Rodada termina com bate-boca entre Zé e Ramirez



A antepenúltima rodada da fase de classificação da Superliga feminina terminou com temperatura alta em Campinas.

Durante a difícil vitória do Vôlei Amil sobre o Pinheiros por 3 a 2, Roberto Guimarães e a cubana Ramirez discutiram no quarto set, vencido pelo time da capital. Na ocasião, o técnico substituiu a atacante. E ela não gostou. Aos gritos, sentou no banco nitidamente incomodada. Bem descontrolada, começou a chorar copiosamente. Recebeu “conselhos” de um integrante da comissão técnica, mas não parou de gritar. Zé pediu para que ela deixasse o banco.

No caminho para a área de aquecimento das reservas, ela tirou os tênis. Vale lembrar que Ramirez vinha de um problema no tornozelo, que a deixou fora de rodadas anteriores. Aparentemente, o técnico quis poupá-la para os playoffs, mas ela queria ter ficado em quadra, já que o duelo com o Pinheiros estava muito equilibrado.

Por mais que o motivo fosse nobre, vamos escrever assim, Ramirez não precisava explodir daquela forma. Criou-se um clima ruim para o time, quebra-se a hierarquia. E as imagens da transmissão ao vivo levam o escândalo para os quatro cantos do país.

Com certeza a conversa no vestiário aconteceu para evitar um estrago ainda maior na sequência da Superliga. Vale lembrar que mesmo fora do tie-break Ramirez terminou como maior pontuadora do time: 18 pontos. Andreia, a última colunista convidada do blog, anotou 19 para o Pinheiros.

Apesar da derrota o Pinheiros comemora o pontinho ganho na luta contra a Usiminas/Minas, que surpreendeu o Banana Boat/Praia Clube, pelo sexto lugar, na véspera. As paulistam somam 21 pontos, dois a mais do que as mineiras. O duelo entre Amil e Pinheiros, inclusive, pode se repetir no playoff, caso as posições atuais sejam mantidas. Na disputa pelo terceiro lugar, o time de Campinas soma 33 pontos, o Praia Clube tem 32 e o Sesi parou nos 31 após a derrota para o Sollys/Nestlé por 3 a 1. A Unilever segue na frente com 42, três pontos a mais do que a maior rival.



  • ANÁLISE DO JOGO

    Ridículo a atitude da Ramirez, mostrando total falta de respeito à comissão técnica e as colegas de trabalho. Com certeza, depois dessa atitudade ela não estará na próxima temporada no Amil/Campinas e nunca mais trabalhará com o Zé Roberto. A Vasileva que entrou no seu lugar na posição de oposta ficou totalmente assustada com a falta de profissionalismo da Cubana. Tem que ser punida por essa atitude, do contrário, Zé Roberto vai perder a “moral” com o grupo.
    Falando do jogo em si, o time do Pinheiros evoluiu muito nas mãos do excelente técnico que é o Wagão, o time bloqueia e defente muito. Grande partida do Pinheiros e só não ganhou por detalhes.
    Agora, a ponteira/oposta e capitã da seleção juvenil Rosamaria é talentosíssima. Desde as categorias de base sempre foi destaque, jogadora completa que pode jogar tanto como oposto como ponteira. Foi MPV jogando como oposto no jogo contra o São Bernardo e ontem foi MVP jogando como ponteira passadora. Com certeza, o Zé Roberto não vai deixar ela voltar para o São Caetano e nem pode.

  • Lucrecia

    Bom dia Daniel , sei que não é o assunto em questão , mas por favor me responda …. Porque a Mari não está jogando no fenerbahce? Já vi comentários de que ela estaria novamente Lesionada é verdade ?

    • Daniel Bortoletto

      lesão e limitação de estrangeiras por jogo

    • Caco

      Hoje ela entrou na inversão de 5X1 contra o time russo. Fez um bloqueio e saiu.

