Selecionáveis voltam a pedir fim do ranking



Dani Lins, Fabiana, Sheilla, Thaisa, Natália, Tandara, Jaqueline e Fernanda Garay iniciaram uma nova cruzada contra o ranking da CBV.

Através das redes sociais, elas, que são as jogadoras com pontuação máxima (7), voltaram a pedir pelo fim do ranqueamento.

#NaoAoRanking foi a hashtag usada pelas atletas

Coincidentemente, a nova campanha das jogadoras aconteceu logo depois do fim do patrocínio da Amil ao time de Campinas, semifinalista da última Superliga.

O grande temor do mercado é que volte a acontecer um êxodo de jogadoras para o exterior, por falta de times que tenham orçamentos suficiente para bancar os salários que elas recebem atualmente.



  • Aline

    Apoiadíssimo! Não ao ranking! Liberdade ainda que tardia! Libertas que sera tamem!
    1.O direito de ir e vir é uma Cláusula Pétrea da Constituição Federal que não pode ser quebrada por um ranking imbecil!
    2.Abaixo o preconceito: atletas não podem nem devem ser rotulados com números e/ou pontos por dirigentes com interesses escusos!
    3.Uma jogadora não pode ser praticamente pressionada a sair de seu clube ou até da Cidade onde mora ou mesmo do País por causa do ranking!
    4. O direito de escolha da atleta e a livre negociação deve ser SEMPRE PRESERVADO!
    5. Todas sigam o exemplo da Gustavo, Jaqueline, Garay e muitos outros e ponham a boca no trombone, não aceitem esse ranking!
    6. Entre na JUSTIÇA DO TRABALHO, no MINISTÉRIO PÚBLICO com ação de inconstitucionalidade, mas não se permitam serem OPRIMIDOS pelo ranking!
    7. Atletas não são escravos, nem mercadorias para serem tratados dessa foram, MAIS RESPEITO com quem garante o espetáculo nas quadras!

    • Lucas

      nossa parabens falou tudo aline só uma coisa eu espero que nao acabe com o voleibol brasileiro.

  • Cadu

    Só esperando os comentários dos franciscanos e das Carmelitas Descalças com aquele blá blá blá sobre aceitar receber menos. Estou de olho!

    • Euripedes Junior

      Receber menos é desvalorizar a atleta e fica a mercê dessas normas da CBV , mas acredito que essas jogadoras de muitas conquistas possam trazer apoio e patrocínios para as demais equipes , com isto continuaria valorizada e equilibraria o campeonato , pq fica 3 à 4 times milionários e o resto saco de pancada não tem muita graça não .

  • Alan

    Tudo o que for favorável a Sheilla sair do Osasco, eu apoio!

  • Rodrigo Coimbra

    – Sou a favor do ranking desde que tenha clubes para todas as jogadoras jogarem e receberem o que é de direito, pois não quero times como Sollys/Osasco que era praticamente a seleção brasileira. Ai não haverá competitividade mesmo!
    – Rankiamento é muito relativo, Jaqueline e Natália serem nível 7 é brincadeira, eu não vi sinceramente a Natália jogar isso tudo pra ser tão valorizada, e a Jaque? Tava grávida, será que o passe dela é o mesmo que a fez ganhar pontuação máxima?
    – Ah, brincadeira… temos jogadoras de alto nível e não são nível 7, Gabi (Unilever), Pri Daroit (Sesi), Juciely (Unilever), Mari (BananaBoat), Fabizinha (Unilever), Fabiola (Molico), Adenizia (Molico), Brait (Molico) e por ai vai… tudo é momento!
    – Sou a favor do ranking apenas pra não ver essas jogadoras tds em um só clube, mas que a pontuação máxima deveria ter critérios justos, ou subir a pontuação para 9, com Fabiana, Thaísa, Garay e Tandara com pontuações máxima… essas sim merecem está com stattus de grandes jogadoras, pois são as únicas de nível 7 com diferencial as demais… se bem q tudo é momento mesmo!
    – São 8 jogadoras nível máximo com apenas 4 clubes investindo bem, os tradicionais Unilever e Nestlé, temos o Sesi q não sabemos se vai montar um time pra ganhar ou pra figurar e o Banana Boat q ja prometeu jogadora de 7pts, muitas jogadoras nivel máximo pra pouco clube!
    – O mais correto a comentar é que o vôlei do Brasil ta uma palhaçada, uma zorra… investidores deixando clubes por meio de redes sociais, jogadoras assinando contrato com clubes falidos, jogadoras saindo do Brasil… uma pena tudo isso! Pior do que tá, não fica!!!

