Sada/Cruzeiro “não larga o osso” e está em outra final



2010/2011, 2011/2012, 2012/2013, 2013/2014 e agora 2014/2015.

Cinco temporadas seguidas com o Sada/Cruzeiro na decisão da Superliga masculina. Uma marca pra lá de extraordinária, levando em consideração que a base do grupo é quase a mesma, algo pouco usual no vôlei e no esporte em geral.

É chover no molhado, mas vou elogiar Marcelo Mendez. O argentino, que não gosta dos holofotes e sempre prefere enaltecer a força do seu grupo, é o grande arquiteto deste projeto vencedor em quadra. Consegue liderar um grupo vencedor por todo este tempo sem alterar o tom do voz, algo cada vez mais raro. E admito que sou fã de quem tem esse dom, além de ser um entendedor profundo das questões táticas.

William, Wallace, Filipe, Serginho e Douglas Cordeiro formam a ala dos mais antigos do grupo, presentes desde o início deste processo vencedor. Eder, Isac e Leal têm um pouco menos de tempo de casa, mas já se conhecem há três temporadas. A tal da “química” é um dos segredos do sucesso deste Cruzeiro, que não cansa de estar em quase todas as finais.

E me chamou a atenção, na entrevista pós-jogo ao SporTV, William citando Acácio, Daniel e Maurício, jogadores que participaram de conquistas recentes, e não estão mais no grupo. É realmente um ambiente diferenciado.

Por fim, vale uma menção honrosa ao Minas. Não pelo jogo de ontem, que foi quase um massacre. Mas por ter conseguido se colocar na semifinal sem tanto investimento.



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