  • Lucia

    Nunca entendi esta atitude da mídia que estimula o comportamento anti esportivo rotulando como “entusiasmo e garra” o que não passa de falta de educação,grosseria e indisciplina.Zé Roberto agiu muito bem afastando a atleta do jogo.

  • Luiz

    Eu acabei de escrever isto em outro blog. Parece que o técnico está sempre certo, e se é campeão olimpico então, ele se torna um deus para a mídia a para alguns jornalistas. Não estou dizendo que concordo com a atitude da Daimi, mas o atleta nunca tem voz, ele é sempre acusado de ser vaidoso, mas o técnico é sempre o anjo salvador. O seu Zé Roberto já chacoalhou a cabeça da Dani Lins no Grand Prix, já apertou e puxou o braço da Fabíola, já xingou a Jaqueline, mas isto nunca tomou conta da mídia, nunca foi divulgado, só fica mesmo na memória de alguns – e geralmente são aqueles que não tem voz.

    Até quando técnico de vôlei vai ser aclamado com Deus?

    • Thamyres

      “Até quando técnico de vôlei vai ser aclamado com Deus?”
      Estou completamente de acordo com você Luiz.

      Seja lá o ocorrido, só sei de uma coisa:
      Zé pisou no calo de quem não tem nada a perder confrontando ele.

      Não curto a Ramirez , mas justo ela não pediria pra sair se não tivesse algum problema sério.

    • Marco Túlio

      Cara, acho que é a primeira vez que vou ter q concordar com um comentário seu.

  • Afonso RJ

    Ontem tivemos uma verdadeira maratona de jogos transmitidos pelo SporTv e Esporte Interativo. A verdade é que temos que convir que a TV está fazendo a sua parte nessa temporada. E tenho gostado muito dos comentários do Nalbert. Sempre com a propriedade de quem teve muita vivência lá dentro, e com um astral que na falta de outro termo só posso descrever como carinhoso.

    1 – Sollys Nestlé 3×1 SESI:
    A superioridade do time de Osasco era nítida desde o início do jogo. O SESI instável na recepção, limitando a distribuição de bolas da Dani Lins. E tome bola para a Tandara. Mas mesmo estando em dia inspirado, a ponteira do SESI não podia fazer milagres, principalmente depois que a marcação de bloqueio do Sollys passou a priorizá-la. O SESI conseguiu vencer um set, mais por relaxamento do Sollys do que por méritos próprios.
    Aqui cabe uma observação: há tempos ouvi nima entrevista, que o Zé Roberto sempre achou a Dani Lins tecnicamente a melhor levantadora, mas que lhe faltava ousadia. Incentivada pelo Bernardinho no Unilever e pelo Zé na seleção, Dani evoluiu bastante, mas no SESI parece burocrática demais. Ela tem a opção da Fabiana, que é uma atacante espetacular, e tem com a Dani um bom entrosamento vindo da Unilever e da Seleção. Mesmo com passe B, acho que forçar um pouco mais a bola rápida de meio não estaria fora das possibilidades técnicas das duas. Ontem, a Dani deixou que as centrais do Osasco ficassem praticamente despreocupadas com a Fabizona, e concentrassem o block nas pontas, principalmente na Tandara. Por outro lado, a Fabíola quase sempre com o passe na mão deitou e rolou na distribuição, usou abastante as centrais, principalmente a Thaísa, e deixou o bloqueio do SESI em dificuldades. Essa foi mais uma razão do “passeio” que o SESI tomou do Sollys.

    2 – Unilever 3×0 São Bernardo:
    Bater em cachorro morto, tirar pirulito de criança, são expressões que definem esse jogo. O São Bernardo já vinha mal, e depois que foi a meu ver covardemente abandonado por seu treinador, com a desculpa esfarrapada de assumir um cargo de maior importância, aí é que afundou mesmo. A Unilever chegou a abrir um 10×0 contra uma equipe apática e jogando muito abaixo das possibilidades que pelo menos no papel suas atletas poderiam. A única possibilidade que eu vejo desse time marcar mais algum pontinho nessa competição é no jogo contra o São Caetano, outro saco de pancadas dessa superliga. Mesmo assim acho muito difícil, a menos que os brios das jogadoras do São Bernardo renasçam das cinzas. Quanto ao time do Bernardinho, não houve parâmetros para julgar. Apenas comentar que mais uma vez o treinador colocou as reservas para jogar e terminou o jogo com Amanda, Luciene Escouto, Régis, Bruna e Roberta em quadra.