  • Aline

    Ranking? Pra quê ranking?
    Quantas jogadoras de 7 pontos tinha a CAMPEÃ DA SUPERLIGA UNILEVER??? AH nenhuma né?
    Então morte ao ranking já!

  • Paulinho

    Ou aumentar o numero de jogadoras de nivel 7 de 2 para 3 novamente!!!
    Osasco com: Ana Tiemi, Jaqueline(7), Thaísa(7), mari, Adenízia, Sheilla(7) e Brait
    Unilever: Fofão, Gabí, Natália (7), Tandara (7), Carol, jucyelle e Fabí
    Sesi: Dani Lins(7), Suelle, Garay(7), Andréia, Fabiana(7), Bia e suelen…
    Os demais times que se virem para se manter pois só sobra Erika, Paula P, Carol gattaz, Elizangela, acho que é o time do Brasilia… Acho que vai dar certo!!!!

  • Paulinho

    Outra idéia… A CBV poderia bancar os salários e mandar cada uma para um time em forma de sorteio e deixar elas que se peguem… a intensão não é equilibrio??? faz isso

    • Alexandre

      Kkkk achei super interessante sua ideia… Parece que é assim que A CBV quer mesmo ashuashuash pq neh…

  • Leiga

    Não vejo grandes problemas no ranking, mas sim na quantidade de jogadores de 7 pontos. A regra de três jogadores de 7 pontos já estava suficiente. Na atual situação, já poderia agasalhar as jogadoras faltantes. Com o vice do Sesi, não haverá redução de investimento, pelo jeito. Assim, poderá contratar jogadoras de 7 pontos.

    O ranking não é de todo ruim, mas alguns critérios deveriam ser reanalisados. Por exemplo, Fernanda Garay jogou fora. Portanto, não poderia mais ser 7 pontos, deveria ter sido reduzida a pontuação dela (CBV não estava acompanhando o desempenho dela)

    Jaqueline não jogou durante um ano. Impossível presumir que uma jogadora sem ritmo tenha 7 pontos.

    Estes detalhes acabam harmonizando a regra. Não é tão absurdo a ranking, tanto que Itália começou a pensar em adotá-los.

    O vôlei tem um efeito inverso do futebol. No futebol, os jogadores querem sair, querem fazer parte de grandes ligas e ganhar prestígios fora. Aqui, todo mundo quer ficar. É a profissão escolhida, e jogar fora já deveria ser ideia madura nas jogadoras.

    Do contrário, que o jogador aceite receber menos. Ora, os jogadores jogam fora para receber mais, no futebol. Por que seria diferente no vôlei?

    Por fim, esclareço que o ranking de dois pontos daria certo, de certa forma. O problema maior foi que Amil saiu da história. Então, talvez o projeto Campinas acabe e ficaria “sobrando” duas jogadoras de 7 pontos por aí. Aumentar para três poderia amenizar a provável saída deste time.

  • Roberto

    Eu concordo desde que caia também o limite de jogadoras estrangeiras senão não. É minha opinião.

  • Edu

    O ranking é necessário para dar mais competitividade é solidificação para a liga.Discordei do critério de redução de três para duas jogadoras de pontuação máxima tomada durante a evolução do campeonato.A medida se restringiu ao vólei feminino enquanto foi ignorada pelo masculino.Afinal, não é o mesmo esporte praticado por ambos os sexos.Outra coisa mais prioritária é rever os critérios de transmissão dos campeonatos pela teve fechada.Não se esqueçam que o boom da vólei se deu fora das asas da Globo e hoje grandes grupos internacionais já tem presença consolidada por aqui como a ESPN,Fox Sports,Esporte Interativo(Grupo Turner e Space).Fora a Record que tem um canal a cabo praticamente ocioso de eventos de ponta como Record News.

  • Lilika

    Apoio, com cautela…a polarização feminina vai durar mais décadas, portanto…

  • Osmar Cordeiro

    O cerco está aumentando , com a saída do Amil Campinas , o Praia chega como a quarta força atualmente e o restante dos clubes tem condições de contratar jogadoras de 7 6 ou 5 pontos ? Como que vai ficar essas jogadoras valorizadas no mercado neste entrave do ranking ? Vamos ver se mudam ou acabam com esse ranking , a CBV deve está torcendo pra aparecer algum desses patrocínios milionários e com isto passa por cima de Superliga B , da manutenção de 12 equipes e demais .

  • Iuri

    Coincidentemente?! Isso tudo começou por causa do fim do Amil…não foi coincidência. E eu acho certíssimo. Não concordo jamais com o drama absurdo da Jaque, mas agora com o fim do Amil, o ranking precisa ser revisto, se não a SL vai ficar pior do que já estava.

