Semana positiva das Seleções adultas



Título sul-americano entre as mulheres, em Cali (COL), e invencibilidade dos homens nos amistosos contra os Estados Unidos, em Chicago. Assim termina a semana das Seleções adultas do Brasil.

A equipe comandada por José Roberto Guimarães terminou com aproveitamento perfeito: cinco vitórias por 3 sets a 0. Na decisão, triunfo sobre as donas da casa, comandadas por Antonio Rizola, com parciais de 25-23, 25-19 e 25-17. A 12ª conquista continental consecutiva garantiu o Brasil no próximo Campeonato Mundial, no Japão, em 2018.

Festa brasileira na Colômbia (Divulgação)

Festa brasileira na Colômbia após conquista do 20º título sul-americano (Divulgação)

Tandara deixou a Colômbia como melhor jogadora do Sul-Americano. Diria que é quase um prêmio de MVP atrasado do Grand Prix para a oposto.

O técnico brasileiro elogiou a seriedade das jogadora nos jogos contra adversários tecnicamente inferiores, aumentando a obrigação das vitórias.

– Elas jogaram com muita seriedade. A atitude dessa equipe foi muito boa. Essa foi nossa competição mais importante no ano, pois valia vaga no Mundial.

O próximo compromisso da Seleção neste ano será a Copa dos Campeões, no Japão.

Já o time dirigido por Renan Dal Zotto encerrou a série de amistosos com os EUA de forma invicta. No quarto duelo, neste sábado, a vitórias mais difícil da turnê: 3 sets a 2, com equilibradas parciais de 23-25, 25-22, 25-23, 22-25 e 18-16. Vale citar que a seleção da casa contou com o retorno de Matt Anderson, que não disputou a Liga e os amistosos em São Paulo e Manaus.

– Foi um bom teste para todos nós, especialmente os jogadores mais novos, que estão chegando agora na seleção. Esses jogos ainda demonstraram que o nosso grupo é bem fechado. Todos que entram tem dado seu máximo e isso prova que o Brasil está muito bem servido de grandes jogadores – disse o campeão olímpico Maurício Borges, titular nos quatro amistosos, citando a presença em Chicago do oposto Rafael Araújo, do levantador Murilo Radke e do ponta João Rafael.



  • AfonsoRJ

    Para variar, nossa TV “cagou e andou” para essa competição. Felizmente a “Confederación Sudamericana de Voleybol” (com sede na Visconde de Pirajá entre a Maria Quitéria e a Garcia D’Ávila) transmitiu via Internet TODOS os jogos do torneio. Aliás, diga-se de passagem, as transmissões foram tecnicamente excelentes, com imagens da TV colombiana e narração e comentários da TV peruana.
    Consegui assistir aos jogos do Brasil e, por curiosidade, vários outros. Até que para um torneio de relativamente baixo nível técnico houve pontos interessantes a considerar.
    1 – Chile: Uma equipe amadora, mas até que bem organizadinha. Mas não dá para competir com profissionais. Ficou em último e já abriu mão de ir a Arequipa, no Peru, disputar a segunda vaga sulamericana para o mundial.
    2 – Venezuela: Penúltima colocada. Não sei se profissionais, mas tecnicamente muito fraca. Só conseguiu vencer as amadoras do Chile.
    3 – Argentina: Me decepcionou um pouco. Perdeu de 3×0 para o Peru jogando nuito mal, mas depois se recuperaram oferecendo forte resistência frente a equipe colombiana, perdendo apenas no tiebreak. De resto, me pareceu involuir, com um rendimento aquém do que eu já vi em outras jornadas.
    4 – Peru. Agora liderado pelo “professor” Luizomar de Moura, como os narradores e comentaristas da TV peruana faziam questão de chamá-lo. O Peru tem uma tradição de vôlei. Em certa época, inclusive, chegava a fazer frente ao próprio Brasil. Mas infelizmente, não sei bem os motivos, falta de investimento talvez, o vôlei lá teve uma queda acentuada. Mas parece que a paixão continua, e a contratação do Luizomar me parece que faz parte de uma estratégia para reerguer o vôlei peruano. Parece que a comissão técnica focou bastante no trabalho físico e tático, e já conseguiram algum progresso, inclusive ficando em terceiro na competição, superando a Argentina. Torço para que o trabalho tenha continuidade.
    5 – Colômbia: Para mim a grande surpresa. Um time bastante organizado, com jogadoras tecnicamente habilidosas, com excelente biotipo, altas e com ataques potentes. Entraram super animadas contra o Brasil, e, empurradas pela torcida,deram um tremendo trabalho no primeiro set, mantendo um placar parelho, ponto a ponto até o final. Depois, com a derrota na primeira parcial, parece que desanimaram um pouco. Tem uma ponteira com um cabelo que mais parece um escovão, que jogaria fácil aqui na superliga. Acho que com um pouco mais de rodagem para ganhar experiência, e talvez uma comissão técnica mais preparada, poderia aspirar a vôos mais altos. Para mim, vai sair de Arequipa com a segunda vaga para o mundial, a menos que ocorra alguma catástrofe.
    6 – Brasil: Jogou todos os jogos com seriedade. O Zé colocou o time titular em todos os jogos, com excessão do contra o Chile. Aliás, o Brasil ainda não perdeu nenhum set NESSE SÉCULO, nessa competição, tamanha é a hegemonia. Tirando o primeiro set contra a Colômbia, não encontrou praticamente nenhuma dificuldade para conquistar a vaga no mundial.
    E só para registrar: além da Tandara de MVP, Natália e Carol também entraram para o “dream team” do torneio. O resto foi aquela “rasgação de seda” de sempre, pois se fosse feita justiça, todas as premiações iriam para o tme brasileiro.

  • L. Mesquita

    As questões técnicas, alegadas pelo Zé para o corte da MACRIS, na verdade, são as seguintes:
    1. MACRIS foi a MELHOR levantadora da SUPERLIGA cinco vezes consecutivas em 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017;
    2. Após o término da SUPERLIGA/2017, MACRIS, valorizada no mercado, recebeu propostas de CINCO equipes para assinar contrato para a temporada seguinte: Terracap/Brasília, Camponesa/Minas, Hinode/Barueri, Fluminense-RJ e Nestlé/Osasco;
    3. MACRIS era a primeira opção de levantadora para o Hinode/Barueri, porém ela preferiu fechar com o Camponesa/Minas;
    4. Depois da recusa de MACRIS, o Hinode/Barueri contratou NAIANE;
    5. O Zé Roberto gosta de treinar na SELEÇÃO jogadoras que jogam no time dele, Hinode/Barueri, da mesma forma que ele fez quando treinava o AMIL/Campinas… Logo NAIANE e SARAELEN do Hinode/Barueri foram convocadas para a seleção para o lugar de MACRIS do Camponesa/Minas e ADENÍZIA do Scandicci.

    Enfim, tudo explicado, o fato é que é muito difícil engolir NAIANE na seleção!!! Se pelo menos fosse a Fabíola ou até mesmo a Juma, mas NAIANE definitivamente está fora de cogitação!!!

MaisRecentes

O novo conceito da FIVB para 2018



Continue Lendo

Apenas Lebes/Canoas faz o dever de casa na rodada



Continue Lendo

Um líder por pontos ganhos. Outro por pontos perdidos



Continue Lendo