    3 – Amil 3×2 Pinheiros
    Foi o grande jogo da rodada. Pelo menos foi o único que o resultado permaneceu imprevisível até o final. O Pinheiros apesar da derrota fez uma grande partida, com atuações seguras das suas principais jogadoras. Estiveram muito bem a levantadora Macris, e as atacantes Glauciele e Andreia. Aliás, no post da Andréia aqui no blog ela confidenciou que esteve a ponto de abandonar o vôlei. Ainda bem que não o fez. Outro ponto positivo no time da capital foi que soube manter o controle mesmo num jogo bastante tenso onde algumas atletas do time adversário sentiram a pressão. Parabéns a esse time aguerrido do Pinheiros, que vem subindo de produção, e que mesmo sem grandes nomes ou atletas “selecionáveis”, vem fazendo ótimas apresentações. Não sei se chega nas semifinais, mas que vai dar trabalho nos play-offs vai.
    Do lado do Amil, desnecessário o “piti infectado” da Ramirez, que demonstrou descontrole, e a búlgara Vasileva que teve atuação com altos e baixos. Tanto ela quanto a Pri Daroit estavam comprometendo na recepção e atacando muito “reto”, facilitando o bloqueio adversário. Pri Heldes teve boa atuação, inclusive com um bom saque, mas acho que a Fernandinha ainda é melhor. Walewska segura como sempre, e Andressa foi melhor que a Natasha. Se a Suellen pesasse uns duzentos kg a menos, ganharia muito em mobilidade e estaria em condições de brigar pela posição de reserva na seleção. Nos quesitos recepção e posicionamento ela é ótima. Mais uma vez méritos para a Rosamaria que com apenas 18 aninhos entrou na hora do sufoco e segurou a onda. Mas acho que o time do Amil ainda pode render mais, principalmente com a volta da Fernandinha. Ocupa atualmente o terceiro lugar na tabela com muita justiça. Quanto ao entrevero entre Ramirez e Zé, acho que foi coisa de cabeça quente em jogo nervoso, e que após uma boa conversa de vestiário a coisa arrefece. Zé Roberto é mestre nessas coisas.

    4 – Dei também uma olhada em Minas 3×2 Prais Clube na segunda feira. Foi um bom jogo, bastante equilibrado. Na verdade o Praia vem numa descendente preocupante. Mesmo sem sua principal atacante, a cubana Herrera, eu esperava mais do time do Praia. Fez um bom jogo contra a Unilever e nem tanto contra o Sollys, para quem deu muito menos trabalho. Ontem o rendimento caiu ainda mais e o time demonstrou certa insegurança. As gêmeas não estavam conseguindo botar as bolas no chão e o Minas com uma defesa e bloqueio bem postados tocavam em todas. Por outro lado Thaisinha e Carla encontravam mais facilidade. Com o decorrer do jogo a gente percebia que o Spencer Lee queria fazer alguma coisa, mas lhe faltavam peças dereposição. As substituições que fez acabaram por não surtirem tanto efeito. Mas foi realmente uma pena a contusão da cubana Herrera. Sem dúvida com ela a história dessa superliga seria diferente.

    • Daniel

      Concordo com o comentário em relação a Dani Lins. O jogo dela está muito burocrático, cadenciado demais. É só bola alta e lenta. Ousadia zero. Lembra-me a premiada levantadora russa da década de 90, Tatiana Gratcheva. Ela precisa entender que uma boa levantadora pode e deve fazer a diferença.

