do esporro do campeão olímpico os paulistas reagiram no segundo set e acabaram vencendo o terceiro. No quarto, o Taubaté equilibrou as ações até o décimo ponto. A marcação (correta) de condução de Wallace em uma recuperação de bola desestabilizou o time, que passou a errar demais e viu o Sesc fechar o jogo em 3 a 1.

– Uma hora a equipe vai parar de fazer essas cagadas – disse o sincero central Otávio após o jogo, apontando o psicológico como fator decisivo para o resultado.

PV foi eleito, com justiça, o melhor jogador da partida.

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