  • Afonso RJ

    Não tiro completamente a razão de quem pede o fim do ranking. Realmente numa sociedade capitalista, quem deveria mandar seriam as regras do mercado. Mas meu grande medo é que a superliga deixe de ser definida a favor de quem tem o melhor volei e passe a vencer aquele que investe mais. Em outras palavras: que a superliga se torne uma disputa para ver quem investe mais. Contra essa minha argumentação existe o fato do Osasco com um equipe galática ter ficado em segundo ano passado e terceiro esse ano, e times com menor orçamento como Unilever e SESI terem conseguido melhores resultados ultimamente. Mas de qualquer forma, continuo vendo com bons olhos quaisquer mecanismos que pelo menos tentem diminuir a influência do poder econômico no resultado da disputa.

    Por outro lado, acho que faz tempo que passou da hora do vôlei se impor mais como o esporte vencedor que é, e deixar de ficar à mercê de uma única emissora de TV. A gota d’água foi essa palhaçada de sets de 21 pontos. Mas, tudo se resume no seguinte: o que é melhor para os patrocinadores? Aparecerem na TV apenas os logos nos uniformes e em algumas poucas placas nos ginásios, e terem seus nomes citados apenas por atletas e treinadores durante entrevistas, ou se arriscarem a ter uma exposição bem mais ampla em uma emissora de menor audiência? No fim, esse assunto não passa de uma guerra de interesses envolvendo patrocinadores, CBV e a emissora. E não posso afirmar categoricamente, porque não frequento os bastidores e portanto posso estar errado, mas me parece que o maior problema é que a CBV claramente tende a favorecer a emissora (por interesses econômicos próprios talvez) ao invés de defender os interesses dos patrocinadores. Isso sim seria o ponto nevrálgico a mudar.

    • Edu

      Sheilla escreveu no twiiter – respondendo a um seguidor – que aquela equipe(se referindo ao Sesi )tem banco recebendo mais que titular do Osasco.A realidade é que o Sesi paga o maior salário do voleibol brasileiro para o Lucão.Então essa história de investimentos modestos…..Poderia até se discutir a validade prátical desses recursos que se sustenta na contribuição de empregadores e empregados.Quando o Talmo deu entrevista ao Sportv ,depois da final, ele começou a falar das “escolas de tempo integral do sistema Sesi”.Validar, com todo o direito, os recursos que garantem a excelente estrutura que tem a sua equipe.

  • Arthur

    Unilever pode receber duas jogadoras 7, Sesi tem 1 vaga, Osasco Completo, Praia Clube fechando com a Tandara . Fê Garai não tem intenção de jogar aqui. Unilever pode receber Sheila e Natália. Sesi pode receber Jaqueline. Pronto, todas acomodadas ! #SimAoRanking

    Sabe o que é engraçado? Uma galera ai pedindo fim do ranking na superliga, mas não para o melhor das atletas, ou para que não saiam do país, e sim pra beneficiarem a própria equipe, e ter a possibilidade de montar uma equipe com as melhores, como uma seleção. Gente, e o equilíbrio fica aonde? Se com o ranking equipes fecham por não conseguirem chegar a resultados expressivos, imaginem sem? Onde, no caso, o DINHEIRO que comandará o mercado!? Sou contra o fim do ranking, confesso que o fim do Vôlei Amil balançou essa história de 2 jogadoras 7 por equipe, mesmo ainda tendo 4 equipes com capital para contrata-las, então, que voltem no máximo pra regra de 3 por time. Mas sem ranking, ficaria uma bagunça, acabaria com o “equilíbrio”, mesmo pequeno, do campeonato.

  • Patricia

    Se por um lado o ranking tem a boa intenção de equilibrar as forças, por outro, nem todos os clubes podem pagar os salários das jogadoras que valem 7 pontos. Com o fim da Amil, o mais coerente é aumentar para três o número de jogadoras nível 7, assim, não teriam que sair do país e ficar longe de suas famílias.
    Também é necessário que diminuam o número de estrangeiras, penso que uma por equipe é suficiente, até porque as que estão sendo contratadas não aumentaram em nada o nível da SL, pelo contrário, caiu bastante, não ganhamos nada com estrangeiras de nível baixo/médio, só elas tem a ganhar porque acabam melhorando um pouco tecnicamente. Já que nunca teremos por aqui uma Kim, Sokolova, Obmochaeva,… então, melhor nenhuma. Cada estrangeira é uma brasileira a menos sendo treinada.

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