  • Eduardo Araujo

    O vôlei feminino é do contra, achei que o praia ia passar por cima do minas e perdeu, achei que o Amil iria passar por cima do Pinheiros e elas quase entregam a rapadura, achei que Sollys e SESI seria um jogo complicado, mas o SESI não viu a cor da bola…

    Bom falando sobre o jogo do Sollys e SESI, a recepção do SESI não da, fala serio, tudo bem o saque pode ir mais forte, mas as jogadoras são profissionais, tem que treinar isso!!!

    Acho que o esquema do Talmo não esta legal, não sei quanto a vocês, mas me parece que ele quer usar o mesmo esquema que o Sollys usou no ano passado com a Tandara, mas tem um problema o SESI não tem uma libero e nem ponteira que passe bem ai fica esse festival de erros, acho que fica um time meio suicida tem um potencial de ataque grande, mas sem passe na mão da levantadora acaba não podendo usar essa potencia!!!

    Não acho que a Dani, fez uma partida ruim, no meu modo de ver ela fez uma boa partida dentro das possibilidades.

    O SESI errou na estrategia de saque também, começou sacando na Garay ate ai tudo bem, mas viram que ela estava passando legal e logo mudaram o saque, jogando na jaque e na Brait que são as melhores passadoras do Sollys ai piorou de vez a situação.

    Em relação ao Sollys fica a impressão que quando elas entram concentradas o time do outro lado tem que comemorar se fizer 18 pontos!!!

    Saque funcionando, bloqueio pesado, passe na mão da levantadora e quando não ia a mesma corrigia a bola, o bloqueio do SESI não viu a cor da bola, todas as atacantes do Sollys fizeram mais de 10 pontos no jogo!!

    Em relação aos outros jogos o Praia foi horrível nos 2 primeiros sets, depois se acertou, mas ainda esta faltando mais força no ataque, pelo lado o Minas achei que a claudinha jogou super bem!!!

    O Unilever bateu em cachorro morto, SB não é padrão para nada, o time é redículo, oq eu achei estranho foi a pontuação da Natalia 5 pontos, a gabi pontuou bem mais!!!, parece que a Natalia não consegue sair da imagem de promessa e virar uma realidade.

    O jogo entre o Amil e Pinheiros, foi interessante, mas o destaque ruim do jogo foi o ZR, como ele me irrita é o único técnico que não permite microfone, depois não quer dar entrevista e leva as jogadoras para longe dos microfones, será que ele tem medo das câmeras pegarem ele falando e as jogadoras seguindo e a coisa não indo bem!! ai ele não tem como falar que as mesmas não seguiram o padrão tático que ele planejou? pq fala serio cheio de frescura esse cara!!!

    • Juju

      Concordo com sua análise, a recepção do Sesi é muito ruim e se a levantadora não fosse a Dani Lins o time seria saco de pancada na SLF. Quanto ao Sollys, continuo achando o time amarrado pelas jogadoras que tem era pra sobrar no campeonato, se o Sesi tivesse uma recepção decente poderia ter complicado o jogo. A Natália eu to esperando, já faz algum tempo ela jogar como grande revelação de todos os tempos, to envelhecendo… e nada. Quanto ao ZRG, parece que o negócio do Campeão Olimpico com as duas seleções subiu pra cabeça, ele tá a cada dia mais grosso e arrogante, nem lembra aquele cara educado que assumiu a seleção feminina.

  • Daniel

    A tv não mostrou exatamente o que houve entre ZRG e Ramirez, então não dá para julgar o ocorrido. Muitos já condenaram a Ramirez, apesar de ter sido ela quem saiu chorando. Só sei que a Ramirez é uma jogadora excepcional, que se entrega e joga com uma raça incomparável. Sou fã dela. O ZRG que trate de resolver essa causa, pq o patrocinador não pode ver um projeto milionário afundar por briguinha entre técnico e jogadora.

  • JP

    Ontem vendo o jogo, eu falei em casa brincando “a Ramirez está bipolar”. Até esse comentário ela já tinha dado alguns pitis em quadra. Ela ontem não estava controlada em suas emoções. Algo além do que foi percebido no momento fatídico.

  • Juju

    Na verdade o que ocorreu, tá no youtube, é que a Ramirez pediu pra sair, pois disse que estava com muita dor e o Zé Roberto não deixou, este foi o motivo do choro e da revolta dela. Neste caso a Ramirez tá coberta de razão, o técnico não é médico, a Cubana não é de fazer corpo mole, se ela disse que tava insuportável pra jogar é porque ela sabia melhor que ninguém se dava pra continuar ou não.

    • Peri

      Pelo fato da Ramirez ter voltado bem ao jogo, feito uns belos pontos de ataque, o Zé pensou que ela estava boa e não lhe deu ouvido quando se queixou de dor.

      Guerreira como a Ramirez é, eu acredito que estava saltando na raça. A conta desse esforço, o corpo dela cobraria no dia seguinte.

      Não acredito em maldade do Zé, mas em equívoco, mas apesar disso ele deve desculpas a Ramirez.

  • Carlitos

    Olha ai, nao tem nada a ver isso com o que vc escreveu com o que realmente aconteceu… Vc viu o encontro? Porque todo o mundo anda falando que a Ramirez queria ficar em quadra se no encontro retrasmitido pela SporTV da pra ouvir perfectamente que é ela a que pedi pra sair porque está com dores no pe?

    Olha o video do encontro no minuto 2:07:00

    http://www.youtube.com/watch?v=Zvjplx5ewi0

    Isso e o que acontece no quarto set depois do rally mais longo da partida e quando Ze Roberto pede tempo:
    1. A Ramirez fala com um integrante da comissao que está com dores, esse integrante vira pro Zé e diz que ela está com dores.
    2. O Zé vira e fala que ela está jogando, como é que pode estar doendo.
    3. A Ramirez vira e fala pro zé que está com dor (“Mas está doendo”, da pra escutar).
    4. Ele nao acredita mas na volta do tempo o Zé tira ela.

    Depois a câmera do sportv capta o exato momento que a Ramirez está chorando e sendo consolada pelo mesmo integrante da comissão. O zé chega perto dela, ela levanta revoltada e solta um monte pro zé ouvir. O integrante da comissão a leva pro fundo lateral da quadra e tenta acalmá-la. ficou claro que ela estava com muita dor e não queria continuar, porém me parece que o Zé nao acreditou que ela estava com dor por isso ela ficou revoltada e soltou um monte pro Zé. Tá certa sim e Zé roberto nao foi profissional dessa vez. Que pena pra cubana. Por favor retifique Daniel.

    P.S. Desculpa pelo meu portugues, sou espanhol e nao sei falarlo muito bem

    • ***

      Ah amigo espanhol no Brasil é assim, em todas as ocasiões em que há um problema profissional envolvendo um homem e uma mulher a culpa é sempre da mulher. Esses dias meu chefe me disse que o meu trabalho tinha que ser restrito aos homens, que mulheres devem mexer com papéis apenas, me lembrou quando eu era criança e queria jogar bola e me falavam: “futebol é pra homem”. Mas é claro que não é preconceito, eu estou louca, não tem isso no Brasil, é apenas um mal entendido.

    • Luiz

      Eu já disse: não adianta. O zé Roberto vai sair ganhando nessa; ele é campeão olimpico – tudo vale. Daqui a pouco, ele vai poder bater nelas, roubar, matar, e ninguém – NINGUÉM – vai ter coragem de falar alguma coisa. Por exemplo, eu sei coisas terríveis de uma pessoa da seleção brasileira de vôlei masculino, que explodiria o mundo todo, mas vou eu falar em algum lugar o que sei, vão me taxar de louco. Não adianta lutar. Resta torcer para que o tempo trate de fazer justiça.

  • Peri

    Só mais uma coisa: se o Zé é essa peste toda que estão dizendo, porque ele a tirou de quadra?

    Ele não levou a sério a dor dela no pedido de tempo, mas a tirou logo em seguida.

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